setembro 11, 2019

Selo hebraico de 2.600 anos é encontrado perto do Muro das Lamentações

Um selo de 2.600 anos com o nome hebraico foi descoberto em terra escavada desde 2013 perto do Muro das Lamentações, revelou o arqueólogo Eli Shukron nesta segunda-feira (9).

Segundo informações do The Jerusalém Post, o selo traz a inscrição do nome de “Adenyahu Asher Al HaBayit”, que significa “Adenyahu por Nomeação da Casa”, o papel mais proeminente na corte do rei no Reino da Judeia que aparece pela primeira vez na lista de ministérios da Salomão.

Com um centímetro de largura, o selo era usado para assinar documentos e data do século XVII a.C, período do Reino da Judeia, e traz um termo bíblico que era usado para descrever o ministro mais alto que servia sob reis da Judeia ou Israel.

“É a primeira vez que esse tipo de descoberta arqueológica é realizada em Jerusalém”, disse Shukron, que conduziu as escavações iniciais nas pedras fundamentais do Muro Ocidental, ao norte de Silwan, em nome da Autoridade de Antiguidades de Israel. “O termo bíblico ‘ Asher Al HaBayit ‘ foi a posição ministerial de mais alto escalão sob o rei durante os reinados dos reis da Judeia e Israel, e é sem dúvida de grande importância.”

Para Doron Spielman, vice-presidente da Fundação City of David, que opera o local onde a bula foi descoberta, esse achado tem “um significado imenso para bilhões de pessoas em todo o mundo” e ainda mostra um “elo a uma longa cadeia de história judaica em Jerusalém que está sendo descoberta e preservada diariamente na cidade de David”.A bula foi descoberta há três semanas como parte da Experiência Arqueológica voluntária da Cidade de David por um adolescente israelense chamado Batya Howen.

“Comecei a vasculhar o balde de terra lavando-o sob uma corrente de água e, de repente, reconheci um pequeno pedaço de metal de cor preta”, recordou Howen. “Manter uma descoberta tão significativa de 2.600 anos atrás, desde o tempo do Reino de Judá, é uma coisa incrível”, declarou.

Fomte: gospelprime

agosto 28, 2019

Cientista está a um passo da cura da esclerose múltipla

Após anos de pesquisa, uma cientista de Cambridge está a um passo da cura da esclerose múltipla.

A doutora Su Metcalfe, pesquisadora associada sênior da Universidade de Cambridge, descobriu uma mudança dentro da célula imunológica que poderia ser “reinicializada” para retornar à sua atividade normal.

“Não estamos usando nenhuma droga, estamos simplesmente ligando os próprios sistemas do corpo de auto-tolerância e reparo”, disse Metcalfe ao Cambridgeshire Live.

“Não há efeitos colaterais. A auto-imunidade acontece quando a balança está um pouco errada e nós simplesmente redefinimos isso. Uma vez feito isso, ele se torna autossustentável e você não precisa continuar dando terapia, porque o corpo tem seu equilíbrio de volta”.

Como

Um dos principais elementos da pesquisa pré-clínica envolve o fator inibidor da leucemia (LIF): uma pequena proteína sinalizadora que age nas células-tronco do corpo.

“O [LIF] é capaz de ativar essas células, para substituir as células danificadas durante o reparo do tecido – por exemplo, o reparo de um músculo rasgado”, diz Metcalfe.

“Outro papel importante do LIF é manter um sistema nervoso central saudável, protegendo os nervos e mantendo a mielina.”

História

Em 2013, ela fundou a empresa Cambridge LIF-NanoRx para aprofundar a pesquisa.

Sua ideia era guiar uma dose medida das minúsculas partículas especializadas até os nervos danificados e repará-los.

No entanto, quando as partículas LIF foram implantadas como um agente terapêutico, ela descobriu que o corpo quebrou LIF após 20 minutos.

Eles são tão minúsculos que a área da superfície é muito maior do que a massa.

Suas propriedades e tamanho especiais os tornam especialmente adequados para administrar terapias no interior das células.

