agosto 28, 2019

Cientista está a um passo da cura da esclerose múltipla

Após anos de pesquisa, uma cientista de Cambridge está a um passo da cura da esclerose múltipla.

A doutora Su Metcalfe, pesquisadora associada sênior da Universidade de Cambridge, descobriu uma mudança dentro da célula imunológica que poderia ser “reinicializada” para retornar à sua atividade normal.

“Não estamos usando nenhuma droga, estamos simplesmente ligando os próprios sistemas do corpo de auto-tolerância e reparo”, disse Metcalfe ao Cambridgeshire Live.

“Não há efeitos colaterais. A auto-imunidade acontece quando a balança está um pouco errada e nós simplesmente redefinimos isso. Uma vez feito isso, ele se torna autossustentável e você não precisa continuar dando terapia, porque o corpo tem seu equilíbrio de volta”.

Como

Um dos principais elementos da pesquisa pré-clínica envolve o fator inibidor da leucemia (LIF): uma pequena proteína sinalizadora que age nas células-tronco do corpo.

“O [LIF] é capaz de ativar essas células, para substituir as células danificadas durante o reparo do tecido – por exemplo, o reparo de um músculo rasgado”, diz Metcalfe.

“Outro papel importante do LIF é manter um sistema nervoso central saudável, protegendo os nervos e mantendo a mielina.”

História

Em 2013, ela fundou a empresa Cambridge LIF-NanoRx para aprofundar a pesquisa.

Sua ideia era guiar uma dose medida das minúsculas partículas especializadas até os nervos danificados e repará-los.

No entanto, quando as partículas LIF foram implantadas como um agente terapêutico, ela descobriu que o corpo quebrou LIF após 20 minutos.

Eles são tão minúsculos que a área da superfície é muito maior do que a massa.

Suas propriedades e tamanho especiais os tornam especialmente adequados para administrar terapias no interior das células.

Nanopartículas

A Dr. Metcalfe produziu nanopartículas usando o mesmo tipo de material que os pontos de dissolução.

Ela os combinou com a proteína LIF para prolongar a vida útil do agente de reparo no corpo – e até agora, seu teste foi muito bem-sucedido.

Não só o LIF tem tempo para alcançar as áreas danificadas como as nanopartículas acabam se dissolvendo dentro do corpo, deixando apenas dióxido de carbono e água.

Reversão

Isso significa que o tratamento “duplo golpe” de Metcalfe pode reverter a autoimunidade ao mesmo tempo em que repara o dano que causou no cérebro de um paciente.

Embora a pesquisa do Dr. Metcalfe tenha sido focada na esclerose múltipla, ela espera ajustar essas descobertas para fazer o mesmo com a psoríase e o diabetes – e se ela puder desenvolver a técnica para passar pela barreira hematoencefálica, ela poderia inclusive ser usada para curar a demência.

Dependendo do interesse das empresas farmacêuticas e dos investidores privados pelo financiamento, os testes em humanos podem começar em 2020.

Fonte: sonoticiaboa

março 19, 2019

Pesquisadores do Oeste do Paraná criam torre inédita de energia híbrida com ajuda do vento e do sol

Após 5 anos de estudos, pesquisadores do Oeste do Paraná criaram uma torre inédita de energia híbrida que aproveita o potencial do vento e do sol para gerar energia.

Bispo Robson Rodovalho, que também é cientista parabenizou a iniciativa: “Parabéns, Brasil e Paraná pela invenção da unidade de geração de Energia de Grafeno com placas solares, uma iniciativa super moderna e inteligente. Me alegra ver uma nova geração de cientistas brasileiros despontado”.

A invenção do Oeste do Paraná é algo inédito na América Latina. A torre utiliza ainda um minério que promete mudar a área energética.  De longe já dá para enxerga-lá. Quem passa pela BR 277, na saída para Curitiba, nota esta estrutura diferente no pátio da Fundetec, são 14 metros de altura, resultado de 5 anos de pesquisa.

