março 20, 2019

Robson Rodovalho parabeniza físico brasileiro por prêmio Nóbel do diálogo e espiritualidade

O astrônomo brasileiro  Marcelo Gleiser, de 60 anos, foi escolhido como o vencedor do prêmio Templeton de 2019, conhecido como o “Nobel” do diálogo e da espiritualidade. Gleiser é o primeiro latino-americano a ser reconhecido com o valor de 1,1 milhão de libras esterlinas — a quantia será entregue oficialmente em um cerimônia em Nova York, em maio deste ano.

Para comentar sobre o assunto, o físico e bispo Robson Rodovalho gravou um vídeo parabenizando a comunidade científica brasileira pelo feito.  “O Brasil está de parabéns e nos enche de orgulho saber que um brasileiro ganhou um pódium tão importante e mais ainda pelo tema “física, química e espiritualidade”. Contribuição como o pensamento pode influenciar na vida humana. Parabéns ao meu colega, Marcelo Gleiser e a todos os cientistas brasileiros por esta grande conquista”.

Segundo a Fundação Templeton, o reconhecimento é pensado para profissionais que tenham feito “uma contribuição excepcional para afirmar a dimensão espiritual da vida, seja por insights, descoberta ou trabalhos práticos”.

Gleiser se formou em física pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro em 1981, e tornou-se doutor em física teórica em 1986. Ao longo de sua trajetória, ele escreveu nove livros em português e cinco em inglês.

“No meu trabalho como cientista, minha pesquisa é muito mais ligada a questões fundamentais sobre a origem do universo, da vida, do que sobre como criar um microchip melhor para fazer um iPhone funcionar mais rápido, por exemplo. Minhas questões são mais existenciais”, disse Gleiser em entrevista ao jornal O Globo.

“O professor Gleiser incorpora os valores que inspiraram meu avô a estabelecer o Prêmio Templeton e a criar a Fundação John Templeton”, disse Heather Templeton Dill, atual presidente da John Templeton Foundation.

A honraria, porém, já foi muito criticada por cientistas pela aproximação com temas religiosos. Em resposta, o físico disse à agência AFP que “O ateísmo é inconsistente com o método científico”.

Para assistir ao vídeo do físico Rodovalo na íntegra acesse as redes sociais: twitter@robsonrodovalho, Instagram@bprodovalho ou Facebook.com/bisporobsonrodovalho

Com informações do site revistagalileu

março 19, 2019

Pesquisadores do Oeste do Paraná criam torre inédita de energia híbrida com ajuda do vento e do sol

Após 5 anos de estudos, pesquisadores do Oeste do Paraná criaram uma torre inédita de energia híbrida que aproveita o potencial do vento e do sol para gerar energia.

Bispo Robson Rodovalho, que também é cientista parabenizou a iniciativa: “Parabéns, Brasil e Paraná pela invenção da unidade de geração de Energia de Grafeno com placas solares, uma iniciativa super moderna e inteligente. Me alegra ver uma nova geração de cientistas brasileiros despontado”.

A invenção do Oeste do Paraná é algo inédito na América Latina. A torre utiliza ainda um minério que promete mudar a área energética.  De longe já dá para enxerga-lá. Quem passa pela BR 277, na saída para Curitiba, nota esta estrutura diferente no pátio da Fundetec, são 14 metros de altura, resultado de 5 anos de pesquisa.

Diferente daquelas hélices que estamos acostumados a ver em torres de energia eólica, esta torre tem três hastes com pás que giram conforme a intensidade do vento. A maior geração de energia vem mesmo do movimento do ar, mas ela ainda tem um bônus: a torre é híbrida, então também tem placas que captam a energia do sol. A ideia é oferecer uma alternativa energética mais eficiente do que os sistemas energéticos já existentes e se tornar uma opção de energia para consumidores intermediários, como as indústrias.

A invenção ainda está passando por alguns ajustes, mas já está cheia de curiosos ansiosos para ter um exemplar. A torre deve se tornar algo comercial nos próximos meses e já tem um mercado enorme aguardando por ela.

