maio 29, 2018

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Cientistas criam curativo que pulsa para tratar sequelas de corações infartados

Os médicos costumam dizer que quando alguém sofre um ataque cardíaco, “o tempo é músculo”.

O coração depende de um fornecimento contínuo de oxigênio proveniente das artérias coronárias. Se elas entopem e o abastecimento para, as células musculares do órgão começam a morrer em questão de minutos.

Em muitos casos, a menos que os cirurgiões consigam aliviar a obstrução dentro de uma hora, mais de 1 bilhão de células musculares são irreversivelmente perdidas.

Os pacientes que sobrevivem costumam desenvolver um quadro de insuficiência cardíaca permanente. E, cinco anos após o ataque, 50% deles não estarão mais vivos. No Brasil, cerca de 50 mil pacientes morrem anualmente em decorrência de insuficiência cardíaca, de acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia.

“No fim das contas, seus corações ficam tão fracos que não conseguem sustentar um fluxo de sangue suficiente e simplesmente param por completo”, explica Sanjay Sinha, cardiologista do Hospital Addenbrooke, em Cambridge, no Reino Unido.

Nos próximos cinco anos, no entanto, a medicina regenerativa poderá oferecer uma nova alternativa radical: curativos para o coração, preparados em laboratório.

Diferentemente de alguns órgãos, como a pele e o fígado, o coração tem uma capacidade muito limitada de regeneração. As células musculares cardíacas se replicam a uma taxa de apenas 0,5% ao ano, o que não é suficiente para reparar qualquer dano significativo.

As células mortas acabam sendo substituídas por camadas espessas de tecido cicatrizado rígido e resistente, o que significa que essas partes do coração simplesmente deixam de funcionar.

Massagem cardíacaDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionAtualmente, o transplante de coração é a única opção para pacientes com insuficiência cardíaca

Atualmente, o transplante é a única opção para pacientes com insuficiência cardíaca. Mas, na ausência de doadores em número suficiente, menos de 400 procedimentos do tipo são realizados por ano no Brasil.

As células-tronco podem oferecer uma alternativa. Em ensaios clínicos, cientistas tentaram “recuperar a musculatura” de corações lesados injetando células-tronco individuais – do sangue ou da medula óssea do próprio paciente – diretamente no coração.

Embora essa abordagem tenha regenerado com sucesso os vasos sanguíneos comprometidos e melhorado, assim, o fluxo de sangue para o coração, apresentou um benefício mínimo em termos de resolver o problema principal: fazer crescer novamente o músculo cardíaco perdido. Isso porque 95% das células-tronco injetadas não são incorporadas ao órgão e desaparecem imediatamente na corrente sanguínea.

Curativos

Mas, em parceria com uma equipe de biólogos do Instituto de Células-Tronco da Universidade de Cambridge, Sinha está desenvolvendo uma solução ligeiramente diferente: curativos para “remendar” o coração. São retalhos minúsculos de músculo cardíaco que pulsam – cada um com menos de 2,5 centímetros quadrados de área e meio centímetro de espessura – criados em pequenas placas no laboratório.

Cultivados ao longo de um mês, os curativos são feitos a partir de amostras de células do sangue, que são reprogramadas para a função de um determinado tipo de célula-tronco (capaz de se transformar em qualquer célula no corpo humano) – no caso, em células do músculo cardíaco, dos vasos sanguíneos e do epicárdio, membrana que envolve e dá forma ao coração.

Esses aglomerados de células cardíacas são então cultivados em um suporte especial, sendo organizados e alinhados em uma estrutura semelhante à do tecido cardíaco verdadeiro.

“Acreditamos que esses curativos terão uma chance muito maior de serem naturalmente assimilados pelo coração do paciente, já que estamos criando um tecido totalmente funcional que já bate e se contrai através da combinação de todos esses tipos diferentes de células que se comunicam entre si”, explica Sinha.

“Sabemos que as células epicárdicas são particularmente importantes na coordenação do desenvolvimento adequado do músculo cardíaco. Pesquisas mostram que, nos embriões, ocorre muita interferência entre o epicárdio e o coração que está se desenvolvendo”, acrescenta.