Diferente daquelas hélices que estamos acostumados a ver em torres de energia eólica, esta torre tem três hastes com pás que giram conforme a intensidade do vento. A maior geração de energia vem mesmo do movimento do ar, mas ela ainda tem um bônus: a torre é híbrida, então também tem placas que captam a energia do sol. A ideia é oferecer uma alternativa energética mais eficiente do que os sistemas energéticos já existentes e se tornar uma opção de energia para consumidores intermediários, como as indústrias.

A invenção ainda está passando por alguns ajustes, mas já está cheia de curiosos ansiosos para ter um exemplar. A torre deve se tornar algo comercial nos próximos meses e já tem um mercado enorme aguardando por ela.

O vídeo completo você confere nas redes sociais:

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fevereiro 27, 2018

Forma de caminhar pode ajudar no diagnóstico da demência

A demência tem um diagnóstico complexo, vinculado a uma avaliação clínica. Identificar o tipo de demência que acomete um paciente também não é diferente. Segundo cientistas da Alemanha, esse processo poderá ser facilitado observando a forma como as pessoas caminham. Em experimento com 103 voluntários, eles conseguiram diferenciar os transtornos analisando como eles andavam por pouco mais de 20 metros. Os resultados foram apresentados na última edição da revista Neurology e podem contribuir para a área de tratamento cognitivo.

O envelhecimento da população foi um dos fatores que motivaram os cientistas a desenvolver um método de diagnóstico. “Por conta da melhora na expectativa de vida em todo o mundo, a parcela de idosos está crescendo. Isso inevitavelmente acompanhará um aumento do número total de demências e distúrbios de marcha (caminhada) em todo o mundo”, diz ao Correio Charlotte Selge, pesquisadora da Universidade Ludwig Maximilian de Munique e uma das autoras do estudo.

O teste desenvolvido consegue diferenciar pacientes que sofrem com hidrocefalia de pressão normal idiopática (iNPH, pela sigla em inglês) daqueles com paralisia supranuclear progressiva (PSP), dois tipos de demência bastante parecidos. “O que ambas têm em comum é o fato de que são clinicamente caracterizadas por disfunção da marcha e comprometimento cognitivo. Além disso, parecem compartilhar mecanismos fisiopatológicos. Existem critérios de diagnóstico aceitos para PSP e iNPH. No entanto, o diagnóstico diferencial pode ser difícil”, detalha Selge.

Participaram da pesquisa 27 pessoas com iNPH, 38 pessoas com PSP e 38 pessoas saudáveis. Todas foram submetidas a um exame neurológico completo, análises oculares, ressonância magnética, além de testes cognitivos e de memória. Para avaliar como os voluntários andavam, eles tiveram que caminhar sobre um tapete sensível à pressão com 22 metros de comprimento. Primeiro, foram instruídos a caminhar em três velocidades: lenta, a preferida e o mais rápido possível. Em seguida, tiveram que caminhar de costas e, ao mesmo tempo, contando de forma decrescente. Como última tarefa, andaram para frente carregando uma bandeja.

Os pesquisadores descobriram que, na segunda tarefa, houve maior redução da velocidade de caminhada nos voluntários com PSP, quando comparados aos com iNPH. Ao caminhar e carregar uma bandeja, a marcha piorou para aqueles com PSP, mas melhorou consideravelmente para os voluntários de iNPH. O resultado, segundo os autores, pode significar que o teste de dupla tarefa não foi suficientemente desafiante para os participantes com iNPH. “As pessoas com PSP parecem ser mais sensíveis a esses testes de caminhada de duas tarefas do que as que sofrem com iNPH”, frisa Selge.

Ao avaliar apenas a caminhada, a equipe diagnosticou com precisão de 82% quem tinha PSP e os pacientes de iNPH.  Ao adicionar outra tarefa aos testes, a precisão diagnóstica aumentou para 97%. Os cientistas acreditam que a abordagem pode  ajudar na melhora do diagnóstico das doenças. “Nossas descobertas sugerem que adicionar esses testes de dupla tarefa seria uma forma econômica de refinar o diagnóstico de iNPH. Estudos futuros podem até aumentar a complexidade das tarefas para avaliar se elas fornecem ainda mais precisão, bem como informações sobre como as duas doenças afetam a marcha”, diz Selge.

