abril 24, 2019

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Participe da 6ª Conferência Internacional Ciência e Fé, em Brasília

Nos próximos dias 03 e 04 de maio Bispo Rodovalho sedia em Brasília a 6ª Conferência Internacional Ciência e Fé.  Promovida pelo Instituto Hayah, ligado à Sara Nossa Terra, este ano o evento traz como tema  O Poder e a Veracidade da Espiritualidade na Vida Humana.

Pesquisadores renomados que buscam uma teoria, a um só tempo, científica e religiosa para a origem da vida estarão reunidos na Embaixada Sara Nossa Terra, localizada no Sudoeste. Alguns dos debates falarão de temas como DNA Humano e as marcas de Deus e a vida após morte sob perspectiva da ciência. Nesta edição da Conferência, estarão presentes os palestrantes:

Conferencistas: 

Robson Rodovalho: PHD em física Quântica pela Florida Christian University – FCU, e especializado em ressonância eletro magnética nuclear, professor e bispo evangélico.

Lúcia Rodovalho: Formada em psicologia pela Universidade Católica de Brasília, doutora em filosofia, com especialização em terapia familiar e bispa evangélica.

Gerald Schroeder: PHD em Física Nuclear e Ciências da Terra e do Planeta pelo MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts – Estados Unidos. Cientista com mais de cinquenta anos de experiência na área da pesquisa e ensino. Professor rabino no Instituto Weizmann de Ciência, no Instituto de Pesquisa Volcani, tendo também um laboratório da Universidade Hebraica.

Pepe Ramnath: PHD em Microscopia Ambiental, Doutor em Teologia e liderança e literatura cristã, em filosofia, Mestre em Ciências Ambientais e em Micrologia médica, Bacharelado em microscopia de luz e microbiologia individual, proprietário da “Dove Environmental Corporation”, um laboratório que analisa matrizes ambientais e microbiológicas, e também a qualidade do ar, autor e pastor na Flórida – EUA.

Antônio Delson: Pós-doutor em Detritos Espaciais pelo Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione na Itália, mestre em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana.

abril 11, 2019

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Brasília sedia exposição com fotos da Espaçonave Gênesis na Lua

O módulo israelense Beresheet, intitulada Gênesis, decolou em 21 de fevereiro rumo ao espaço a bordo do foguete Falcon 9, da empresa SpaceX. Além de Beresheet, o foguete também carregava o satélite Nusantara Satu e um laboratório de pesquisa da Força Aérea dos Estados Unidos.

“É a primeira vez que Israel está mandando uma espaçonave para o espaço. Nós somos um país pequeno, mas com grandes sonhos. Somos o quarto país a tentar chegar na Lua, mas com uma menor população, menor orçamento, e mesmo assim conseguimos e isso tem grandes significados pois mostra que temos uma capacidade técnica alta. Mas a a maior mensagem que vejo nessa missão é mostrar para os jovens que o céu não é o limite. Se eles trabalham, estudam, eles conseguem o que querem. Brasil e Israel têm em comum o empenho em valorizar a educação e empoderar essa nova geração”, comentou David Atar,  primeiro-secretário da Embaixada de Israel.

Porém, a grande missão estava em pousar com segurança na Lua. Durante a exposição no Planetário foi transmitida, ao vivo, a tentativa de pouso, que não ocorreu porque a pequena espaçonave desligou e perdeu comunicação com a Terra quando se aproximava do satélite.

O projeto seria o primeiro com financiamento privado a chegar à Lua e Israel seria o quarto país a conseguir o feito – apenas EUA, Rússia e China conseguiram pousar de forma bem sucedida.

A exposição ficará aberta no Planetário de Brasília até 30 de abril. O público poderá prestigiar várias fotografias da espaçonave, inclusive uma peculiar, que é a selfie feita pela espaçonave no espaço. O horário de funcionamento do Planetário é de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 21h, e aos sábados e domingos, das 8h às 20h.

 

 

abril 9, 2019

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Brasileiros respondem em pesquisa que a fé é o mais importante para mudar de vida

Para maior parte dos brasileiros, a fé é o aspecto mais importante para melhorar de vida, segundo uma pesquisa divulgada pela organização Oxfam Brasil, encomendada ao Instituto Datafolha.

Para 28% dos brasileiros, a é mais importante para ter uma vida melhor do que os estudos (21%), acesso à saúde (19%), o trabalho (11%) e ganhar mais dinheiro (8%).