Nanopartículas

A Dr. Metcalfe produziu nanopartículas usando o mesmo tipo de material que os pontos de dissolução.

Ela os combinou com a proteína LIF para prolongar a vida útil do agente de reparo no corpo – e até agora, seu teste foi muito bem-sucedido.

Não só o LIF tem tempo para alcançar as áreas danificadas como as nanopartículas acabam se dissolvendo dentro do corpo, deixando apenas dióxido de carbono e água.

Reversão

Isso significa que o tratamento “duplo golpe” de Metcalfe pode reverter a autoimunidade ao mesmo tempo em que repara o dano que causou no cérebro de um paciente.

Embora a pesquisa do Dr. Metcalfe tenha sido focada na esclerose múltipla, ela espera ajustar essas descobertas para fazer o mesmo com a psoríase e o diabetes – e se ela puder desenvolver a técnica para passar pela barreira hematoencefálica, ela poderia inclusive ser usada para curar a demência.

Dependendo do interesse das empresas farmacêuticas e dos investidores privados pelo financiamento, os testes em humanos podem começar em 2020.

Fonte: sonoticiaboa

fevereiro 26, 2019

Estudo da Nasa mostra que planeta está ‘mais verde’ que há 20 anos

Ao mesmo tempo em que o mundo testemunha avanços preocupantes do desmatamento na Amazônia em outras grandes florestas, como na Indonésia, Congo e Rússia, no quadro geral, o planeta se tornou mais verde na comparação com 20 anos atrás.

Essa conclusão surpreendente foi apresentada pela Nasa (a agência espacial americana) na semana passada.

Esse aumento nas áreas foliares globais se deve basicamente aos dois países mais populosos do mundo: China e Índia. Mas se deve, também, à expansão de áreas agrícolas “verdes”.

Por quase 20 anos, dois satélites da Nasa coletaram dados e imagens da Terra para observar o comportamento das áreas “verdes”.

Ao analisar esses dados, os pesquisadores notaram que, durante essas duas décadas, essa área foliar aumentou o equivalente a toda cobertura da Amazônia.

A grande contribuição da China para isto se deve em grande parte ao fato de o país ter implementado programas para conservar e expandir suas florestas – uma estratégia para reduzir os efeitos da erosão do solo, a poluição do ar e as mudanças climáticas.

Cachoeiras e floresta sob dia ensolarado na China

Direito de imagemGETTY IMAGES Image captionNas últimas décadas, a China implementou programas para aumentar sua cobertura vegetal

O aumento do verde também é devido, em menor proporção, à expansão de áreas de cultivo agrícola naquele país.

No caso da Índia, é o inverso. A expansão do verde se deve mais à ampliação agrícola do que ao aumento das florestas em si.

“Isso não significa que as florestas estão sendo substituídas por terras cultivadas”, disse à BBC News Mundo Chi Chen, pesquisador do Departamento de Terra e Meio Ambiente da Universidade de Boston, que liderou o estudo.

“Em vários casos, trata-se do uso do mesmo terreno, que se torna mais produtivo”, explica.

Em ambos os países, a produção de grãos, legumes e frutas aumentou entre 35% e 40% desde 2000.

Dois agricultores trabalham em plantação na Índia

imagemGETTY IMAGES Image captionNa Índia, o aumento da vegetação é tributário principalmente da ampliação da agricultura; esta, no entanto, não contribui para a captura do carbono, como é o caso das florestas

Os poréns

Para os autores do estudo, em geral, as descobertas são boas notícias.

“Nos anos 70 e 80, na Índia e na China, a situação da perda de vegetação não era boa”, disse em comunicado à imprensa Rama Nemani, pesquisador da Nasa que participou do estudo.

“Nos anos 90 as pessoas perceberam isso, e hoje as coisas melhoraram”.

Mas os cientistas também fazem alertas e ressalvas.

Por exemplo, na Índia, o aumento na produção de alimentos depende da irrigação das águas subterrâneas. Se essa água acabar, a tendência pode mudar.

