Era impossível quebrar um fio de espaguete ao meio. Mas o MIT deu um jeito

O prêmio Nobel Richard Feynman não foi só o fundador da eletrodinâmica quântica, mas também um cara muito bem-humorado. Amava passar férias no Brasil, e saiu batucando frigideira com uma colher em um bloco de Carnaval no Rio na década de 1950. Certa noite, cozinhando com o cientista da computação Danny Hillis, Feynman percebeu algo curioso: ao tentar quebrar um fio de espaguete cru segurando-o pelas pontas – da maneira que se vê no vídeo abaixo –, ele sempre se fragmentava em três ou quatro pedaços aleatórios, em vez dos dois esperados. Teste, se quiser. É impossível quebrar um pedaço de macarrão perfeitamente ao meio.

O problema intrigou Feynman por décadas – e ele morreu em 1988 sem uma resposta. Não havia nenhuma explicação física óbvia para o fenômeno. Foi só em 2005 que os franceses Basile Audoly e Sébastien Neukirch, do Centro Nacional de Pesquisa Científica (CNRS), em Paris, mataram a charada – uma descoberta que lhes rendeu o prêmio IgNobel de Física de 2006.

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