Reversão

O diagnóstico precoce pode ter efeitos determinantes. Segundo a pesquisadora, a iNPH é uma das causas raras de desordem de demência potencialmente tratável e reversível, mas ainda é pouco identificada. “Ela é causada por excesso de líquido no cérebro e, muitas vezes, pode ser revertida, mas, geralmente, não é diagnosticada porque compartilha sintomas como problemas ao andar e se equilibrar, que também estão presentes em outras condições neurológicas, principalmente na paralisia supranuclear progressiva (PSP), que é causada por danos nas células nervosas no cérebro”, explica.

Thalita Dayrell Leite Quinan, neurologista e professora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), avalia que a pesquisa alemã traz dados que podem ser úteis principalmente na área de diagnóstico cognitivo. “O que mais se destaca nessa pesquisa são a aplicabilidade e praticidade do dual task — um teste cognitivo e motor de duas tarefas simultâneas, como caminhar segurando algo — e sua alta sensibilidade para o diagnóstico de hidrocefalia de pressão normal”, frisa.

A neurologista ressalta ainda a necessidade de mais dados que auxiliem no diagnóstico da demência em casos classificados como potencialmente reversíveis. “Na hidrocefalia de pressão normal, o tratamento é eminentemente cirúrgico. Ou seja, destoa potencialmente do tratamento das demais demências, como Alzheimer, corpúsculos de Lewy, fronto-temporal e vascular”, diferencia. “Assim, o diagnóstico correto pode mudar o tratamento da doença e o prognóstico do paciente, que, em alguns casos, pode ter possibilidade de cura.”

Fonte: correiobraziliense

fevereiro 16, 2018

Espectógrafo no Chile é considerado aliado na busca de vida extraterrestre

Astrônomos de todo o mundo estão em contagem regressiva para o início oficial das atividades do Espresso, um poderoso espectrógrafo instalado no Observatório de Paranal, no norte do Chile. Com uma inigualável precisão para detectar e analisar as características dos exoplanetas, o equipamento desde já é considerado o melhor aliado dos especialistas na busca de vida extraterrestre.
Quando começar a funcionar, em outubro próximo, o sofisticado instrumento permitirá a ampliação do alcance e a potência dos quatro enormes telescópios VLT (Very Large Telescope) montados em Paranal, sob a tutela do Observatório Europeu Austral (ESO), em pleno deserto do Atacama.

A região tem um dos céus mais limpos do planeta, com características favoráveis para a observação do espaço. Por esse motivo, é lá que estão os maiores observatórios. Em um ambiente tão propício, estima-se que 70% da infraestrutura astronômica do mundo estará concentrada no Chile até 2020.

Especialistas são unânimes em afirmar que o Espresso (Echelle Spectrograph for Rocky Exoplanet and Stable Spectroscopic Observations, ou Espectrógrafo para Exoplanetas Rochosos e Observações Espectroscópicas Estáveis, em tradução livre) representa um projeto sem precedentes que ajudará a lançar mais luz sobre os exoplanetas.

Exatidão

Atualmente considerado o espectrógrafo mais preciso instalado no Observatório La Silla (também no deserto do Atacama), o Harps se verá superado pelo Espresso, em função de sua maior precisão para medir exoplanetas. “O Espresso terá uma precisão 10 vezes maior do que o instrumento mais preciso que existe no mundo, que é o Harps”, afirmou o astrônomo italiano Gaspare Lo Curto, do ESO, um dos líderes desse projeto.

Lo Curto destacou, ainda, que o Espresso estará disponível nos quatro telescópios ao mesmo tempo, algo nunca antes realizado. “Motivo pelo qual as probabilidades de encontrar planetas similares à Terra em massa e em tamanho, ou em condições para vida, são maiores”, enfatizou o astrônomo italiano.

O espectrógrafo também aproveitará os 8,2 metros de diâmetro dos espelhos dos telescópios de Paranal, superior aos 3,6 metros do instrumento de La Silla. Todas essas potencialidades permitirão ao Espresso ser capaz de detectar planetas menores, parecidos em tamanho e massa com a Terra.