Além disso, estudiosos destacam que o aumento da vegetação em todo o mundo não compensa os danos causados ​​pela perda da cobertura natural em regiões tropicais, como o Brasil e a Indonésia.

“As consequências para a sustentabilidade e a biodiversidade desses ecossistemas permanecem”, diz o relatório.

Além disso, como Nemani explica à BBC News Mundo, “a terra dedicada à agricultura não ajuda a armazenar carbono, como é o caso das florestas”.

 

Fonte: bbc.com/portuguese

fevereiro 9, 2018

Camada de ozônio se recupera, mas melhora ainda é irregular

A camada de ozônio — que protege o planeta da perigosa radiação ultravioleta — está se recuperando nos polos, mas o mesmo não vem ocorrendo em latitudes baixas, que são as áreas mais populosas. Desde a década de 1970, o ozônio entrou em declínio devido à alta concentração de alguns produtos químicos. Com a proibição dessas substâncias, partes da camada vêm se recompondo, particularmente nos extremos da Terra. Porém, segundo um estudo da União Europeia de Geociências publicado na revista Chemistry and Physics, a base da camada de ozônio não se recuperou, e a causa desse fenômeno é desconhecida.

O ozônio é uma substância formada na estratosfera, a região da atmosfera entre 10km e 50km de altitude, acima da troposfera, onde vivemos. Ele é produzido em latitudes tropicais e distribuído ao redor do globo. Uma grande porção da camada da substância reside na parte baixa da estratosfera. A camada de ozônio absorve muito da radiação do Sol, que, se alcançar a superfície da Terra, pode causar danos ao DNA das plantas, dos animais e dos humanos.Nos anos de 1970, foi reconhecido que químicos chamados CFCs, usados, por exemplo, em refrigeração e aerosol, estavam destruindo o ozônio na estratosfera. O efeito era pior na Antártida, onde se formou um buraco. Em 1987, o Protocolo de Montreal foi assinado, levando à extinção dos CFCs. Recentemente, surgiram os primeiros sinais de recuperação na região do polo. A estratosfera superior a baixas latitudes também está mostrando claros sinais de recuperação, mostrando que o protocolo foi importante.

Contudo, apesar desse sucesso, os cientistas europeus revelaram que o ozônio estratosférico não está se recuperando nas baixas latitudes, entre 60 Norte e 60 Sul, devido a declínios inesperados na camada que se localiza na parte baixa da estratosfera. “O ozônio vem caindo seriamente no mundo desde 1980, mas, enquanto o banimento dos CFCs está levando a uma recuperação nos polos, o mesmo não parece ser verdade para baixas latitudes”, afirma Joanna Haigh, coautora do trabalho e codiretora do Instituto de Mudanças Climáticas e Ambientais do Imperial College Londres. “O potencial para provocar danos nas latitudes baixas pode ser menor do que vimos nos polos antes de o Protocolo de Montreal ser assinado, mas a radiação UV é mais intensa nessas regiões e mais pessoas vivem aí”, observa.

A causa desse declínio não é certa, embora os autores sugiram algumas possibilidades. Uma é o fato de as mudanças climáticas estarem alterando o padrão da circulação atmosférica, fazendo com que mais ozônio seja levado dos trópicos. A outra possibilidade é que substâncias de vida muito curta (VSLSs, pela sigla em inglês), que contêm cloro e bromo, estejam destruindo o ozônio na baixa estratosfera. Os VSLSs incluem químicos usados como solventes e tintas. Um deles é utilizado, inclusive, para substituir os CFCs em produtos “ozônio-friendly” (amigos da camada de ozônio).