O vídeo completo você confere nas redes sociais:

Instagram.com/bprodovalho 

Facebook.com/bisporobsonrodovalho

 

 

março 15, 2019

Pesquisa revela que 25% dos cristãos norte-americanos leem a Bíblia e oram em suas casas

Os três elementos são: orar todos os dias com os seus familiares e ler a Bíblia juntos; conversar sobre Deus pelo menos uma vez por semana; e acolher não familiares regularmente ou várias vezes por mês.

Dos entrevistados 33% declara que seguem as práticas espirituais de orar e ler a Bíblia e ainda conversam sobre Deus; 14% pratica apenas a hospitalidade e 28% não pratica nenhuma das ações.

“Famílias vibrantes se destacam por terem um tempo significativo, divertido e de qualidade com seus familiares”, diz a pesquisa ao comparar dados de que 32% dos entrevistados se reúnem para jogos, 63% para tomarem o café da manhã juntos e 75% que jantam juntos todos os dias.

“Um dos objetivos deste estudo era aprender com famílias que pareciam estar excepcionalmente engajadas na expressão de fé comunitária e consistente em casa”, explicou o instituto de pesquisa.

Para chegar nesta conclusão, 2.347 pessoas foram ouvidas.

 

Fonte: gospelprime

março 12, 2019

A imagem de Jesus Cristo no Santo Sudário é real? Bispo Rodovalho fala sobre o assunto

Muitas polêmicas envolvem a questão do Santo Sudário, um manto que segundo a tradição envolveu a Jesus após a sua morte e depois esse tecido foi guardado, protegido ao longo da história. Mas as polêmicas surgiram justamente para contestar se a imagem ali contida era de Jesus Cristo.

Para explicar sobre o assunto, Bispo Robson Rodovalho gravou um vídeo explicativo. “Muitas evidências apontam que aquele manto envolveu ao corpo de Jesus”, disse sobre réplica do manto feita pela igreja Católica.

Confira a íntegra no saraplay.com.br

março 5, 2019

Projeto pretende “ressuscitar” Mar Morto

O diretor-executivo da Empresa Governamental para a Preservação do Mar Morto, Nir Kedmi, pretende desenvolver a região sul do Mar Morto para oferecer aos turistas hotéis e opções de lazer.

“Setenta por cento dos turistas estrangeiros visitam o Mar Morto, mas não costumam pernoitar, ou o fazem por apenas um ou dois dias, e queremos que façam parte da grande comunidade de israelenses que vêm atualmente”, disse ele à agência EFE.

O projeto é construir mais 17 hotéis, de luxo e alto padrão, entre os já existentes complexos de Ein Bokek e Hamei Zohar. Hoje os complexos hoteleiros oferecem 4 mil leitos, a ideia é dobrar a capacidade e aproveitar a inauguração do aeroporto internacional de Eliat, no sul de Israel, para atrair mais turistas.

“Esta região tem enorme potencial, com o deserto e um clima perfeito no inverno, quando na Europa o tempo é horrível. Aqui não há chuvas em 99% do ano, e as temperaturas no inverno ficam entre 25 e 11 graus”, explicou Amir Halevi, diretor-geral do Ministério do Turismo para o Conselho Regional de Tamar.

Halevi considera o Mar Morto como um dos lugares mais importantes do país, pelo seu significado e também pelo potencial turístico que passará a ser uma das prioridades para investimentos.

Fonte: gospelprime

março 1, 2019

Astrofísica brasileira vence importante prêmio da ciência mundial

Uma das “melhores jovens cientistas trabalhando hoje” em todo o mundo é brasileira, negra e tem apenas 37 anos. A astrofísica capixaba Marcelle Soares-Santos acaba de ser reconhecida pela Fundação Alfred P. Sloan, que desde 1955 escolhe os mais proeminentes jovens cientistas para receber uma bolsa de US$ 70 mil para gastar de qualquer maneira que o bolsista julgar melhor em seu trabalho.