O trabalho do espectrógrafo consistirá em reunir toda luz que os telescópios VLT coletam de alguma estrela orbitada pelo exoplaneta, o que permitirá medir o deslocamento de ambos os corpos. Por meio desse método, conhecido como “velocidade radial”, os cientistas obterão informações sobre o exoplaneta, como sua atmosfera, se conta com oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono, ou mesmo água, elementos vitais para a vida.

A luz que os telescópios recebem viaja por túneis que atravessam a superfície e chega mediante lentes ópticas até o Espresso, onde a informação desembarca por cabos de fibra óptica. O Espresso será operado da sala de controle do Observatório Paranal.

Desde 1995, quando os astrônomos suíços Michel Mayor e Didier Queloz descobriram o primeiro exoplaneta (planetas que se encontram fora do Sistema Solar), os especialistas assumiram a tarefa de esquadrinhar os confins do Universo para estudar esses corpos celestes. Ainda não conseguiram determinar, porém, se algum deles tem condições parecidas com as da Terra.

“É uma grande oportunidade ter um instrumento tão avançado quanto o Espresso. Por suas capacidades, vai nos ajudar a responder a uma das grandes perguntas que temos na astronomia, que é analisar e entender planetas extrassolares”, declarou o astrônomo chileno Rodrigo Herrera Camus, do Instituto Max Planck, da Alemanha.

Testes

Atualmente em fase de testes, o Espresso foi instalado no início do ano passado a cerca de quatro metros de profundidade da plataforma, na qual se encontram os telescópios VLT, no Monte Paranal, a 2.600 metros de altitude. O novo instrumento astronômico está no interior de um contêiner metálico como proteção, já que conta com sofisticados e delicados instrumentos ópticos, e porque deve estar a uma temperatura média de 150ºC abaixo de zero.
Inaugurado em 1998, o Observatório óptico Paranal é catalogado como o mais complexo de sua classe por seus diferentes instrumentos e telescópios, que permitem aos astrônomos uma ampla gama de pesquisas em áreas limitadas para os outros observatórios.

Fonte: correiobraziliense.com.br

dezembro 19, 2017

No livro Sinais – Como percebê-los – de Robson Rodovalho você vai entender os sinais do Universo

Quer ter olhos para enxergar, ouvidos para ouvir e um coração preparado para perceber tudo aquilo que Deus tem para você? No livro Sinais – Como percebê-los, do físico Robson Rodovalho você vai  perceber e entender os sinais do Universo, um dos desafios recorrentes dessa geração.
Na obra,  o autor instiga o leitor a abrir os olhos para enxergar além do cenário projetado e mostra como Deus fala por meio de várias formas, e cabe a cada um ouvir a Sua voz e entender o Seu chamado.
“Acho muito triste alguém viver uma vida inteira sem perceber o que Deus tem a dizer e mostrar para ele. Ou seja, tem olhos e ouvidos que são perfeitos, mas que não conseguem entender os sinais. Só enxerga aquilo que é matéria, que está na sua frente, os aspectos materiais”, afirma.
Esse livro tem o potencial de te levar a um novo nível de discernimento sobre as realidades espirituais. Não perca tempo! Ficou interessado? Saiba mias em www.sarabrasil.com.br

novembro 13, 2017

Livro O Código do Universo figura entre os mais vendidos na lista da Veja

O livro O Código do Universo, de Robson Rodovalho, figura entre os exemplares mais vendidos em todo o país segundo a revista Veja.  A cada semana, o site de notícias divulga uma lista dos livros mais vendidos nas três categorias: “Ficção”, “Não Ficção” e “Autoajuda e Esoterismo”. Essas listas são baseadas nas vendas dos principais e-commerces do Brasil.

O Código do Universo é uma leitura obrigatória  para aqueles que querem entender como a teoria quântica e a espiritualidade explicam a vida. Na obra, você vai passar a compreender como o universo conspira a seu favor. Um verdadeiro mergulho na natureza física em busca de respostas que mostram ser possível, ou não, a espiritualidade estar presente no universo. Será que cada partícula e cada átomo têm elementos específicos e inteligentes, capazes de tomar decisões e fazer escolhas por conta própria?