Surpresa

“A descoberta do declínio de ozônio na baixa latitude é uma surpresa, já que nossos melhores modelos de circulação atmosférica não predizem esse efeito. Substâncias de vida muito curta podem ser o fator que falta nesses modelos”, acredita William Ball, pesquisador do Instituto Federal de Tecnologia de Zurique que liderou a análise dos dados. Acreditava-se que essas substâncias não persistiriam muito na atmosfera a ponto de alcançar a altura da estratosfera e afetar o ozônio, mas, agora, mais pesquisa terá de ser feita.
Para conduzir a análise, a equipe desenvolveu novos algoritmos que combinam dados de satélite obtidos por diferentes missões internacionais, desde 1985. “O estudo é um exemplo de um esforço concentrado para monitorar e entender o que está acontecendo com a camada de ozônio”, observa Ball.

Embora alguns bancos de dados tenham apontado previamente para o declínio do ozônio, a aplicação de técnicas avançadas e análises seriais revelou um padrão de longo prazo na queda do ozônio em altitudes e longitudes mais baixas da estratosfera. Os pesquisadores dizem que o foco, agora, deveria ser conseguir dados mais precisos sobre esse declínio e determinar o que provavelmente está provocando o fenômeno, por exemplo, examinando a presença de VSLSs na estratosfera.

Fonte: correiobraziliense

fevereiro 2, 2018

O que a mudança brusca de temperatura durante o eclipse da superlua pode ajudar a revelar?

Os eclipses lunares como o que se viu nesta quarta-feira (31) são um grande espetáculo.  Quem observou o céu conseguiu apreciar uma lua mais brilhante e maior, conhecida como superlua, que também coincidiu com um eclipse, com uma lua azul e uma lua de sangue, que resultou em imagens incríveis.

Mas os cientistas que investigam as características do satélite natural da Terra ganharam mais um presente. Eclipses como o de quarta-feira são uma oportunidade perfeita para estudar a Lua usando uma câmera térmica astronômica, de acordo com a agência espacial norte-americana Nasa. “Durante um eclipse lunar, a oscilação da temperatura é tão dramática que é como se a superfície da Lua passasse de um forno a um freezer em poucas horas”, explica o cientista Noah Petro, do Orbitador de Reconhecimento Lunar da Nasa. A temperatura na superfície lunar durante um eclipse varia entre 93°C e -128°C.

O regolito

A mudança de temperatura é extrema e ocorre em um período relativamente curto. Do Observatório Haleakala, na Ilha de Maui, no Havaí, pesquisadores americanos fizeram testes medindo comprimentos de ondas invisíveis para detectar o calor. O principal objetivo foi estudar as características do regolito, a camada que recobre as rochas tanto na Lua quanto na Terra – formada por materiais diferentes em cada um desses astros -, diz a Nasa.

Ter uma compreensão clara de qual é a composição do solo na Lua é valioso para que as futuras missões tripuladas localizem pontos confiáveis para fazer um pouso lunar. “Se você quiser pousar em um ponto, você quer ter certeza de que é um lugar seguro e relativamente livre de rochas”, disse o cientista da Nasa Rick Elphic à NPR (Rádio Pública Nacional dos Estados Unidos, na sigla em inglês). “Um lugar onde suas botas não vão afundar em 18 polegadas (45 cm) ou algo assim”, diz ele.

O lado escuro das crateras

O eclipse desta quarta-feira também ajudou no mapeamento da superfície lunar, uma tarefa que centros como o Orbitador de Reconhecimento Lunar têm a oportunidade de realizar uma ou duas vezes por ano, quando ocorrem eclipses lunares totais. “Toda a natureza da Lua muda quando é observada com uma câmera térmica durante um eclipse”, diz Paul Hayne, do Laboratório de Física Atmosférica e Espacial da Universidade de Colorado Boulder. Como explica a Nasa, quando ocorre um eclipse, crateras desconhecidas ficam expostas, uma vez que as rochas perdem calor com mais ou menos rapidez, dependendo de seu tamanho. “Algumas crateras começam a brilhar porque as rochas das quais são formadas ainda estão quentes”, diz Hayne.

janeiro 30, 2018

Pesquisador diz que o sistema solar aponta para um Criador

Um novo estudo publicado na revista científica The Astronomical Journal, mostra que nosso sistema solar pode ser único em todo o universo. As características que tornam o nosso arranjo planetário único são os mesmos elementos que tornam a Terra habitável, explica Jay Richards, pesquisador do Discovery Institute e co-autor do livro “O Planeta Privilegiado”.