Professora assistente de Física na Universidade Brandeis, nos Estados Unidos, ela estuda a natureza da expansão acelerada do universo usando dados de alguns dos telescópios mais poderosos já construídos.

Soares-Santos coordena uma equipe no Fermilab, um dos mais renomados centros de pesquisa em física de partículas, que ajudou a detectar uma fusão de estrelas de nêutrons pela primeira vez e atualmente está ajudando a criar um método novo para determinar a constante de Hubble.

“Os Sloan Fellows se destacam pela criatividade, pelo trabalho duro, pela importância dos problemas que enfrentam e pela energia e inovação com as quais lidam com eles”, disse Adam F. Falk, presidente da fundação Sloan em um comunicado. “Ser Sloan Fellow é ser na vanguarda da ciência do século 21.”

Para se ter uma ideia da importância do prêmio, 47 dos vencedores da bolsa foram posteriormente reconhecidos pelo Nobel. “É uma honra receber a Bolsa de Pesquisa Sloan”, disse Soares-Santos. “Encontrar-me ao lado das pessoas de destaque que foram reconhecidas ao longo dos anos é o que me deixa mais orgulhosa com esse prêmio.”

Fonte: revistagalileu

fevereiro 26, 2019

Estudo da Nasa mostra que planeta está ‘mais verde’ que há 20 anos

Ao mesmo tempo em que o mundo testemunha avanços preocupantes do desmatamento na Amazônia em outras grandes florestas, como na Indonésia, Congo e Rússia, no quadro geral, o planeta se tornou mais verde na comparação com 20 anos atrás.

Essa conclusão surpreendente foi apresentada pela Nasa (a agência espacial americana) na semana passada.

Esse aumento nas áreas foliares globais se deve basicamente aos dois países mais populosos do mundo: China e Índia. Mas se deve, também, à expansão de áreas agrícolas “verdes”.

Por quase 20 anos, dois satélites da Nasa coletaram dados e imagens da Terra para observar o comportamento das áreas “verdes”.

Ao analisar esses dados, os pesquisadores notaram que, durante essas duas décadas, essa área foliar aumentou o equivalente a toda cobertura da Amazônia.

A grande contribuição da China para isto se deve em grande parte ao fato de o país ter implementado programas para conservar e expandir suas florestas – uma estratégia para reduzir os efeitos da erosão do solo, a poluição do ar e as mudanças climáticas.

Cachoeiras e floresta sob dia ensolarado na China

Direito de imagemGETTY IMAGES Image captionNas últimas décadas, a China implementou programas para aumentar sua cobertura vegetal

O aumento do verde também é devido, em menor proporção, à expansão de áreas de cultivo agrícola naquele país.

No caso da Índia, é o inverso. A expansão do verde se deve mais à ampliação agrícola do que ao aumento das florestas em si.

“Isso não significa que as florestas estão sendo substituídas por terras cultivadas”, disse à BBC News Mundo Chi Chen, pesquisador do Departamento de Terra e Meio Ambiente da Universidade de Boston, que liderou o estudo.

“Em vários casos, trata-se do uso do mesmo terreno, que se torna mais produtivo”, explica.

Em ambos os países, a produção de grãos, legumes e frutas aumentou entre 35% e 40% desde 2000.

Dois agricultores trabalham em plantação na Índia

imagemGETTY IMAGES Image captionNa Índia, o aumento da vegetação é tributário principalmente da ampliação da agricultura; esta, no entanto, não contribui para a captura do carbono, como é o caso das florestas

Os poréns

Para os autores do estudo, em geral, as descobertas são boas notícias.

“Nos anos 70 e 80, na Índia e na China, a situação da perda de vegetação não era boa”, disse em comunicado à imprensa Rama Nemani, pesquisador da Nasa que participou do estudo.

“Nos anos 90 as pessoas perceberam isso, e hoje as coisas melhoraram”.

Mas os cientistas também fazem alertas e ressalvas.

Por exemplo, na Índia, o aumento na produção de alimentos depende da irrigação das águas subterrâneas. Se essa água acabar, a tendência pode mudar.

