março 31, 2020

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Museu de Astronomia e Ciências Afins libera visita virtual gratuitamente; saiba como acessar

Em momento de pandemia devido ao novo coronavírus COVID-19, a tecnologia se mostra ainda mais aliada da sociedade. Com museus e outros espaços públicos fechados, as visitas virtuais têm sido uma alternativa para todo mundo. Recentemente o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, liberou as visitas online de exposições para todos os brasileiros. 

De forma lúdica, os visitantes poderão ter acesso às informações, curiosidades e outras atividades do Museu de Astronomia. Além da visita, eles disponibilizaram um material para as crianças brincarem durante a quarentena em casa. Confira a seguir como aproveitar as atividades virtuais. 

Os visitantes podem conhecer o Museu de Astronomia e Ciências Afins sem sair de casa. Está liberada a tour 360º pelo campus do MAST e também do Observatório Nacional, que pertence ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. Em português e inglês, é viável encontrar sete menus com a história do campus, informações gerais, audioguia, dentre outros. 

Ao todo são 19 pontos de visitação online. Dentre eles estão: o pavilhão do fotolitógrafo, a biblioteca Henrique Morize, a sede do Linea e a torre meteorológica. Acesse aqui a visitação ao MAST Observatório Nacional.

Fonte: Showmetech

março 24, 2020

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O Egito reabre a pirâmide de Djoser, a mais antiga de todas

Depois de vários anos sendo restaurada, a pirâmide mais antiga do Egito reabriu ao público nesta quinta-feira, segundo informações do jornal Al-Ahram. A reabertura da pirâmide de Djoser, que faz parte do complexo de Saqqara, a sul do Cairo, foi assinalada com uma cerimônia especial.

A estrutura com 63 metros de altura foi construída durante o reinado do faraó Djoser, que viveu entre 2650 e 2575 A.C e cujo reinado durou quase duas décadas.

Os trabalhos de restauração da pirâmide começaram em 2006 mas foram interrompidos em 2011 e 2012 na sequência da revolta da Primavera Árabe, que culminou com a deposição do então presidente Hosni Mubarak. A restauração foi retomada em 2013.

Durante os trabalhos de restauração foi descoberto um sarcófago de granito com quase cinco metros de altura. Foi instalado um novo sistema de iluminação e acessos para pessoas com deficiências.

Khaled El-Enany, ministro do Turismo e das Antiguidades egípcio, informou que a restauração da pirâmide de Djoser custou 104 milhões de libras egípcias (5,9 milhões de euros).

Fonte: Revista Veja

março 17, 2020

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Pesquisador identifica cavernas da Galileia onde judeus combateram romanos

Durante 15 anos o professor Dr. Yinon Shivtiel, da Safed Academic College, pesquisou os escritos de Flávio Josefo, um comandante judeu (anteriormente chamado de Yosef ben Matityahu) que liderou uma rebelião contra Roma e acabou se tornando um cidadão romano há aproximadamente 2.000 anos.

Nesses estudos, o professor pode identificar os locais de uma página importante na história da Grande Revolta e, assim, conseguiu encontrar centenas de cavernas da Galileia onde judeus combateram romanos.

O estudo do professor foi publicado no mês passado no jornal The Ancient Near East Today pelas Escolas Americanas de Pesquisa Oriental, dando detalhes do trabalho de pesquisa feito por Shivtiel e sua equipe.

O pesquisador, que também é representante do Centro de Pesquisas em Cavernas, começou a visitar as cavernas, algumas das quais acessíveis apenas por escalada e descida de cordas.

O que foi apresentado aos seus olhos foi surpreendente: uma infinidade de descobertas, incluindo moedas, jarros, luminárias e partes de flechas, que remontam exatamente ao primeiro século.

As descobertas permitiram-lhe perceber que aquelas eram de fato as cavernas descritas por Josefo. No geral, o estudioso identificou mais de 900 cavernas e explicou que a pesquisa está em andamento.