“Importante apontar como a renda, pura e simples, não é vista como aspecto prioritário para uma vida melhor”, observa a Oxfam Brasil.

Outros itens apontados na pesquisa como prioritários para a melhoria de vida foram: ter acesso à aposentadoria (6%), apoio financeiro da família (5%) e cultura e lazer (2%).

Veja abaixo o que os brasileiros consideram mais importante para melhorar de vida, segundo a Oxfam:

– Fé religiosa: 28%
– Estudar: 21%
– Ter acesso a atendimento de saúde: 19%
– Crescer no trabalho: 11%
– Ganhar mais dinheiro: 8%
– Ter acesso à aposentadoria: 6%
– Apoio financeiro da família: 5%
– Cultura e lazer: 2%

Foram entrevistadas 2.086 pessoas em 130 cidades de todos os estados brasileiros, entre os dias 12 e 18 de fevereiro. A margem de erro para a amostragem geral é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Por ser uma pesquisa amostral realizada em locais de grande circulação de pessoas, o Datafolha definiu uma amostra que busca refletir o perfil da sociedade brasileira conforme o último Censo, informou a Oxfam.

Fonte: Guiame

abril 5, 2019

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Cientistas identificam provável fonte de metano em Marte

A presença de metano na atmosfera de Marte foi confirmada por uma nova análise dos dados da sonda Mars Express, anunciaram nesta segunda-feira (1) pesquisadores que ressaltam que este gás pode ser um indicador de uma vida micro-orgânica ou resultado do processo geológico.
A sonda europeia Mars Express, em órbita ao redor do planeta desde o final de 2003, já havia detectado traços de metano em sua atmosfera em 2004, graças ao seu espectrômetro infravermelho PFS. Mas esses resultados não haviam convencido totalmente os cientistas por razões técnicas.
Em junho de 2018, a NASA anunciou, por sua vez, que seu robô móvel Curiosity havia detectado metano na atmosfera marciana em 15 de junho de 2013 perto da cratera Gale. No entanto, estes resultados “in situ” levantaram muitos questionamentos, com alguns se perguntando se este metano não provinha do rover (o robô móvel), lembrou à AFP Marco Giuranna, do Instituto Italiano de Astrofísica em Roma.
Neste meio tempo, a equipe internacional liderada por este pesquisador italiano conseguiu melhorar a qualidade dos dados coletados pelo espectrômetro infravermelho da Mars Express, uma missão da Agência Espacial Europeia (ESA).
“Desenvolvemos uma nova abordagem para selecionar, processar e recuperar os dados” do espectrômetro, explicou Marco Giuranna. “Isso reduziu em grande parte a incerteza em torno das medidas do PFS”, acrescentou.
Pouco antes da aterrissagem em 2012 da sonda Curiosity na cratera de impacto Gale, “decidi conduzir um monitoramento a longo prazo da atmosfera marciana” neste local, contou o pesquisador, cujo estudo foi publicado na Nature Geoscience.
Em 16 de junho de 2013, um dia depois da Curiosity, o espectrômetro da Mars Express registrou um “pico de emissão” de metano acima da cratera.
Estes resultados constituem “uma confirmação independente das medidas da Curiosity”, ressalta o estudo.
Encontrar metano (CH4) em Marte é muito importante para os planetólogos, porque “pode ser um indicador de uma vida microbiana”, observou o pesquisador. Mas a presença desse gás também pode resultar de reações geoquímicas, não relacionadas à vida.
Cereja no topo do bolo, a equipe de Marco Giuranna acredita ter conseguido localizar a fonte dessa emissão de metano em uma região de falha situada a leste da cratera Gale.
Para localizar a fonte, os pesquisadores conduziram dois estudos separados, um baseado em modelagem numérica, o outro baseado em uma análise geológica do local. Os resultados de ambos os estudos apontam para a mesma área.
“É muito emocionante e muito inesperado”, entusiasmou-se o pesquisador italiano.
“Nós identificamos falhas tectônicas que poderiam se estender sob uma região coberta por uma fina camada de gelo (…) É possível que o gelo retenha o metano subsuperficialmente e libere episodicamente quando as falhas quebrarem”, acrescentou Giuseppe Etiope, do Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia de Roma.
Fonte: correiobraziliense

abril 2, 2019

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Ciência comprova que viajar faz bem para a saúde

Não precisa ser cientista pra saber que viajar faz você feliz e melhora a saúde. Mas a ciência comprova isso em vários estudos. Conheça os seis mais importantes:

1. Menos estresse e maior bem-estar emocional

A redução do estresse parece ser o mais óbvio dos benefícios da viagem.