Além disso, estudiosos destacam que o aumento da vegetação em todo o mundo não compensa os danos causados ​​pela perda da cobertura natural em regiões tropicais, como o Brasil e a Indonésia.

“As consequências para a sustentabilidade e a biodiversidade desses ecossistemas permanecem”, diz o relatório.

Além disso, como Nemani explica à BBC News Mundo, “a terra dedicada à agricultura não ajuda a armazenar carbono, como é o caso das florestas”.

 

Fonte: bbc.com/portuguese

fevereiro 5, 2019

“Não misturar ciência com religião é uma ilusão”, rebate Marcos Eberlin

Depois da polêmica sobre a última afirmação de Marcos Pontes: “Não se deve misturar ciência com religião”, no mês passado, o ministro de Ciência e Tecnologia volta a dizer “Acredito em Deus, mas não misturo com ciência”.

O comentário foi feito durante uma entrevista cedida ontem (04), ao Estadão, enquanto o ministro ainda estava em Israel. Ao ser questionado sobre o ensino da teoria criacionista nas escolas, o astronauta responde que “a Ciência é construída aos poucos, através de um trabalho árduo”. “A escola tem que ensinar a Ciência e a crença das pessoas é outra história”, continuou. “Eu acredito em Deus, mas eu não misturo isso com a Ciência. A crença da pessoa não pode ser misturada […] A escola tem que ensinar aquilo o que existe”, disse.

Em contrapartida, o cientista e pesquisador da Unicamp e coordenador do núcleo científico Discovery Mackenzie rebateu dizendo que “toda ciência que fale sobre as nossas origens terá profundas implicações filosóficas e teológicas”. Ele defende que a Ciência e a crença na existência de Deus podem caminhar de mãos dadas. Não misturar fé e ciência “é uma ilusão, isso não existe”, ressaltou. “Procurar neutralidade em ciências que não podem ser neutras é absolutamente infantil”, disparou.

Segundo Eberlin, “quando a evolução disse que somos frutos do acaso”, um verdadeiro caos se instalou na sociedade que era regida por valores e princípios. “Isso é involução, não evolução”, definiu. “O novo governo vem propagando desde o início: conhecereis a verdade e a verdade vos libertará. Há uma esperança nova no ar, uma nova filosofia de trabalho em busca da verdade. Que se conheça também a verdade das nossas origens”, concluiu.

Fonte: Gospel Prime

novembro 6, 2018

Crianças estão processando o governo dos Estados Unidos pelo aquecimento global

Um grupo de crianças e jovens com idades entre 11 e 22 anos alegam que o governo norte-americano violou seus direitos constitucionais à vida, liberdade e propriedade ao falhar na prevenção de alterações climáticas danosas ao meio ambiente. Eles estão pedindo ao tribunal distrital de Eugene, no estado de Oregon, que haja uma ordem contra o governo federal para que prepare um plano garantindo que o nível de dióxido de carbono na atmosfera diminua de 405 partes por milhão para 350 partes por milhão até 2100.

Os jovens demandantes do caso alegam que já sofreram danos em decorrência das mudanças climáticas. Jaime, de 17 anos, e sua família deixaram sua casa na Reserva da Nação Navajo, em Cameron, Arizona, em 2011, porque as fontes naturais das quais dependiam para a água estavam secando. A casa de Jayden, de 15 anos, em Louisiana, foi danificada pelas enchentes em 2016, e a escola de Vic, de 19 anos, em White Plains, Nova York, fechou temporariamente em 2012, após a passagem do furacão Sandy.

O Departamento de Justiça dos Estados Unidos, em contrapartida, argumenta que “não existe direito a ‘um sistema climático capaz de sustentar a vida’”, como argumentam os jovens. O caso, intitulado Juliana v. Estados Unidos, estava marcado para ser julgado no dia 29 de outubro, mas os planos foram cancelados no mês passado após o governo do presidente Donald Trump pedir à Suprema Corte para intervir e arquivar o caso. A Suprema Corte, contudo, negou o pedido do presidente norte-americano, mas os próximos passos do processo ainda não são claros. Em sua decisão no dia 2 de novembro, a Suprema Corte sugeriu que um tribunal de apelação federal considerasse os argumentos da administração antes de qualquer julgamento começar no tribunal distrital de Oregon.

