Evoluímos ou seremos descartados

A evolução não apenas definida por aperfeiçoamento tecnológico. Inicia-se sim, por meio disto, mas não é suficiente – o conceito de evolução vai muito além.

Você pode imaginar que na década de 70, no mesmo período em que Steve Jobs idealizava as primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II, no Vale do Silício, aqui no Brasil – especificamente a Universidade de Brasília (UnB), se construía um computador projetado por seus professores?

O que a história nos mostrou? Steve Jobs tornou-se um ícone, bilionário, trazendo ao mundo inegável contribuição tecnológica. E nossas contribuições foram jogadas na lata de lixo. Que lástima!

A falta de uma cultura de incentivo e valorização destrói qualquer iniciativa e possível inovação. Precisamos ter coragem de não nos tornarmos mesquinhos, contentes apenas em “vigiar” e criticar os que obtêm sucesso por suas qualidades e desempenho. Precisamos ter a coragem de seguir em frente e avançar em busca desses novos territórios e possibilidades, tanto no nível de projetos, quanto no nível de atitudes e habilidades que se reciclam.

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