“Agora estou focando na Galileia Ocidental. Acabei de encontrar uma caverna em um penhasco íngreme e estou tentando identificar a qual população ela pertencia”, disse ao The Jerusalem Post.

Fonte: Gospel Prime

março 10, 2020

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Manuscrito bíblico de mil anos evidencia cultura judaica no Egito

O professor Yoram Meital, historiador do Departamento de Estudos do Oriente Médio da Universidade Ben-Gurion, no Negev, acredita que um manuscrito da Bíblia de mil anos pode ser a chave para mostrar a herança judaica do Egito.

Em 2017 o professor encontrou um manuscrito embrulhado em papel branco de baixo custo durante uma visita de estudo à Sinagoga Moshe Der’i, no Cairo.

Especialista no Egito moderno, o acadêmico fez visitas frequentes ao país vizinho de Israel, mas nos últimos anos várias circunstâncias o deixaram confiante na existência de uma oportunidade real para o futuro da cultura judaica egípcia.

O que ele tem em mãos é a terceira parte do Tanakh – Bíblia Hebraica divida em três partes: a Torá (pentateuco), Nevi’im (livro dos profetas) e o Ketuvim (livros poéticos). Ou seja, são 11 livros poéticos: Salmos, Provérbios, Jó, Cantares, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Ester, Daniel, Estras e Crônicas.

Um estudo publicado em 1905 já falava da existência do manuscrito de Zechariah Ben’Anan, como Meital explicou ao Jerusalém Post, porém o documento não tinha sido analisado como o professor fez ao encontrar o objeto.

A Sinagoga Moshe Der’i, onde o manuscrito foi descoberto, não era o local original. Durante séculos, o artefato foi alojado na sinagoga Dar Simha, mais antiga, pertencente à mesma comunidade: os karaitas.

Este grupo religioso, fundado no século 8, era numeroso no Egito, sendo conhecidos por rejeitarem a lei oral em sua totalidade e apenas manter os estatutos bíblicos.

A redescoberta do manuscrito oferece uma importante oportunidade para lançar luz sobre o projeto geral de restaurar e trazer a herança cultural judaica de volta a bom termo, especialmente hoje quando poucos judeus vivem no Cairo.

“Muitos nos perguntam se não seria melhor transferir os artefatos do país para outra comunidade. Respondemos que um produto cultural deve ser preservado onde foi criado; agir de outra maneira seria imoral, além de ilegal. Já estamos trabalhando para perseguir nosso objetivo com a participação de egípcios de todas as religiões”, afirmou.

O projeto, porém, tem críticos: os islâmicos e os apoiadores da política de Abdel Fattah al-Sisi, presidente do Egito.

Fonte: Gospel Prime

março 3, 2020

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Local de banho de purificação do segundo templo se enche de água

Antes de entrar na cidade de Jerusalém para participar de celebrações no Templo, peregrinos de toda a parte passavam por um ritual de purificação, o chamado “mikveh”.

Dois mil anos depois, alguns dos locais de banho, perto da entrada da Cidade Santa, estão transbordando de água novamente, graças às abundantes chuvas de inverno.

“Essas duas piscinas estão localizadas na Estrada da Montanha, uma das três estradas que atravessaram Israel de norte a sul”, disse Assaf Brezis, gerente da Gush Etzion ATVs Tours, ao The Jerusalem Post.

Ele também explica que no Talmud há um debate sobre como e quando deveria ocorrer o ritual de purificação, se quando um peregrino visitava pela primeira vez a cidade de Jerusalém ou sempre que a visitasse.

O local que era usado para o ritual fica ao sul de Jerusalém, na Cisjordânia, perto de um dos assentamentos judeus, e é um dos destinos de passeios turísticos.

“Trazemos turistas, muitos judeus, mas também cristãos, para explorar a terra e os lugares descritos na Bíblia. É muito poderoso para eles”, acrescentou Brezis.

“Às vezes, depois de ouvirem a explicação sobre o mikveh, começam a chorar.”

Fonte: Gospel Prime