agosto 10, 2018

Arqueólogos encontram ruínas de igreja em Armagedom

O fim de “Armagedon” está próximo. Pelo menos para a antiga prisão israelense que fica perto das ruínas de Megido. Depois de vários anos de atraso e muita burocracia, a prisão será transferida e o local será liberado para futuras escavações arqueológicas, previstas para 2021.

Entre os detentos de Armagedon estão militantes do Hamas e membros adeptos ao movimento da “jihad islâmica”. O nome da prisão pode ter sido um erro de tradução da palavra hebraica Har Meggido. O correto seria Monte Megido. Mas é assim que o local ficou conhecido desde então.

Estes nomes chamam a atenção dos cristãos pelos seus significados bíblicos. A palavra “Armagedon” é interpretada como o lugar onde acontecerá a batalha final entre o bem e o mal. E “Megido” é a localização geográfica dessa batalha.

Descobertas Arqueológicas

Em 2005, arqueólogos israelenses encontraram na prisão de Armagedon evidências de que ali existiu uma igreja que pode ter funcionado entre os séculos III e IV, provavelmente numa época em que os romanos perseguiam os cristãos. Onde parece ter sido uma sala de orações, havia um mosaico com a inscrição “Deus Jesus Cristo”.

O local que os arqueólogos passaram a chamar de “Grande Megido” foi escavado durante 18 meses e alguns artefatos foram encontrados. “Ficamos animados por um minuto, mas depois percebemos que há uma prisão de segurança máxima ali, então não poderíamos avançar com nossos planos”, disse Matthew Adams, diretor do W.F. Albright Institute of Archaeological Research.

Ele explica que agora que o governo decidiu mudar a prisão de local, será possível explorar a área para novas descobertas. As autoridades turísticas israelenses estão planejando um complexo no local para combinar arqueologia e turismo, visando o público cristão. Eles esperam atrair 300 mil visitantes ao ano, quase o dobro do número atual.

Fonte: gospelprime.com.br

maio 11, 2018

“Dizer que ciência e fé são incompatíveis é negar a história”, diz físico premiado

O físico Ian Hutchinson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), participou recentemente do evento promovido pela Veritas Forum com o tema “A ciência pode explicar tudo?”. O encontro acadêmico foi realizado na Universidade Quinnipiac.

A afirmação de que ciência e religião são incompatíveis é um “mito” e “nega a história”, segundo Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear do MIT. Durante sua palestra, ele argumentou que a ideia corrente de que a ciência e a fé estão em conflito era incorreta e rejeitada pelos eruditos especializados em história da ciência.

“Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos. Cristãos sérios, incluindo membros do clero foram determinantes no desenvolvimento da ciência moderna durante séculos”, lembrou o físico que possui vários prêmios. “Mas o mito ainda exerce poderosa influência tanto sobre os secularistas quanto sobre os cristãos. É sustentado por uma afirmação frequente de que não há evidências para o cristianismo, mas isso não é verdade.”

Segundo lembrou Hutchinson, embora ciência não possa “provar” todas as afirmações do cristianismo, ela também não pode responder a todas as questões sobre a existência. Para a surpresa de muitos dos presentes, disse que, durante sua carreira, não encontrou um ambiente acadêmico completamente ateu.

“Você pode pensar que o MIT, porque é um grande ‘templo’ da ciência e da tecnologia, seria um lugar sem Deus. Bem, não é. Há muitos cristãos e pessoas de diferentes crenças, tanto no corpo docente como entre os estudantes e funcionários”, continuou.

Durante o evento da Veritas, Hutchinson anunciou que está lançando um livro sobre o assunto, chamado “Pode um cientista crer em milagres? Respondendo a perguntas sobre Deus e Ciência”. Ele reuniu o que considera os questionamentos mais comuns e procura mostrar na obra que ciência e cristianismo “se apoiam mutuamente e são intelectualmente consistentes”.

Pesquisa mostra que maioria discorda

A ideia de que ciência e religião são incompatíveis foi analisada em uma pesquisa da Rice University. Eles descobriram que apenas 15% concordavam com essa afirmação.

A socióloga Elaine Howard Ecklund, líder do estudo, afirmou que a maioria dos entrevistados acredita que a religião e a ciência “às vezes” entram em conflito.

“Nossa pesquisa descobriu que uma mesma pessoa pode ter visões diferentes, dependendo do assunto tratado. É muito importante dissipar o mito de que as pessoas acreditam que a religião e a ciência estão em conflito. Essa questão tem muitos pontos de vista distintos”, explicou.

Fonte: gospelprime.com.br

abril 6, 2018

“Corpo de Jesus” é reconstruído em 3D a partir do Santo Sudário

Um estudioso conseguiu criar uma imagem tridimensional de como seria o corpo de Jesus a partir do Santo Sudário. “Consideramos que finalmente estamos diante de uma imagem precisa de como era Jesus nesta terra. A partir de agora não será mais possível retratá-lo sem levar em conta este trabalho”, explica Giulio Fanti, professor de medições mecânicas e térmicas na Universidade de Pádua, na Itália.