Saiba que ter a capacidade de ler os sinais do universo que chegam ao nosso cotidiano através dos fenômenos físicos, que de forma tão plena interagem conosco, é fundamental para uma visão de vida plena, bem além do véu da materialidade. Desvende os mistérios que circundam a vida humana.

 

outubro 6, 2017

Mergulhe no mundo científico e espiritual da Física Quântica com o livro Ciência e Fé, do físico Rodovalho

Mergulhe no mundo científico e místico da Física Quântica com o livro Ciência e Fé, do Bispo RobsonPara você que deseja entender um pouco mais sobre ciência e espiritualidade, o físico e bispo Robson Rodovalho escreveu o livro Ciência e Fé : O reencontro pela física quântica. O autor mostra como a fé e o intangível se misturam e se completam, para no final se tornarem uma só coisa.

“Vivemos em um mundo dividido em pelo menos três realidades: o mundo de nossa convivência, o macrocósmico  e ainda o microcósmico. A realidade não é apenas a que enxergamos, apalpamos, sentimos ou na qual convivemos. Ela é muito maior, mais complexa e misteriosa do que podemos imaginar ou perceber visivelmente ou através de aparelhos”, explica.

Não perca tempo e adquira esta ferramenta de conhecimento e espiritualidade. Acesse  sarabrasil.com.br ou vá a uma loja Sara Brasil mais próxima.

agosto 25, 2017

Cientistas criam bactéria ‘ciborgue’ que gera combustível verde a partir da luz do sol

As bactérias “ciborgues” produzem ácido acético, que pode ser transformado em combustível e em plástico. Durante testes realizados em laboratório, a bactéria se provou muito mais eficiente em absorver energia do sol do que as plantas. O estudo foi apresentado em um encontro da Sociedade Americana de Química (ACS, na sigla em inglês) em Washington, nos Estados Unidos. Há muitos anos cientistas vinham tentando replicar artificialmente a fotossíntese.

Ciborgues

Na natureza, a clorofila é a chave para esse processo, ajudando as plantas a converter gás carbônico e água, usando a energia solar, em oxigênio e glicose.

Mas cientistas dizem que esse processo, embora funcione, é relativamente ineficiente.

Isso tem representado um grande problema para a maioria dos sistemas artificiais desenvolvidos até agora. O experimento busca aprimorar essa eficiência ao equipar a bactéria com “painéis solares”.

Depois de estudarem a antiga literatura sobre a microbiologia, pesquisadores perceberam que algumas bactérias têm uma defesa natural contra cádmio, mercúrio ou chumbo, o que permite a esses micro-organismos transformar metais pesados em um sulfureto, caracterizado por um minúsculo semicondutor cristalino em suas superfícies.

“É ridiculamente simples, aproveitamos uma habilidade natural dessas bactérias que nunca foi examinada através das lentes dos microscópios”, diz Kelsey Sakimoto, da Universidade de Harvard, em Massachusetts, nos Estados Unidos.

“Nós as cultivamos e introduzimos uma pequena quantidade de cádmio, e organicamente essas bactérias produzem cristais de sulfeto de cádmio que então se aglomeram no topo de seus corpos”, acrescenta.

“Você as cultiva em um líquido e adiciona pequenas gotas de solução de cádmio. Após alguns dias, aparecem esses organismos fotossintéticos”, explica Sakimoto.

“É tudo muito simples, é como uma alquimia.”

Essas bactérias “encorpadas” produzem ácido acético, essencialmente vinagre, a partir do gás carbônico, água e luz. A eficiência do processo é de 80%, quatro vezes maior do que o nível de painéis solares comerciais e mais do que seis vezes o nível da clorofila.

Bactéria 'ciborgue'

Direito de imagemKELSEY SAKIMOTO Image captionMicro-organismo é capaz de fazer fotossíntese de forma muito mais eficiente do que plantas

Luz solar

Sakimoto diz acreditar que essas bactérias podem ser mais eficientes do que outras iniciativas de gerar combustível verde a partir de fontes biológicas.