Simulação de um 'curativo que pulsa' para o coração
Image captionSimulação de um ‘curativo que pulsa’ para o coração | Foto: Reprodução de vídeo da Universidade de Stanford

Sinha se prepara atualmente para testar os curativos em camundongos e, em seguida, em porcos. Se tudo der certo, o cardiologista pode estar pronto para realizar as primeiras experiências em seres humanos em cinco anos.

Em busca da batida perfeita

E ele não está sozinho. Nos Estados Unidos, uma equipe formada por cientistas das universidades de Stanford, Duke e Wisconsin também está tentando desenvolver curativos cardíacos.

Assim como Sinha, os pesquisadores imaginam um procedimento que começaria pela identificação dos tecidos cardíacos lesados por meio de exames de ultra-sonografia e ressonância magnética. Com base no formato das cicatrizes, eles imprimiriam um curativo personalizado em 3D. Os cirurgiões abririam então a caixa torácica e costurariam o “remendo” diretamente no órgão, de maneira que fique conectado às veias e artérias existentes.

Médicos costuram coraçãoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionCurativo impresso em 3D seria costurado diretamente no coração

“Para pacientes com insuficiência cardíaca particularmente grave, serão necessários vários curativos em diversos lugares, pois o coração inteiro se dilata para tentar se adaptar ao dano”, afirma Tim Kamp, professor de biologia regenerativa da Universidade de Wisconsin.

“Ele muda de forma, pode ter a aparência de uma bola de rúgbi, de basquete ou de um grande balão.”

Um dos principais desafios é integrar eletricamente o curativo ao coração, a fim de garantir que ambos pulsem sincronizados. Qualquer conexão elétrica defeituosa poderia resultar em um ritmo cardíaco anormal.

“Podemos colocar o curativo no coração com nossas ferramentas cirúrgicas, mas não podemos forçá-los (o órgão e o curativo) a se entender”, diz Kamp.

“Esperamos que eles façam isso. Acreditamos que os sinais elétricos que passam como uma onda através do músculo cardíaco, dizendo para ele contrair, façam com que o curativo contraia na mesma proporção.”

Células do curativo cardíaco visualizadas de perto
Image captionCélulas do curativo cardíaco visualizadas de perto | Foto: Reprodução de vídeo da Universidade de Stanford

Procedimento mais barato

Se os desafios forem superados, Sinha afirma que eles poderão não apenas salvar vidas, mas também economizar dinheiro.

No Reino Unido, um transplante cardíaco custa cerca de £500 mil – algo em torno de R$ 2,5 milhões, incluindo os custos da internação hospitalar. Para os milhares de pacientes com insuficiência cardíaca que não conseguem um transplante, as despesas com cuidados médicos contínuos e repetidas internações podem ser ainda maiores. Já o valor estimado atualmente para um “curativo cardíaco” gira em torno de £70 mil – quase R$ 350 mil.

Além disso, os curativos são feitos a partir do sangue do próprio paciente, o que significa que eles não precisariam passar por algumas complicações associadas aos transplantes – como as altas doses de drogas imunossupressoras para evitar a rejeição do órgão.

“Um coração ferido é um ambiente hostil, altamente inflamado, em que pode ser difícil para o novo tecido sobreviver”, diz Kamp.

“A vantagem dos curativos cardíacos é que eles são customizados para o paciente, então é improvável que o coração os rejeite.”

Segundo os pesquisadores, a tecnologia pode mudar a vida de milhões de pessoas ao redor do mundo.

“A insuficiência cardíaca pode muitas vezes incapacitar o indivíduo”, diz Sinha.

“Você está sempre exausto, não consegue subir sequer um lance de escadas. Mas, pela primeira vez, achamos que somos realmente capazes de recriar o tecido cardíaco vivo, que é idêntico ao do paciente, onde as células se comunicam de maneiras misteriosas e maravilhosas, trabalhando juntas como fazem no corpo.”

“Se conseguirmos ajustar o procedimento nos próximos anos e garantir que seja completamente seguro, ele poderá ajudar essas pessoas a terem uma vida normal novamente.”

