março 26, 2019

Nenhum comentário

Mães são as que mais influenciam fé cristã dos filhos, aponta pesquisa

Uma pesquisa realizada pela Barna aponta que 68% dos cristãos americanos ao serem perguntados sobre de quem receberam influência para sua fé responderam que vem de suas mães. Na família cristã, os pais ficaram com 46% e um avô com 37%.

O estudo, que examina os papéis que mães e pais desempenham no desenvolvimento das crianças, mostra que os cristãos são muito mais propensos a dizer que suas mães tiveram uma influência maior sobre sua fé do que seus pais.

Esse padrão também foi encontrado entre os adolescentes cristãos, que são mais propensos a dizer que oraram ou falaram sobre Deus com sua mãe no mês passado do que com seu pai.
A pesquisa foi realizada em 2018 e faz parte de um novo livro, Households of Faith.

“Somos incrivelmente bons como igrejas no apoio, capacitação e incentivo à maternidade, e encorajamos as mães a assumir esse papel ativo na vida de fé de seus filhos”, disse Roxanne Stone, de Barna assim que a pesquisa foi revelada.

“Parece que estamos ficando para trás em como estamos apoiando e capacitando pais para realmente se tornar uma parte da orientação espiritual, bem como a orientação emocional para seus filhos”, declarou.
Os adolescentes cristãos também disseram que sua mãe: “encoraja-me a ir à igreja”, “fala comigo sobre o perdão de Deus” e “me ensina sobre a Bíblia”, mostra a pesquisa.

Os adolescentes cristãos também são mais propensos a buscar encorajamento com a mãe do que com o pai, além de conselhos e ajuda na área espiritual.

Os pais só avançam em três categorias: quando os adolescentes precisam de dinheiro, quando precisam de ajuda logística e quando querem que os pais pratiquem esportes.

Fonte: guiame.com.br

junho 19, 2018

Nenhum comentário

Cientistas usam computadores para tentar entender o papel da religião na sociedade

Quando ocorre um desastre, as pessoas seguidamente recorrem à religião para encontrar consolo e apoio. O estudo “Faith after a Earthquake” [Fé depois do Terremoto], conduzido pelos cientistas neozelandeses Chris Sibley e Joseph Bulbulia tentou identificar como isso ocorre no cérebro humano.

Eles avaliaram o aumento na frequência às igrejas na cidade de Christchurch, Nova Zelândia, após o grande terremoto de 2011, que causou grande destruição na ilha. Com o passar do tempo, as coisas voltaram ao ritmo normal e a religião voltou a entrar em declínio na cidade, seguindo uma tendência identificada os últimos anos naquele país.

Todos os dados foram inseridos em um programa de computador, para tentar identificar um padrão. Eles fizeram uma comparação de dados sobre “valores e crenças religiosas”, tirado de um estudo divulgado em 2009. Contrastando com um levantamento de 2011, após o desastre natural, os resultados mostraram que as pessoas que viviam perto do terremoto se tornaram mais religiosa, pelo menos por algum tempo.

Existem modelos computacionais para simular a complexa mente humana. É bastante comum que engenheiros da computação façam experiências virtuais. O Projeto Modeling Religion , da Universidade de Boston (EUA) em parceria com a Universidade de Agder, na Noruega usou inteligência artificial para tentar avaliar como as sociedades mudam quando sob grande stress. Os dados da experiência na Nova Zelândia são apenas parte dele.

“Nosso estudo partiu do entendimento de que muitos aspectos da vida humana, incluindo a religião, são sistemas extremamente complexos. Atividades individuais, emoções e crenças religiosas têm efeitos de longo alcance. Coletivamente, eles influenciam tendências globais, como mudanças no poder político, declarações de guerra ou a própria organização da civilização”, explica Wesley Wildman, professor de Teologia que atua como consultor no projeto.

Ele revela que os dados coletados pelos pesquisadores sugerem que as pessoas recorrem à religião em situação de estresse, pois “procuram conforto e proteção quando estão com medo”. Uma série de simulações realizadas pelo sistema de inteligência artificial apontou que “os desastres ambientais afetaram a convicção religiosa. A presença de perigo, como terremotos ou surtos de doenças, mexeram como o mundo virtual do modelo[…]”.