Atualmente, outras técnicas de fotossíntese artificial exigem eletrodos sólidos e caros.

Já o processo que usa a bactéria “ciborgue” só exige vasos grandes cheios de líquido expostos ao sol – a partir daí, as bactérias se autorreplicam e se autorregeneram.

Trata-se, portanto, de uma tecnologia de baixo resíduo e que deve gerar mais resultados em áreas rurais ou em países em desenvolvimento.

As pesquisas foram realizadas na Universidade da Califórnia em Berkeley, no laboratório de Peidong Yang.

“O objetivo da pesquisa no meu laboratório é essencialmente ‘superalimentar’ bactérias não fotossintéticas ao fornecer a elas energia na forma de elétrons de semicondutores, como sulfureto de cádmio, que absorvem a luz de forma mais eficiente”, diz Yang.

“Agora estamos buscando absorvedores de luz mais benignos do que o sulfureto de cádmio para fornecer à bactéria a energia que vem da luz”, acrescenta.

Os pesquisadores dizem acreditar que o processo, embora constitua um passo novo e importante, pode não ser a tecnologia que prevalecerá.

“Há tantos sistemas surgindo e realmente só começamos a explorar as diferentes formas de combinar química e biologia”, explica Sakimoto.

“Há uma possibilidade real de que há alguma tecnologia que vai surgir e melhorar nosso sistema”, conclui.

Fonte: bbc.com/portuguese

julho 29, 2017

Astrônomos ficam surpresos com descoberta em ‘berçário’ estelar

Nebulosa de Órion/foto internet

Nebulosa de Órion/foto internet

Astrônomos ficaram surpresos ao encontrar estrelas de três idades diferentes em um “berçário” estelar na Via Láctea, pondo em questão o consenso científico sobre como as estrelas se formam.

O Very Large Telescope do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, identificou três grupos distintos de estrelas bebê na nebulosa de Órion – a “fábrica” de estrelas mais próxima da Terra -, informou uma equipe de cientistas nesta quarta-feira (26/7).
“Olhar para os dados pela primeira vez foi um daqueles momentos ‘uau!’ que ocorrem apenas uma ou duas vezes na vida de um astrônomo”, disse em um comunicado o astrônomo do ESO Giacomo Beccari.
As imagens revelam “sem dúvida que estamos vendo três populações distintas de estrelas nas partes centrais de Orion”, acrescentou.
Anteriormente, acreditava-se que todas as estrelas em uma jovem nebulosa se formavam simultaneamente. Agora, parece que o nascimento das estrelas ocorre em irrupções, “e mais rapidamente do que se pensava”, disse a equipe.
Com base no brilho e na cor das estrelas na nebulosa de Órion, a equipe determinou que três grupos diferentes de estrelas nasceram dentro de um período de três milhões de anos.
As nebulosas são nuvens maciças de gás e poeira onde as estrelas se originam. A mais conhecida é a nebulosa de Orion, a 1.350 anos-luz da Terra.
Ela é visível a olho nu como o ponto mais brilhante ao redor do “cinturão” da constelação de Órion.

julho 25, 2017

Robson rodovalho e Gerald Schroeder lançam livro Comentários Científicos de Gênesis

Por que existe algo em vez de nada? Não há nenhuma explicação científica para isso. A única explicação que temos é a Bíblia, porque há um Deus que trouxe existência em Seu ser. Quer saber mais?  Confira no mais novo livro de Robson Rodovalho e Gerald Schroeder – Comentários Científicos de Gênesis. Uma explicação dos fenômenos científicos à luz do hebraico original e da cosmologia moderna.

“Por meio de uma análise detalhada da Bíblia, vemos que a ciência está em alinhamento com a mesma. Esse alinhamento não nos surpreende, pois o mesmo Autor que criou o Universo nos presenteou com o texto bíblico”, destacam os autores. 

Para saber onde encontrar acesse www.sarabrasil.com.br e ou vá a uma loja SBE mais próxima!