A partir de técnicas avançadas, ele fez a reconstituição em 3D a partir das marcas na peça de pano que para os católicos seria a mortalha usada para envolver Jesus depois de sua morte na cruz. Fanti revelou à imprensa sua obra esta semana, dizendo que trata-se de uma imagem “em tamanho natural, feita com base em medidas milimétricas tomadas do pano em que o corpo de Cristo foi envolvido após a crucificação”.

O professor diz que “Segundo os nossos estudos, Jesus era um homem longilíneo, mas muito robusto, tinha 1m80 de altura, quando a altura média naquele tempo era de cerca de 1m65. E tinha uma expressão real e majestosa”.

Etapas do Jesus Cristo em 3D
Etapas do Jesus Cristo em 3D

Através de seus estudos e a sofisticada projeção tridimensional, também foi possível computar as numerosas feridas no corpo a partir das marcas no Sudário. “São 370 feridas de açoites, sem considerar as laterais, que o pano não revela porque envolveu apenas a parte anterior e a posterior do corpo. Mas podemos supor pelo menos 600 golpes. Além disso, a reconstrução em 3D nos permite observar que, na hora da morte, ele pendeu para a direita, porque o ombro direito foi deslocado de modo tão grave que lesou os nervos”, ressaltou.

Mortalha

Testes de datação por carbono foram realizados no Sudário em 1988, apontando que sua origem seria na Idade Média, mas muitas pessoas, incluindo Fanti, acreditam que os resultados foram equivocados por casa da contaminação de laboratório e que o pedaço de pano usado tinha sido restaurado em um estágio posterior.

O “Santo Sudário” ou “Sudário de Turim” é visto pela Igreja Católica e muitos outros cristãos como o pano em que Jesus foi enterrado após a crucificação. Acredita-se que a relíquia tenha sido levada de Jerusalém para o que hoje é a Turquia por um dos discípulos. Só apareceu em registros históricos por volta de 1360 na diocese de Troyes, França, antes de ser transferido para a Catedral de Turim, no norte da Itália, em 1578.

Fonte: gospelprime

dezembro 8, 2017

Manuscrito com ensinamentos de Jesus a Tiago é descoberto por arqueólogos

Fragmento da biblioteca de Nag Hammadi, uma coleção de 52 textos do cristianismo primitivo. (Foto: Wikimedia)

Fragmentos de um manuscrito de 1.600 anos de idade, que descrevem ensinamentos de Jesus para seu irmão Tiago, foram descobertos por estudiosos bíblicos no Egito.

O texto em grego, que descreve os ensinamentos de Jesus sobre o céu e eventos futuros, se refere a Tiago como irmão de Jesus, embora “não materialmente”.

O manuscrito foi unido à biblioteca de Nag Hammadi, uma coleção de 52 textos do cristianismo primitivo, datados entre os séculos 2 e 6 d.C., descobertos em 1945 perto da cidade de Nag Hammadi, no Alto Egito.

“Esta nova descoberta é significativa em partes, porque demonstra que os cristãos ainda estavam lendo e estudando os escritos extra-canônicos muito tempo depois de serem considerados heréticos”, disse Geoffrey Smith, professor de estudos religiosos na Universidade do Texas e um dos pesquisadores que fez a descoberta.

Escrito na língua copta, o manuscrito antigo descreve ensinamentos de Jesus para Tiago, a quem ele frequentemente se refere como “meu irmão”. Jesus observa que Tiago não é um verdadeiro irmão, no entanto, afirmando que “não é meu irmão materialmente”.

“O texto complementa o relato bíblico da vida e do ministério de Jesus, nos permitindo acesso às conversas que, supostamente, ocorreram entre Jesus e seu irmão, Tiago — ensinamentos secretos que permitiram que Tiago fosse um bom professor após a morte de Jesus”, disse Smith.

Análise

O texto é considerado herético pela Igreja Ortodoxa Copta, pois teria caído estaria fora dos limites canônicos estabelecidos por Atanásio, arcebispo de Alexandria no século 3 d.C. Em sua “39ª Carta Pascal”, Atanásio definiu o Novo Testamento como composto por 27 livros: “Ninguém pode adicionar nada a eles, e nada pode ser tirado deles”, decretou.

Este manuscrito é uma cópia que provavelmente foi escrita por alguém que estava aprendendo a ler e escrever grego, utilizando como base o manuscrito original, segundo pesquisadores. Eles explicam que a caligrafia uniforme do texto, bem como suas palavras separadas em sílabas, sugerem que foi escrito por um acadêmico.

“O escriba dividiu a maior parte do texto em sílabas usando pontos médios”, afirmou o professor co-autor do estudo, Brent Landau. “Tais divisões são muito incomuns em manuscritos antigos, mas elas aparecem frequentemente em manuscritos que foram usados em contextos educacionais. O professor que produziu esse manuscrito deveria ter uma afinidade particular com o texto”.

Os pesquisadores indicam que o manuscrito não parece ser um resumo do texto original, como era comum em exercícios escolares, mas sim uma cópia completa dessa escritura antiga.