Os astrofísicos da Universidade de Montreal, no Canadá, estudaram 909 planetas e 355 estrelas e descobriram que, ao contrário do nosso sistema solar, os planetas em outros sistemas são de tamanho semelhante, com espaçamento regular entre suas órbitas, lembra a pesquisadora Lauren Weiss. Em nosso sistema solar, Júpiter, o maior planeta, é 28,5 vezes maior em diâmetro que o menor planeta, Mercúrio e os planetas têm espaços surpreendentemente grandes entre suas órbitas. Os pesquisadores observaram que essas variações poderiam sugerir que nosso sistema solar se formou de maneira bem diferente dos outros no universo.

Weiss disse que essas disparidades “não ocorreriam se os tamanhos ou espaçamentos dos planetas fossem atribuídos aleatoriamente”. Os pesquisadores compararam as propriedades distintas de nossos planetas às interrupções causadas pelos tamanhos de Júpiter e Saturno. Para Richards, esse design incomum de nossos corpos planetários mostra a mão de um Criador. O estudioso acredita que esse novo estudo certamente mostra algo muito incomum no nosso sistema solar, formado por alguns planetas rochosos na parte interna, com uma zona habitável (onde fica a Terra) e um par de gigantes cheios de gás na parte externa para proteger os planetas rochosos, exatamente o que é necessário para haver vida.

“Se você está tentando construir um sistema habitável, ele precisaria ser muito, muito parecido com o que temos aqui”, destaca.

Fonte: Gospel Prime

novembro 21, 2017

Planeta de temperatura e tamanho semelhante à Terra pode abrigar vida

Um planeta com tamanho e temperatura similares à Terra, orbitando uma estrela a apenas 11 anos luz de distância do nosso planeta, pode ser “o lugar com maior probabilidade de vida extra-terrestre perto de nós”, segundo estudo da Universidade de Geneva, na Suíça. Batizado como Ross 128, a estrela orbita outra estrela anã com metade da temperatura do sol e se locomove em direção ao nosso mundo, mas só deve nos alcançar daqui há 79 mil anos, algo considerado um piscar de olhos nos anos cósmicos. Ross só foi descoberto com uma parceria entre o Observatório do Sudeste Europeu e o Observatório de La Silla, no Chile.

Segundo o estudo, o planeta deve ter temperatura entre -60 e 20ºC e recebe 1,38 vezes mais radiação da estrela a qual orbita do que a Terra recebe do sol, algo que pode decrescer as possibilidades de vida ali. Mesmo assim, as expectativas da comunidade acadêmica são grandes. “Essa descoberta é baseada em mais de uma década de monitoramento intensivo com dados e análises técnicas”, afirmou em entrevista ao jornal britânico Daily Mail o coautor da publicação científica, Dr. Nicola Astudillo-Defru. Com a tecnologia atual, porém, um astronauta levaria 141 mil anos para alcançá-la.

setembro 12, 2017

As sondas espaciais que espantam os cientistas 40 anos após o lançamento

Lançada há 40 anos, a sonda Voyager 1 já está a 28,8 bilhões de km de distância da Terra.

“Nunca paro de me surpreender. É uma tecnologia dos anos 1970”, diz Enrique Medina, o principal controlador da missão. “É uma das obras de engenharia mais exemplares já feitas.”

Em 1977, ela foi lançada ao espaço com uma “irmã”, a Voyager 2, para explorar os limites do Sistema Solar.

As sondas usaram um raro alinhamento para se lançarem até Júpiter e Saturno.

Além de fazerem registros, elas levam gravações de sons da Terra e outras informações sobre a humanidade.

Os transmissores operam com apenas 20 watts, o mesmo que uma lâmpada de geladeira. Mesmo assim, mandaram imagens espetaculares de Júpiter, revelando que sua grande mancha vermelha é na verdade uma tempestade gigantesca.