Fonte: bbc.com/portuguese

maio 25, 2018

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As civilizações perdidas da Amazônia e a evangelização dos indígenas

Após 10 anos de pesquisas, arqueológicas no Alto Xingu, cientistas do Brasil e dos EUA constataram que, antes de Colombo, os índios da região moravam em conglomerados comparáveis a algumas cidades da Grécia ou da Idade Média.

Há 2.000 anos, essas cidades de até 50 hectares eram dotadas de muros, praças e centros cerimoniais, e estavam ligadas por uma densa rede de estradas.

Excavações no Alto Xingu

Seus habitantes desmatavam, construíam canais, tinham roças, pomares, tanques para criar tartarugas, pescavam em larga escala e faziam uso contínuo e sistemático da terra.

As conclusões desses trabalhos foram sendo publicadas numasérie de artigosda reputada “Science”, revista da Associação Americana para o Progresso da Ciência (American Association for the Advancement of Science ‒ AAAS).

Na região amazônica de Beni, Bolívia, arqueólogos haviam observado de avião o traçado muito bem definido de canalizações e divisórias de roças, bem como a existência de intrigantes “terras negras”, que só podiam provir da adubação.

Os trabalhos tiveram dificuldades para avançar devido à hostilidade dos ambientalistas.

Para o escritor científico Charles C. Mann, autor de “1491”, obra que ganhou o prêmio da U.S. National Academy of Sciences para o melhor livro do ano (2005), os ambientalistas temiam que o trabalho científico trouxesse um desmentido ao “prístino mito”.

O livro premiado sobre cidades perdidas

Segundo esse mito ideológico e teológico, antes da descoberta e evangelização de América, os índios viviam num relacionamento edênico com a selva amazônica.

Pertencendo eles, porém, ao gênero humano, é natural que fizessem o que os homens fazem e sempre fizeram: construir casas, cidades e estradas, plantar, criar animais para se alimentar, tecer para se vestir e acumular para garantir o sustento de seus filhos.

Muitas das observações dos cientistas já haviam sido parcialmente publicadas, e as fotos podem se obter na Internet.

O antropólogo Carlos Fausto e a linguista Bruna Franchetto, ambos do Museu Nacional, estiveram entre os pesquisadores no Alto Xingu; como também o arqueólogo americano Michael Heckenberger, da Universidade da Flórida, autor principal do estudo.

Para Heckenberger, o planejamento urbano amazônico pré-Colombo era mais complicado que o da Europa medieval, e incluía, segundo Fausto, “uma distribuição geométrica precisa”.

A diferença dos tons de verde patenteia a adubação das terras em tempos remotos

Ficou assim comprovado que a Amazônia pré-colombiana viu florescer remarcáveis concentrações urbanas.

Na plenitude de sua expansão, a civilização do Xingu incluía 50 mil habitantes, dotados de autoridades políticas e religiosas que governavam as cidades menores a partir das principais.

Algumas de suas estradas – que podiam ter entre 20 e 50 metros de largura – foram identificadas como tendo cinco quilômetros de extensão. Para atravessar alagamentos foram construídas pontes, elevações de terreno e canais para canoas.

Também foram erigidas barragens que formavam lagos artificiais, sinais que mostram o grau de civilização daquele conjunto humano.

Os pesquisadores detectaram perto de 15 grupos principais de aldeias, espalhados numa superfície de dois milhões de hectares.

As cidades tinham formas geométricas, muros e fossos protetores, visíveis após o desmatamento

As tradições orais dos índios kuikuro – habitantes da região que, segundo Fausto, “têm um nome para cada uma das aldeias” – orientaram as pesquisas e foram confirmadas pelos achados. Existiram, portanto, civilizações política, religiosa, econômica e culturalmente definidas.

O arqueólogo Heckenberger sublinha que aquilo que até agora se supunha ser “uma floresta tropical virgem”, de fato é uma região altamente influenciada pela ação humana.

Segundo o arqueólogo, o planejamento urbano amazônico pré-histórico era mais complicado que o da Europa medieval. “Lá você tinha a “town” [vila] e a “hinterland” [zona rural] sem integração. Aqui estava tudo junto”, diz.

Mapa satelital das “cidades jardim” no Alto Xingu

“A organização espacial xinguana também denota uma hierarquia política entre vilas que remete às cidades-estado gregas. Cada “aglomerado galáctico” era um centro independente de poder, que provavelmente mantinha relações com outros aglomerados.

