abril 29, 2020

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Participe da VII Conferência Internacional Ciência e Fé on-line

Idealizada pelo PHD em física quântica e também bispo Robson Rodovalho, a Conferência Internacional Ciência e Fé chega à sua 7º edição. Neste ano, o evento aborda o tema A ciência e a espiritualidade em benefício da humanidade com renomados pesquisadores e palestrantes. Em decorrência da pandemia de COVID-19,  o evento será transmitido on-line durante os dias 01 e 02 de maio.

O fundador do Ciência e Fé, PHD em Física Quântica, Bispo Robson Rodovalho é um dos principais palestrantes do evento e busca em suas palestras ensinar com dinâmica e assertividade temas clássicos da física por meio de uma abordagem que relaciona a fé, o cristianismo e o cotidiano. O evento deste ano conta ainda com os palestrantes Dr. Pepe Ramnath, Antônio Delson, Gerald Schroeder e Marcos Eberlin.

Saiba mais sobre os Palestrantes:

Robson Rodovalho é PHD em física Quântica pela Florida Christian University – FCU, e especializado em ressonância eletro magnética nuclear, professor e bispo evangélico.

Pepe Ramnath é PHD em Microscopia Ambiental, Doutor em Teologia e liderança e literatura cristã, em filosofia, Mestre em Ciências Ambientais e em Micrologia médica, Bacharelado em microscopia de luz e microbiologia individual, proprietário da “Dove Environmental Corporation”, um laboratório que analisa matrizes ambientais e microbiológicas, e também a qualidade do ar, autor e pastor na Flórida – EUA.

Antônio Delson é Pós-doutor em Detritos Espaciais pelo Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione na Itália, mestre em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Gerald Schroeder é PHD em Física Nuclear e Ciências da Terra e do Planeta pelo MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts – Estados Unidos. Cientista com mais de cinquenta anos de experiência na área da pesquisa e ensino. Professor rabino no Instituto Weizmann de Ciência, no Instituto de Pesquisa Volcani, tendo também um laboratório da Universidade Hebraica.

Marcos Eberlin  é um químico brasileiro, cientista, ex-professor do Instituto de Química da Universidade Estadual de Campinas. É membro da Academia Brasileira de Ciências e recebeu a Ordem Nacional do Mérito Científico em 2005. Em 2016 Eberlin recebeu a Medalha Thomson.

abril 14, 2020

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Assista a live com o autor Robson Rodovalho na Editora Sabaoth

Nesta quinta-feira, 16, você é convidado a participar de uma live no Instagram da editora Sabaoth (@sabaothshop) com o bispo Robson Rodovalho e representantes da editora Sabaoth para falar sobre Ciência e Fé. A live tem início às 12h (horário de Brasília) para quem está no Brasil e para aqueles que estão na Itália, às 17h (horário local).

Robson Rodovalho é PHD em física quântica e tem mais de 80 títulos publicados, entre eles, Ciência e Fé – O Reencontro pela Física Quântica, que chegou ao segundo lugar no ranking dos títulos mais vendidos da Revista Veja para a categoria não-ficção na primeira e segunda semanas de julho de 2013, logo após seu lançamento nacional, em São Paulo. Na semana do dia 27 daquele mês, a obra ficou em primeiro lugar no ranking da Veja. Em 2016, o livro Os 12 Segredos de Jesus, que fez em parceria com o teólogo Jamil Albuquerque, também entrou na lista dos livros mais vendido da Revista.

Rodovalho tem percorrido países da América e da Europa participando de debates de vanguarda voltados para a compreensão da física quântica como a ponte entre os mundos da ciência e da fé, além de promover junto a palestrantes e pesquisadores renomados a Conferência Ciência e Fé, que este ano chega a sua 7º edição, para discutir sobre a importância dos estudos e pesquisas científicas na vida humana e suas relações com a fé, além de falar sobre temas da atualidade atrelados ao assunto.

abril 7, 2020

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Como as medidas contra o coronavírus estão fazendo a Terra vibrar menos

A Terra está em pausa. Enquanto nós, humanos, enfrentamos o medo e o caos da pandemia de coronavírus, o planeta apresenta uma quietude incomum.

As medidas de confinamento que se espalharam pelo mundo fizeram bilhões de pessoas ficarem em casa. É um acontecimento sem precedentes, cujas consequências os cientistas estão começando a medir.

As ruas estão vazias, as lojas fechadas, os carros estacionados. Tudo isso reduziu o que os geólogos chamam de “ruído sísmico” gerado pelos seres humanos.

É o termo usado para descrever as vibrações que nossas atividades diárias causam na crosta terrestre.

O que está ocorrendo?

O que acontece pode ser comparado a várias pessoas pulando em um colchão ao mesmo tempo… e, de repente, todos param. O fenômeno foi registrado por Thomas Lecocq, um sismólogo no Observatório Real da Bélgica.

Há três semanas, quando as medidas de contenção foram implementadas, Lecocq começou a perceber que seus equipamentos indicavam uma drástica diminuição nas vibrações.

“Tudo está calmo e as estações sísmicas também sentem essa tranquilidade”, diz Lecocq à BBC News Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

O sismólogo observou o efeito em Bruxelas, mas desde que publicou suas medições, ele começou a receber relatos de que algo semelhante está acontecendo em várias partes do mundo.

Um mundo mais calmo

As medições de Lecocq mostram que, desde que as medidas de confinamento começaram a ser aplicadas, o ruído sísmico gerado pelo homem foi reduzido em cerca de um terço.

“Diariamente está em níveis como os dos dias em torno do Natal, quando as escolas estão fechadas e as pessoas estão em casa”, diz Lecocq.

Depois que Lecocq compartilhou suas medidas no Twitter, colegas de lugares como Zurique, Londres, Paris e Los Angeles também relataram reduções no ruído sísmico.

Lecocq afirma que também recebeu relatórios semelhantes do Japão, Itália, Costa Rica e Chile.

“As estações sísmicas mostram que as pessoas estão de fato em casa e estão fazendo a Terra vibrar menos”, diz o sismólogo.

Boa notícia

A diminuição do ruído sísmico é uma boa notícia para os sismólogos.

À medida que há mais silêncio e quietude, os dispositivos sísmicos se tornam mais sensíveis e podem detectar outros movimentos que os alcançavam anteriormente com um sinal menos claro.

“Podemos notar mais terremotos pequenos e melhorar os estudos da crosta terreste porque há menos ruído e a qualidade do sinal é melhor”, diz Lecocq.

A diminuição do ruído, segundo ele, tem um significado importante não apenas para os cientistas.

“Como sismólogos, estamos testemunhando a boa vontade do povo em respeitar as medidas”, diz Lecocq.

“Todo ser humano pensa que o que ele faz não é importante, mas quando milhões de pessoas fazem isso ao mesmo tempo, a superfície da Terra percebe.”

“Espero que continuemos em casa e respeitemos as regras para sairmos juntos dessa crise”, conclui o sismólogo.

Fonte: BBC Brasil