Apesar de todo o esforço e da alta tecnologia usada, ficou evidenciado que a religião é algo “unicamente humano” e nem mesmo a inteligência artificial avançada consegue prever totalmente a extensão de sua influência. Mesmo assim, a conclusão é que, diante do desconhecido e da possibilidade da morte, a opção humana mais previsível é a busca de segurança, algo que as igrejas conseguem suprir melhor que qualquer outra instituição humana.

Fonte: gospelprime.com.br

maio 11, 2018

Nenhum comentário

“Dizer que ciência e fé são incompatíveis é negar a história”, diz físico premiado

O físico Ian Hutchinson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), participou recentemente do evento promovido pela Veritas Forum com o tema “A ciência pode explicar tudo?”. O encontro acadêmico foi realizado na Universidade Quinnipiac.

A afirmação de que ciência e religião são incompatíveis é um “mito” e “nega a história”, segundo Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear do MIT. Durante sua palestra, ele argumentou que a ideia corrente de que a ciência e a fé estão em conflito era incorreta e rejeitada pelos eruditos especializados em história da ciência.

“Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos. Cristãos sérios, incluindo membros do clero foram determinantes no desenvolvimento da ciência moderna durante séculos”, lembrou o físico que possui vários prêmios. “Mas o mito ainda exerce poderosa influência tanto sobre os secularistas quanto sobre os cristãos. É sustentado por uma afirmação frequente de que não há evidências para o cristianismo, mas isso não é verdade.”

Segundo lembrou Hutchinson, embora ciência não possa “provar” todas as afirmações do cristianismo, ela também não pode responder a todas as questões sobre a existência. Para a surpresa de muitos dos presentes, disse que, durante sua carreira, não encontrou um ambiente acadêmico completamente ateu.

“Você pode pensar que o MIT, porque é um grande ‘templo’ da ciência e da tecnologia, seria um lugar sem Deus. Bem, não é. Há muitos cristãos e pessoas de diferentes crenças, tanto no corpo docente como entre os estudantes e funcionários”, continuou.

Durante o evento da Veritas, Hutchinson anunciou que está lançando um livro sobre o assunto, chamado “Pode um cientista crer em milagres? Respondendo a perguntas sobre Deus e Ciência”. Ele reuniu o que considera os questionamentos mais comuns e procura mostrar na obra que ciência e cristianismo “se apoiam mutuamente e são intelectualmente consistentes”.

Pesquisa mostra que maioria discorda

A ideia de que ciência e religião são incompatíveis foi analisada em uma pesquisa da Rice University. Eles descobriram que apenas 15% concordavam com essa afirmação.

A socióloga Elaine Howard Ecklund, líder do estudo, afirmou que a maioria dos entrevistados acredita que a religião e a ciência “às vezes” entram em conflito.

“Nossa pesquisa descobriu que uma mesma pessoa pode ter visões diferentes, dependendo do assunto tratado. É muito importante dissipar o mito de que as pessoas acreditam que a religião e a ciência estão em conflito. Essa questão tem muitos pontos de vista distintos”, explicou.

Fonte: gospelprime.com.br

abril 27, 2018

1 comentário

“Dizer que ciência e fé são incompatíveis é negar a história”, diz físico premiado

O físico Ian Hutchinson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), participou recentemente do evento promovido pela Veritas Forum com o tema “A ciência pode explicar tudo?”. O encontro acadêmico foi realizado na Universidade Quinnipiac.

A afirmação de que ciência e religião são incompatíveis é um “mito” e “nega a história”, segundo Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear do MIT. Durante sua palestra, ele argumentou que a ideia corrente de que a ciência e a fé estão em conflito era incorreta e rejeitada pelos eruditos especializados em história da ciência.

 “Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos. Cristãos sérios, incluindo membros do clero foram determinantes no desenvolvimento da ciência moderna durante séculos”, lembrou o físico que possui vários prêmios. “Mas o mito ainda exerce poderosa influência tanto sobre os secularistas quanto sobre os cristãos. É sustentado por uma afirmação frequente de que não há evidências para o cristianismo, mas isso não é verdade.”
Segundo lembrou Hutchinson, embora ciência não possa “provar” todas as afirmações do cristianismo, ela também não pode responder a todas as questões sobre a existência. Para a surpresa de muitos dos presentes, disse que, durante sua carreira, não encontrou um ambiente acadêmico completamente ateu.