As sondas também fotografaram os anéis de Saturno e descobriram novas luas.

Anos depois, a Voyager 2 passou por Netuno e Urano e fez mais imagens.

Em 1990, a Voyager 1 tirou uma foto da Terra à distância, em que o planeta parecia ser apenas um pontinho, o que inspirou o apelido de “pálido ponto azul” para nosso planeta.

“É um pontinho, uma coisinha minúscula flutuando no espaço. Um único evento cósmico poderia acabar com toda a vida que conhecemos”, Emily Lakdawalla, membro da Sociedade Planetária, uma organização voltada à promoção da exploração espacial.

Viajando a 61 mil km/h, a Voyager 1 já chegou ao espaço interestelar.

Ela é hoje o objeto criado pelo homem que está mais distante da Terra. E, junto com a Voyager 2, vai continuar a viajar pelo espaço sideral por muito tempo, mesmo depois que suas fontes de energia se esgotarem.

Clique aqui e confira o vídeo

Fonte: bbc.com/portuguese

agosto 18, 2017

Eclipse Solar acontece dia 21 de agosto e com ele serão cumpridas as profecias contidas na Bíblia?

Na próxima segunda-feira, 21 de agosto, acontecerá um dos eventos mais esperados dos últimos anos – O Eclipse Solar Total, que poderá ser visto na América do Norte, na América Central, no Caribe, ao norte da América do Sul e ao oeste da Europa e da África. Já no Brasil, o Eclipse será parcial, podendo ser visto  na maior parte do país, principalmente nas regiões norte e nordeste.

Mas por trás do fenômeno, também poderá vir tsunamis e furacões, foi o que alertou a Nasa. Seriam os sinais espirituais que estão contidos na Bíblia prestes a acontecer? “Definitivamente estamos começando a ter maus presságios. Por isso, vamos estar em oração, perto da presença de Deus e crer no Seu amor e no Seu poder que guarda a nossa geração”, diz Bispo Robson Rodovalho.

Confira o que Rodovalho diz a respeito em seu canal no Youtube.  Para ver em outras versões, acesse facebook.com/bisporobsonrodovalho

julho 14, 2017

Nasa divulga imagens da Grande Mancha Vermelha de Júpiter

Fonte: internet

Fonte: internet

Miami, Estados Unidos – A Nasa divulgou na quarta-feira (13/7) uma série de impressionantes imagens da tempestade de Júpiter conhecida como Grande Mancha Vermelha, obtidas através de uma sonda não tripulada. A sonda Juno, da agência espacial americana, sobrevoou a tormenta na segunda-feira, oferecendo a visão mais próxima desta icônica característica do maior planeta do nosso sistema solar.

“Durante centenas de anos os cientistas têm observado e teorizado sobre a Grande  Mancha Vermelha de Júpiter”, destacou Scott Bolton, principal pesquisador da Juno no Southwest Research Institute, em San Antonio. “Agora temos as melhores imagens da história”. As imagens podem ser vistas em https://www.missionjuno.swri.edu/junocam/processing

Os pesquisadores esperam saber mais sobre o que impulsiona esta tempestade, e Bolton avaliou que levará algum tempo para analisar os dados capturados por oito instrumentos de Juno quando sobrevoou a tormenta, a 9.000 km de altitude.
A Grande Mancha Vermelha tinha 16.350 km de largura no dia 3 de abril passado. O fenômeno é monitorado desde 1830 e existe, possivelmente, há mais de 350 anos. A Nasa tem fotografado o fenômeno ao longo dos anos através de telescópios e sondas.
Juno partiu em 5 de agosto de 2011 de Cabo Canaveral, Flórida, e orbita Júpiter há pouco mais de um ano. “Estas imagens tão esperadas da Grande Mancha Vermelha de Júpiter são a ‘tempestade perfeita’ de arte e ciência”, opinou Jim Green, diretor de ciência planetária da Nasa. “Estamos encantados de compartilhar a beleza e a emoção da ciência espacial com todos”.