Embora seja uma breve partida e um destino não muito distante, deixar para trás a rotina e o ritmo frenético da vida na cidade permite que você se desconecte, deixe para trás a angústia e aproveite o presente.

Um estudo conduzido por pesquisadores do Arizona, Estados Unidos, concluiu que as mulheres que saem de férias são menos tensas, cansadas, ou deprimidas e ainda ficam mais satisfeitas no casamento. Ou seja, têm uma melhor qualidade de vida.

2. Cérebro agradece

Os neurônios podem criar novas conexões e até mesmo novos neurônios podem ser formados ao longo da vida. “Para isso é fundamental treinar e estimular o seu cérebro,” explica José Manuel Molto, membro do conselho da Sociedade Espanhola de Neurologia (SEN),

Situações simples como a necessidade de se adaptar a novas sensações, paisagens, sons, aromas, etc., fazem um mapa mental de onde você está, ou ter que se comunicar em outro idioma estimulam o cérebro e o tornam mais plástico e mais criativo.

“Viajar requer, principalmente, aprender e memorizar tudo de maneira estranha até que tudo esteja normal e conhecido. Este é um desafio para o seu cérebro e é como um treino acelerado “, acrescenta Moltó.

O SEN especifica que esses benefícios atingem inclusive pessoas que já têm alguma doença neurológica.

3. Coração mais forte e saudável

Um estudo feito nos Estados Unidos mostrou que viajar reduz o risco de sofrer infarto do miocárdio , especialmente para os idosos.

As estatísticas indicam que os homens que viajam freqüentemente têm chance 21% menor de ter um ataque cardíaco. “Férias podem ser boas para sua saúde”, recomendam as conclusões deste trabalho.

Uma outra pesquisa feita por cientistas da Universidade de Jyväskylän, Finlândia, também encontrou uma associação entre a mobilidade do corpo, causada pela “atividade social coletiva” dada em viagens e um menor risco de mortalidade.

4. Melhora auto-estima

Cada viagem representa uma soma de desafios: mover-se, acostumar-se a um lugar desconhecido, e relacionar-se com novos povos.

E quanto mais longe o destino, maior o desafio, porque envolve entrar em contato com costumes exóticos, línguas desconhecidas e, inevitavelmente, desafios de vários tipos.

Encontrar os recursos para resolvê-los e conseguir progredir promovem a auto-estima, como poucas outras coisas podem fazer.

A viagem, além disso, é uma fonte de futuras memórias e casos para contar, além das possibilidades oferecidas pelas redes sociais.

Como escreveu George Eliot, pseudônimo da escritora britânica do século XIX, Mary Anne Evans, “nossas andanças viajam conosco de longe e o que fomos nos faz o que somos”. Tudo isso também contribui para reforçar a autoconfiança.

5. Força para enfrentar os problemas

Em seu livro Vá Embora Apenas Pela Saúde, publicado em 2000, o prestigiado médico canadense Mel Borins escreveu: “Ir longe ajuda a fugir das partes estressantes da vida. Pode ajudar a melhorar suas perspectivas, oferecer novos pontos de vista e desenvolver novas estratégias para enfrentar os problemas “.

Muitas vezes, depois de uma viagem, muitas pessoas valorizam mais o que têm e param de reclamar do que lhes faz falta, levando a um maior bem-estar.

E, para citar outro clássico do século XIX, Gustave Flaubert: “viajar faz de você uma pessoa modesta, porque isso faz você ver o pequeno lugar que você ocupa no mundo” .

6. Felicidade

O psicólogo Thomas Gilovich, professor da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, há anos tem como objeto de estudo a felicidade.

Ele chegou a uma conclusão que, em qualquer caso, muitas pessoas sabem ou intuem: viajar proporciona mais felicidade do que comprar coisas.

A razão é que as memórias armazenadas, a soma das experiências, proporcionam um prazer e bem-estar a longo prazo, muito mais do que a satisfação de comprar algo material durável.

A antecipação das experiências que têm de ser vividas durante a viagem também gera um sentimento de felicidade maior do que a antecipação da compra de objetos.

Nas palavras de Gilovich, experiências melhoram as relações sociais, são mais valorizadas em si e menos comparadas com as de outras pessoas…  e fazem parte da identidade daqueles que as vivem.

Fonte: sonoticiaboa