“Você pode pensar que o MIT, porque é um grande ‘templo’ da ciência e da tecnologia, seria um lugar sem Deus. Bem, não é. Há muitos cristãos e pessoas de diferentes crenças, tanto no corpo docente como entre os estudantes e funcionários”, continuou.

 Durante o evento da Veritas, Hutchinson anunciou que está lançando um livro sobre o assunto, chamado “Pode um cientista crer em milagres? Respondendo a perguntas sobre Deus e Ciência”. Ele reuniu o que considera os questionamentos mais comuns e procura mostrar na obra que ciência e cristianismo “se apoiam mutuamente e são intelectualmente consistentes”.

Pesquisa mostra que maioria discorda

A ideia de que ciência e religião são incompatíveis foi analisada em uma pesquisa da Rice University. Eles descobriram que apenas 15% concordavam com essa afirmação.

A socióloga Elaine Howard Ecklund, líder do estudo, afirmou que a maioria dos entrevistados acredita que a religião e a ciência “às vezes” entram em conflito.

“Nossa pesquisa descobriu que uma mesma pessoa pode ter visões diferentes, dependendo do assunto tratado. É muito importante dissipar o mito de que as pessoas acreditam que a religião e a ciência estão em conflito. Essa questão tem muitos pontos de vista distintos”, explicou. Com informações Christian Post

Fonte: guiame.com.br

maio 12, 2017

Nenhum comentário

Bispo Rodovalho convida para a 4ª Conferência Ciência e Fé, em Brasília

Pesquisadores que buscam uma teoria, a um só tempo, científica e religiosa para a origem da vida estarão reunidos em Brasília nos dias 19 e 20 de maio na 4ª Conferência Internacional Ciência e Fé, que neste ano traz o tema A Física e a Metafísica Iluminando a Existência.

Promovido pelo Instituto Hayah, ligado à Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, o evento será realizado na Embaixada Sara Nossa Terra, localizada no Sudoeste, em Brasília. O foco dos debates serão os elementos bíblicos e científicos que sustentam a tese da criação do universo.

Conferencistas: 

Robson Rodovalho: PHD em física Quântica pela Florida Christian University – FCU, e especializado em ressonância eletro magnética nuclear, professor e bispo evangélico.

Gerald Schroeder: PHD em Física Nuclear e Ciências da Terra e do Planeta pelo MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts – Estados Unidos. Cientista com mais de cinquenta anos de experiência na área da pesquisa e ensino. Professor rabino no Instituto Weizmann de Ciência, no Instituto de Pesquisa Volcani, tendo também um laboratório da Universidade Hebraica.

Ricardo Sayeg: Mestre e Doutor em Direito Comercial pela PUC-SP, professor da Universidade de Sorbonne – França, Coordena a disciplina de Direito Econômico e Direito Quântico na PUC.

Antônio Delson: Pós-doutor em Detritos Espaciais pelo Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione na Itália, mestre em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Confira o convite do Bispo Rodovalho, o anfitrião do evento:

novembro 3, 2014

Nenhum comentário

Psiquiatra americano Dan Blazer fala sobre a relação da ciência e religião

Em recente passagem por Brasília, para participar do 32º Congresso Brasileiro de Psiquiatria, Dan Blazer, psiquiatra americano e cristão, concedeu entrevista ao jornal Correio Braziliense e falou sobre religião e psiquiatria, dois campos que domina com propriedade.

Quando perguntado se a psiquiatria e teologia são conceitos opostos, disse. “Prefiro vê-los como complementares. Só quando nos recolhemos em um único modo de olhar o mundo, com pouco respeito por outros pontos de vista, os dois campos entram em conflito. Quando a psiquiatria tem uma visão totalmente materialista da humanidade, quando se descarta a importância da natureza espiritual das pessoas, ela certamente será contrária à teologia. Quando a teologia não reconhece que Deus dá as ferramentas que a psiquiatria usa para curar o sofrimento emocional, quando a teologia não considera as realidades do sofrimento humano através das doenças psiquiátricas, então ela certamente vai se opor à psiquiatria”.

Para Blazer, psiquiatras e teólogos, devem abrir suas mentes para as opiniões dos outros e não descartá-las. “Freud, psiquiatra e ávido ateu, não descartou a teologia. Ao contrário, ficou intrigado com a teologia e, talvez, a levou consigo em sua amizade que mais durou, com um ministro presbiteriano que estava interessado em psicanálise, Oscar Pfister. Precisamos continuar essas relações entre líderes espirituais, como Pfister, e psiquiatras, como Freud. Eles podem não concordar, podem até parecer estar em extremos opostos, mas, se conversarem, se compartilham ideias, se fizerem um esforço para entender um ao outro, então eu acredito que muito do conflito desaparecerá”, destacou.