Os advogados dos jovens disseram que vão pressionar o tribunal distrital para remarcar o julgamento na próxima semana. “A juventude de nossa nação ganhou uma decisão importante hoje da Suprema Corte que mostra que até mesmo o governo mais poderoso do mundo deve seguir as regras e processos de litígio em nossa democracia”, disse à Nature Julia Olson, advogada dos jovens.

Mas as crianças de Oregon não são as primeiras a processarem um governo por conta de mudanças climáticas: esse tipo de processo acontece desde o final dos anos 1980. A maior parte dos casos não foi bem-sucedida. Exceto por um grupo chamado Urgenda Foundation que, em 2015, ganhou uma batalha histórica contra o governo holandês. Na época, o juiz ordenou que a Holanda reduzisse suas emissões de gases de efeito estufa para pelo menos 25% abaixo dos níveis de 1990 até 2020, citando a possibilidade de danos climáticos para as “atuais e futuras gerações de cidadãos holandeses”. Um tribunal de apelações holandês confirmou o veredicto no mês passado.

Segundo Gillian Lobo, uma advogada especialista em mudanças climáticas, o caso de sucesso holandês tem servido de inspiração para diversos processos climáticos ao redor do mundo. “É um fenômeno global.”

Fonte: revistagalileu.globo.com

outubro 5, 2018

Selfie mortal: busca pela foto perfeita já matou 259 pessoas no mundo

A busca por selfies perigosas já matou 259 pessoas entre 2011 e 2017, revelou um novo estudo, mas os autores da pesquisa acreditam que esse número pode ser ainda maior. O estudo compilou notícias sobre mortes de pessoas enquanto tentavam tirar fotos de si mesmas em situações arriscadas.

São casos como o do jovem Gavin Zimmerman, de 19 anos, que, em julho deste ano, caiu de um penhasco na Austrália enquanto fazia uma foto. O mesmo aconteceu com Tomer Frankfurter, que caiu de uma altura de 250 metros enquanto registrava uma selfie no Parque Nacional Yosemite, nos Estados Unidos.

Afogamento, acidentes de transporte e quedas foram as causas mais comuns. Também foram frequentes eletrocuções e mortes causadas por incêndio, animais e armas de fogo. Analisando os dados, pesquisadores da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos recomendaram que sejam criadas áreas proibidas para selfies em locais perigosos para prevenir estas mortes. Isso incluiria topos de montanhas, edifícios altos e lagos, onde muitas das mortes ocorreram.

Mortes por selfie vêm aumentando

Lee Thompson tira selfie no topo do Cristo Redentor, no Rio de Janeiro
Direito de imagemFLASH PACK
Image captionLee Thompson disse que não correu riscos ao fazer essa foto no topo do Cristo Redentor

Os pesquisadores afirmam que mortes relacionadas a selfies foram mais comuns na Índia, nos Estados Unidos, na Rússia e no Paquistão. Cerca de 72% das vítimas eram homens.

A pesquisa também mostra que no número de mortes está aumentando. O estudo encontrou apenas três relatos de mortes do tipo em 2011. Foram 98 em 2016 e 93 em 2017.

Os pesquisadores ainda afirmam que o número pode ser maior, porque fazer uma selfie quase nunca é registrado como a causa da morte.

“Acredita-se que mortes por selfies são subnotificadas. A verdadeira magnitude do problema é subestimada”, diz o estudo.

“É preciso lidar com este problema. É importante entender as causas e motivos para que intervenções adequadas sejam feitas.”

Camelo morde cabeça de blogueira australiana
Direito de imagemOUR NAKED AUSTRALIA
Image captionA blogueira australiana Justine descobriu que ficar muito próximo de animais pode ser arriscadoFonte: BBC Brasil