“Você não encontra uma capital da região”, diz Carlos Fausto. “O maior nível de organização é a vila cerimonial”.

Embora o escopo dos trabalhos no Alto Xingu e no Beni fosse apenas científico, eles acabaram por mostrar que o mito de uma floresta intocada é um sonho ideológico anti-histórico.

Uma propaganda da qual o ambientalismo e o comuno-tribalismo são useiros e vezeiros quer fazer crer que o próprio da cultura dos índios da Amazônia é de viverem como selvagens, vagando nus pelo mato e incapazes por natureza de constituir uma civilização.

Segundo tal propaganda, essa forma de vida selvagem seria uma fase da evolução do macaco ao homem.

Localização de “civilizações perdidas” já detetadas na Amazônia.
Fonte: “Washington Post”

E, mais ainda, os civilizados teríamos sido “desviados” da evolução “boa” pela civilização.

Agora se pode, a partir de dados científicos, sustentar com tranquilidade que a lamentável situação em que vivem certos índios não é decorrente de uma fatalidade cultural imposta pela “evolução”, mas sim uma decadência de povos que tiveram uma cultura mais alta.

Obviamente, esta constatação é um convite para ajudar esses índios a se recuperarem, inclusive do ponto de vista civilizatório.

As descobertas patenteiam um princípio que sempre orientou a obra missionária da Igreja: embora pagãos e decaídos, os índios são seres humanos beneficiados pelos frutos infinitos da Redenção conquistados por Nosso Senhor Jesus Cristo no alto da Cruz.

Assim, também a eles se aplica o mandamento evangélico: “Ide e evangelizai todos os povos”.

É portanto injusto e anticristão atribuir-lhes uma condição de entes integrados na floresta, privados de entrar em contato com a civilização, de progredir e receber a pregação da Palavra de Deus; em suma, de se tornarem parte da grei abençoada da Santa Igreja Católica.

Marcas das antigas cidades e vias de comunicação

Eles têm alma e estão chamados a serem filhos de Deus, a conhecerem a Igreja, a receber a graça divina e conquistar a vida eterna!

Se outra prova fosse necessária, os referidos achados arqueológicos apontam-nos como provenientes de um elevado estágio civilizatório que defeitos e/ou vícios morais rebaixaram até o lamentável estado em que se encontram.

Porém, nada disso pode ser empecilho para levar até eles as palavras de salvação da Igreja, a graça do batismo e os sacramentos, sinais sensíveis da graça divina.

E, junto com a vida sobrenatural, os tesouros culturais da Civilização Cristã.

As descobertas no Alto Xigu constituem assim mais um estímulo caritativo à obra de evangelização dos indígenas. Evangelização que é ponto de partida natural para uma cultura genuinamente cristã e brasileira.

Os silvícolas serão destarte beneficiados com a plenitude de bens hauridos pelos filhos de Deus na Santa Igreja Católica em decorrência da prática de seus santos e salutares ensinamentos.

Fonte: cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br

maio 22, 2018

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A lei da física que controla discretamente sua vida – e pode ajudar a melhorá-la

Por que um cacto tem a forma ideal para viver em um habitat sem água? Por que muitos rios formam curvas ao avançar rumo à sua foz?

Há uma teoria da física que explica isso. Na verdade, não só isso, mas também o comportamento de qualquer coisa em movimento, seja inanimada ou animada.

Trata-se de uma lei da física bem recente e ainda pouco conhecida pelo público em geral: chama-se Lei Constructal e foi formulada em 1996 por Adrian Bejan, professor de Engenharia Mecânica da Universidade Duke, nos Estados Unidos.

Bejan quis torná-la o mais acessível possível para as massas em seu livro A Física da Vida: A evolução de tudo, publicado em 2016. Mas como ela pode explicar praticamente tudo?

Tudo flui sob o mesmo princípio

A essência da teoria é que todo processo em movimento, seja de um ser vivo, como uma planta, ou algo mais intangível ou inanimado, como uma rota migratória ou a comunicação entre computadores, avança rumo a uma maior eficácia.