Durante a entrevista, citou como equilibra a psiquiatria e religião em sua vida. “A psiquiatria em nenhum momento me fez duvidar da minha fé. Como um psiquiatra acadêmico, eu sei que nunca encontrarei todas as respostas e, na verdade, minha carreira seria muito chata se não houvesse perguntas restantes no horizonte para perseguir. Como cristão, eu acredito que Deus está acima de tudo e em todos. Não posso “cavar” as profundezas de sua sabedoria e poder. Em vez disso, fico maravilhado com sua criação. Por isso, em muitos aspectos, acho que minha vida como psiquiatra acadêmico e cristão não está em conflito; é uma vida significativa de admiração e louvor. Minha fé só fez crescer nesses anos de psiquiatria. E espero e confio que me tornei um psiquiatra cada vez mais competente e solidário por causa da minha fé.

Sobre o papel da religião e da espiritualidade no tratamento de transtornos psiquiátricos destacou: “Não podemos entender a dor infligida por um distúrbio como depressão crônica se não entendermos como a dor é sentida, espiritual, psicológica e fisicamente. Uma vez que entendemos o componente espiritual da dor, podemos recorrer aos recursos espirituais da pessoa que sofre, bem como os recursos da comunidade de fé a que pertence a pessoa, se ela pertencer a alguma (e a maioria tem um relacionamento com uma comunidade de fé)”.

Na entrevista observou ainda que a religiosidade excessiva pode ocasionar transtornos mentais, especialmente entre pessoas que se ligam a um movimento de culto e transferem todo o controle de suas vidas para outra pessoa, sob o pretexto de desenvolver uma vida espiritual mais profunda. “Muito dano pode ser feito a pessoas suscetíveis a transtornos mentais pelos chamados líderes espirituais, que não reconhecem isso e prejudicam o bem-estar psicológico das pessoas que colocaram sua fé em tais líderes. No entanto, devemos reconhecer que os transtornos mentais por si só podem (sem qualquer coerção externa) se manifestar através da espiritualidade excessiva”.

Sobre o fato do ser humano estar mais melancólico e depressivo, Blazer comentou que o problema existe desde os primórdios da civilização. “Nossa sociedade é muito complexa. Isso aumenta nosso estresse percebido, um estresse que não diminui ao longo de grandes períodos de tempo. O estresse e a ansiedade resultante que sentimos, eventualmente, podem causar depressão grave ou melancolia. Além disso, em muitos lugares, as pessoas não se sentem seguras. O constante estado de vigilância, tentando evitar a violência, certamente pode aumentar a frequência de depressão. A ameaça de violência é sentida não só por aqueles em perigo imediato, mas também pela maioria de nós por meio das imagens que vemos quase que instantaneamente na mídia”.

Quando perguntado se tivesse que escolher entra Darwin ou Gênesis, o psiquiatra foi enfático. “Sou grato de não precisar ter que escolher. Em minha opinião, a mensagem fundamental do Gênesis é que Deus criou o mundo, criou o homem à sua imagem, e continua a sustentar a sua criação, eventualmente, para resgatá-la. O Gênesis não é um tratado científico, mas é interessante notar que o surgimento da “teoria do big bang” sobre a origem do universo coincide com a ordem de Deus para que haja luz, nos primeiros versículos de Gênesis. Acredito que aprendemos muito sobre como a vida na Terra mudou ao longo do tempo, mas ainda sabemos pouco sobre como a vida surgiu, especialmente a existência humana. E eu acredito que a teoria da evolução nos proporcionou uma estrutura para entender muito dessa mudança ao longo do tempo. Podemos ver a evolução como um processo ainda hoje, quando vemos como mutações e/ou variações genéticas de organismos podem ser adaptáveis a determinados ambientes. No entanto, estamos diante de uma tarefa muito mais difícil quando tentamos olhar para trás, para as origens. Deus é o criador, eu sou a criatura. Não estou preocupado de não conseguir explicar em detalhes os mecanismos das minhas próprias origens ou as do universo. As escrituras dizem que “a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que se não veem”. Eu posso viver com o mistério”.

Fonte: Correio Braziliense