Fonte: guiame.com.br

dezembro 5, 2017

Drones ajudam na descoberta de Vilarejo e Templo Edomita na Judeia

 Arqueólogos que utilizam drones descobriram o que parece ser um templo Edomite raro datado de 2.200 anos atrás que está no meio de uma zona de fogo das Forças de Defesa de Israel. A estrutura parece ter sido destruída por forças judaicas, possivelmente sob o comando de Judas o Macabeu , que então converteu os moradores sobreviventes. A estrutura poderia ter sido um templo, ou um palácio, e, em qualquer caso, parece ter sido destruída em uma das transtornos incessantes da região.

Neste caso, o edifício, evidentemente grande, pode ter sido destruído durante a conquista dos Hasmonaítas na região, por volta de 112 AC. Após a vitória a lonhagem dos Hasmonaítas obrigaram os habitantes locais a se converter ao judaísmo.

A estrutura foi encontrada em uma colina em Horvat ‘Amuda, na região de Lachish, a Laquis da Bíblia. Após décadas estar longo do público por décadas, devido ao seu uso para o treinamento militar, as escavações começaram há alguns meses, quando descobriram essa estrutura, do período helenístico.

Foram encontradas poucas estruturas, que podem ser associadas aos edomitas (também conhecidas como Idumeia), explicam os diretores da escavação, Dr. Oren Gutfeld da Universidade Hebraica de Jerusalém, Pablo Betzer e Michal Haber da Autoridade das Antiguidades de Israel.

Foi encontrado um altar de incenso Edomita, mostrando a imagem de um touro dos dois lados, e outro que pode representar um cavalo segundo Clara Amit da Autoridade de Antiguidades de Israel.

Os drones são mais comumente usados pelos militares ou pessoas em lazer. Os arqueólogos sabem fazer uso de imagens de satélite que revelaram estruturas monumentais no Oriente Médio de milhares de anos, tão grandes que não são óbvias no nível do solo, mas este é o primeiro uso conhecido de drones para estudar sítios arqueológicos.

Mais comumente, pesquisas são realizadas por arqueólogos andando a pé, e espiando cuidadosamente no solo. “Quando você caminha, você vê uma pedra aqui e uma pedra ali, mas com um drone, de repente você vê uma rota”, disse Dr. Oren Gutfeld da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Esta nova descoberta está lançando luz no período histórico entre o Velho e o Novo Testamento. Desta mesma região veio a família de Herodes que assumiu o poder cerca de 60 anos depois. Herodes era de Beit Guvrin que está cerca de 10 quilômetros ao norte da região.

De qualquer forma, o drone fotografou vestígios arqueológicos de uma altura de algumas dúzias de metros, revelando pistas da estrutura que eles descobriram.

Os sinais de que a estrutura misteriosa pode ter sido um templo que inclui altar e incensário de pedra encontrados em um canto, altares esculpidos. Um incensário tem dois touros esculpidos. Um dos touros está reclinado entre duas colunas do templo retratado com capitéis elaborados, e acima de sua cabeça, a lua sobe.

A adoração de touro não era uma coisa rara nessas região há milhares de anos: Note o drama do Bezerro de Ouro que seduziu os antigos israelitas no deserto. Há uma razão porque não era uma Hiena Dourada.

Por que os arqueólogos acham que é um templo, se fosse assim, era Edomita? O touro e a lua também eram marcas do culto dos Edomeus. Eles foram adorados bem como os cananeus antes deles, e os Nabateans, mas nem os povos eram relevantes para este local.

Além disso, a descrição de Flávio Josefo, uma fonte de muito conhecimento sobre o período helenístico da Terra Santa. Entre outras coisas, Josefo escreveu amplamente sobre os edomitas que se elevavam a norte do deserto do Negev para conquistar a Shfela do sul durante este período. Eles estabeleceram a Maresha como sua capital.

Após a conquista hasmonitas, os edomitas se tornaram judeus: eles foram forçados a circuncidar por João Hecanus I, em cerca de 125 AC, descrito por Josefo nas Antigüidades judaicas, XIII, 257, 258.

Fonte e Fotos: Autoridade de Antiguidades de Israel

Fonte reprodução: www.cafetorah.com

janeiro 10, 2012

Dilma sanciona lei que considera música gospel manifestação cultural

A lei reconhece a música gospel como cultura e os eventos a ela relacionados, exceto os promovidos por igrejas. O projeto é de autoria do ex-deputado Bispo Rodovalho (PP-DF)

A presidente Dilma Rousseff sancionou nesta terça-feira (10) lei que considera a música gospel uma manifestação cultural. Agora, padres, pastores, cantores e parlamentares que se apresentam e fazem shows gospel poderão recorrer aos benefícios da Lei Rouanet.

A lei reconhece a música gospel como cultura e os eventos a ela relacionados, exceto os promovidos por igrejas. O projeto é de autoria do ex-deputado Bispo Rodovalho (PP-DF). O advogado Paulo Fernando Melo, assessor da Frente Parlamentar Católica na Câmara, foi quem elaborou o texto.

“Foi uma decisão sábia, que vai fazer justiça a esse importante movimento cultural, de católicos e evangélicos. Vai estimular ainda mais a difusão da música religiosa no Brasil”,  disse Paulo Fernando.