Esse avanço gera mudanças morfológicas e ajustes que respondem ao mesmo princípio de otimização, da evolução rumo a algo melhor. E isso, segundo escreveu Bejan em seu livro, se aplica a fluxos tão díspares como o “trânsito de uma cidade, o transporte de oxigênio dos pulmões e a fluidez dos pensamentos na arquitetura do cérebro”.

Bejan diz que toda a natureza é formada por sistemas de fluxo que mudam e evoluem com o tempo para fuir melhor (Foto: Getty Images)Bejan diz que toda a natureza é formada por sistemas de fluxo que mudam e evoluem com o tempo para fuir melhor (Foto: Getty Images)

Bejan diz que toda a natureza é formada por sistemas de fluxo que mudam e evoluem com o tempo para fuir melhor (Foto: Getty Images)

Bejan diz que toda a natureza é formada por sistemas de fluxo que mudam e evoluem com o tempo para se tornarem melhores. Assim, segundo a Lei Constructal, a tendência é sempre a uma fluidez mais fácil e, com o tempo, os fluxos se tornam maiores. E, quanto maiores o fluxos, mais inerentemente eficazes eles se tornam.

Lei ou teoria?

Na física, há muitas teorias, tantas quantas a mente puder imaginar, mas poucas leis. Uma lei deve explicar ou resumir um fenômeno universal, como as leis da dinâmica de Newton. Além disso, segundo o engenheiro, uma lei deveria ser “obedecida” por qualquer sistema imaginável: corpos, rios, máquinas.

Por sua vez, as teorias são previsões sobre como algo deve se dar e estão baseadas em uma lei. Para Bejan, a Lei Constructal explica o funcionamento de qualquer sistema dinâmico e é o motor de campos tão distintos como a evolução, a engenharia e o design.

O engenheiro se inspirou para concebê-la enquanto desenhava um sistema de refrigeração de computadores portáteis: ele se deu conta que as canalizações se ramificavam como se fossem árvores e, a partir daí, nasceu o conceito de sua lei.

Agora, sua proposta está ganhando grande aceitação nos círculos científicos e, segundo disse Bejan em entrevistas, até o momento não foi refutada por publicações especializadas.

A inação interromperia o fluxo e deteria o processo de otimização natural (Foto: Getty Images)A inação interromperia o fluxo e deteria o processo de otimização natural (Foto: Getty Images)

A inação interromperia o fluxo e deteria o processo de otimização natural (Foto: Getty Images)

Ele acaba de receber a prestigiosa medalha Benjamin Franklin, em parte por sua “teoria constructal, que prevê o design natural e sua evolução nos sistemas engenharia, científicos e sociais”. Segundo o engenheiro, entender melhor essa lei pode nos ajudar a antecipar mudanças, por exemplo, em dinâmicas sociais, nos governos ou na economia.

E como pode melhorar sua vida?

Se uma dinâmica se torna mais eficaz quanto mais fluida e livre for, então, a moral para nossas vidas bem que poderia ser “não pare”.

Bejan, que nasceu e cresceu na Romênia sob um governo comunista, diz que sua Lei Constructal, se aplicada de maneira prática ao nosso dia a dia e ao nosso trabalho, sugere que quanto mais livres, flexíveis e dinâmicos nos tornamos, mais eficazes somos. Da mesma forma, a inação interromperia esse fluxo e deteria o processo de optimização natural.

Segundo disse Bejan há alguns anos à revista Forbes, sua teoria tem incontáveis aplicações, “porque coloca o design biológico e a evolução dentro do campo da física, junto a tudo mais até agora existia sob o guarda-chuva da ‘ciência dura’: a economia, as dinâmicas sociais, os negócios e o governo”.

Uma das frases que ele mais gosta de repetir em conversas e entrevistas, também recorrente em seus livros, é que “a liberdade é boa para o design”. Assim, a mensagem que ele passa é que devemos fluir mais e melhor para nos tornarmos melhores.

 Fonte: g1.globo.com

maio 18, 2018

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Nasa planeja lançar primeiro helicóptero a Marte em 2020

A agência espacial americana disse na última sexta-feira (11/5) que planeja lançar o primeiro helicóptero a Marte em 2020, um veículo em miniatura não-tripulado que poderia ajudar a melhorar nossa compreensão sobre o Planeta Vermelho.
Conhecido simplesmente como “The Mars Helicopter”, o dispositivo pesa menos de 1,8 kg, e sua seção principal do corpo, ou fuselagem, é aproximadamente do tamanho de uma bola de futebol.
Ele será anexado à barriga do Mars 2020, um robô de rodas que busca determinar a habitabilidade do ambiente marciano, procurar sinais da vida antiga e avaliar os recursos naturais e os perigos para futuros exploradores humanos.
O Mars 2020 deverá ser lançado em julho de 2020, e sua chegada à superfície de Marte está prevista para fevereiro de 2021. O empreendimento começou em agosto de 2013 como um projeto de desenvolvimento de tecnologia no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
Para voar na fina atmosfera de Marte, o helicóptero espacial deve ser super leve, mas o mais potente possível. “O recorde de altitude de um helicóptero voando aqui na Terra é de cerca de 12.100 metros”, disse Mimi Aung, gerente de projeto do Mars Helicopter no Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa.
“A atmosfera de Marte é apenas 1% da da Terra, então quando nosso helicóptero está na superfície marciana, já está no equivalente da Terra a 30.500 metros”, acrescentou. O helicóptero é equipado com “células solares para carregar suas baterias de íons de lítio e um mecanismo de aquecimento para mantê-lo aquecido nas frias noites de Marte”.
Os controladores da Terra comandarão o helicóptero Mars, projetado para receber e interpretar comandos do solo. A Nasa disse que considera o helicóptero uma “demonstração de tecnologia de alto risco e alta recompensa”. Se for bem-sucedido, poderia ser um modelo para explorar nas futuras missões de Marte, capaz de acessar lugares que os robôs não podem alcançar.

maio 15, 2018

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Como a computação quântica promete revolucionar o conhecimento humano

A computação quântica é o assunto do momento. Isso porque é uma tecnologia que poderá aumentar a velocidade de computação exponencialmente para algumas classes de problemas, que terá uma longa vida e mudará a forma como a computação se apresenta atualmente. Por ser um tema denso, explicar a computação quântica virou assunto de encontros e entre muitos grupos.

Explicando em miúdos, a computação quântica se diferencia da computação clássica, já que na forma mais primitiva – por assim dizer – são utilizadas as operações binárias determinísticas com base em  operações lógica bit-a-bit clássica (bits com valor de 1 ou 0). Por outro lado, a quântica é probabilística, descrevendo qualquer valor entre 0 e 1.

Veja, por exemplo, que recentemente a IBM publicou um artigo na Nature sobre como usou um processador de sete Qubits para modelar o comportamento de moléculas de gás hidrogênio (H2), hidreto de lítio (LiH) e hidreto de berílio (BeH2). Entenda que os computadores tradicionais requerem muitos recursos para calcular propriedades de moléculas mais complexas. Neste experimento, a computação quântica permite que muitos cálculos sejam realizados simultaneamente e de forma muito mais natural, já que a dinâmica molecular é baseada em física quântica.

Se formos à raiz da resolução, na computação tradicional cada bit pode levar o valor de 1 ou 0. Estes 1s e 0s atuam como interruptores – como o de uma tomada – com ligar e desligar que, em última instância, controlam as funções do computador. Os computadores quânticos, por outro lado, são baseados em Qubits, que operam de acordo com dois princípios fundamentais da física quântica: sobreposição e emaranhamento. Resumindo: cada Qubit pode representar a 1 e a 0 ao mesmo tempo. O emaranhamento significa que Qubits em uma sobreposição podem ser correlacionados uns com os outros; ou seja, o estado de um (seja um 1 ou um 0) pode depender do estado de outro. Usando esses dois princípios, os Qubits podem atuar como sensores mais sofisticados, permitindo que os computadores quânticos funcionem para resolver problemas difíceis que são intratáveis usando os computadores atuais.

Mas o que é um computador quântico? Vamos começar relembrando a Lei de Moore. Este foi um conceito criado por Gordon Earl Moore na década de 60 e dizia que o poder de processamento dos computadores dobraria a cada 18 meses. Hoje temos realmente um computador com um poder muito maior do que o próprio Moore poderia imaginar. Entenda que os computadores quânticos são máquinas incrivelmente poderosas que adotam uma nova abordagem ao processamento das informações. Isso porque são construídas a partir dos princípios da mecânica quântica. Ou seja, exploram leis complexas da natureza. Ao se aproveitar disso, a computação quântica pode executar novos tipos de algoritmos para processar informações de forma mais holística.

Mas em que tudo isso poderá nos ajudar? Os sistemas quânticos podem desencadear a complexidade das interações moleculares e químicas que levam à descoberta de novos medicamentos e materiais. Eles podem permitir cadeias de logística e de abastecimento ultraeficientes, como aprimorar as operações de uma frota para entregas durante uma temporada de grande demanda. Além disso, podem nos ajudar a encontrar novas maneiras de modelar os dados financeiros e isolar os principais fatores de risco para fazer melhores investimentos. E eles podem criar máquinas muito mais poderosas. A ideia é que seja uma chave potente para abrir portas que nunca havíamos aberto antes.

*Ulisses Mello é diretor do laboratório de pesquisa da IBM Brasil

 

Fonte: idgnow.com.br

maio 11, 2018

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“Dizer que ciência e fé são incompatíveis é negar a história”, diz físico premiado

O físico Ian Hutchinson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), participou recentemente do evento promovido pela Veritas Forum com o tema “A ciência pode explicar tudo?”. O encontro acadêmico foi realizado na Universidade Quinnipiac.

A afirmação de que ciência e religião são incompatíveis é um “mito” e “nega a história”, segundo Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear do MIT. Durante sua palestra, ele argumentou que a ideia corrente de que a ciência e a fé estão em conflito era incorreta e rejeitada pelos eruditos especializados em história da ciência.

“Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos. Cristãos sérios, incluindo membros do clero foram determinantes no desenvolvimento da ciência moderna durante séculos”, lembrou o físico que possui vários prêmios. “Mas o mito ainda exerce poderosa influência tanto sobre os secularistas quanto sobre os cristãos. É sustentado por uma afirmação frequente de que não há evidências para o cristianismo, mas isso não é verdade.”

Segundo lembrou Hutchinson, embora ciência não possa “provar” todas as afirmações do cristianismo, ela também não pode responder a todas as questões sobre a existência. Para a surpresa de muitos dos presentes, disse que, durante sua carreira, não encontrou um ambiente acadêmico completamente ateu.

“Você pode pensar que o MIT, porque é um grande ‘templo’ da ciência e da tecnologia, seria um lugar sem Deus. Bem, não é. Há muitos cristãos e pessoas de diferentes crenças, tanto no corpo docente como entre os estudantes e funcionários”, continuou.

Durante o evento da Veritas, Hutchinson anunciou que está lançando um livro sobre o assunto, chamado “Pode um cientista crer em milagres? Respondendo a perguntas sobre Deus e Ciência”. Ele reuniu o que considera os questionamentos mais comuns e procura mostrar na obra que ciência e cristianismo “se apoiam mutuamente e são intelectualmente consistentes”.

Pesquisa mostra que maioria discorda

A ideia de que ciência e religião são incompatíveis foi analisada em uma pesquisa da Rice University. Eles descobriram que apenas 15% concordavam com essa afirmação.

A socióloga Elaine Howard Ecklund, líder do estudo, afirmou que a maioria dos entrevistados acredita que a religião e a ciência “às vezes” entram em conflito.

“Nossa pesquisa descobriu que uma mesma pessoa pode ter visões diferentes, dependendo do assunto tratado. É muito importante dissipar o mito de que as pessoas acreditam que a religião e a ciência estão em conflito. Essa questão tem muitos pontos de vista distintos”, explicou.

Fonte: gospelprime.com.br

maio 8, 2018

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Passagens bíblicas foram apagadas de manuscrito antigo do Alcorão

A descoberta de fragmentos de textos bíblicos em um manuscrito do Alcorão foi revelada por uma pesquisadora francesa. Ao contrário do que afirmaram alguns veículos de comunicação, não se trata de uma “prova” de que um texto da Bíblia faria parte do Alcorão, sendo posteriormente apagado.

A estudiosa francesa Eléonore Cellard, do College de France, explicou que estava estudando materiais adquiridos pela Casa de Leilões Christie’s, uma das mais importantes do mundo, quando se deparou com uma antiga cópia do Alcorão, feita cerca de um século após o surgimento do islamismo.

Ao observar atentamente o manuscrito em árabe, notou que existam letras coptas que foram apagadas, mas as marcas ainda podiam ser identificadas. Uma análise mais profunda indicou que se tratava de versículos do livro de Deuteronômio.

“Esta é uma descoberta importante sobre a história do Alcorão e o início do Islã. Temos aqui uma testemunha de interações culturais entre diferentes comunidades religiosas”, afirmou Cellard, uma especialista em crítica textual.

O especialista da Christie’s, Romain Pingannaud, que ajudou a identificar o texto bíblico, classificou a descoberta de “extraordinária”.

“Depois que você sabe que há algo lá, você consegue vê-lo, torna-se tão óbvio. Não vimos isso no começo. É fascinante, particularmente porque é o único exemplo em que temos um texto árabe em cima de um texto não árabe”, comemora. “É ainda mais fascinante que ele está sobre passagens do Antigo Testamento. Ele mostra o contato entre comunidades nos primeiros séculos do Islã; é muito relevante.”

A Casa de Leilões fez um teste de datação com Carbono 14 e não conseguiu uma leitura exata, mas indica que pode ser do início do século 8. Os fragmentos do Alcorão foram colocados à venda por um preço mínimo de US $ 111 mil.

O manuscrito foi feito no Egito, que abriga a antiga comunidade cristã copta. Com a expansão do islamismo no Oriente Médio nos seus primeiros séculos de existência, muitas comunidades cristãs e judias foram obrigadas a se converter sob pena de serem mortos. Esse exemplar do Alcorão pode ser um indício de “reaproveitamento” de material usado para registrar Escrituras Sagradas.

Fonte: gospelprime.com.br

maio 5, 2018

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Marcada por grandes ensinamentos a 5ª Conferência Internacional Ciência e Fé tem encerramento no sábado, 05, em Brasília

Manhã de sábado, 05 de maio, teve início à V Conferência Internacional Ciência e Fé – Por que a Bíblia tem comprovação científica? E respondendo a essa indagação, o professor Antônio Delson, primeiro palestrante do dia, foi enfático: “Porque a sua verdade supera a verdade científica, mas o positivismo lógico é a base da verdade científica que limita aos sentidos tudo que se pode conhecer. Com base nisso, não podemos explicar, por exemplo, a encarnação de Cristo, historicamente sim, mas não tem como comprovar cientificamente”.

De forma clara e objetiva, o professor Delson dividiu a verdade em categorias que são: verdade popular – categoria simples, verdade científica – categoria complexa da verdade e a verdade Bíblica – categoria ramificada. “A ciência vai evoluir na busca do conhecimento, mas as Escrituras continuarão atuais e mostrando uma verdade mais abrangente que estamos sempre buscando. Ela vai continuar reproduzindo ramos de verdades. O universo é cristocênico, porque a criação foi um ato da sabedoria que é maior que a técnica e a ciência”.

Em seguida o físico Gerald Schroeder destacou para a sua palestra sobre reprogramar o cérebro para a felicidade, sobre o efeito da gratidão. “Se lembre constantemente do bem, com gratidão. Deus nos diz que devemos nos lembrar e ter gratidão a tudo aquilo que Ele fez e o que as pessoas também fizeram para nós. Pense nas coisas que foram excelentes e dignas de serem aplaudidas e isso não se resume somente a Deus”.

Schroeder destacou  ainda que a Bíblia fala na língua dos homens para que seja compreendida, mas a ciência explica esses mesmos princípios de forma técnica dando equações. “Foque no bem e seja grato, assim o seu cérebro será intoxicado com oxitocina, o hormônio do amor, porque Deus não te engana e é impressionante como esse hormônio age, então use, não o deixe parada. Sorrir te leva a sentir-se bem – Sorria!

Físico e bispo Robson Rodovalho deu seguimento à palestra e em dois momentos de sua participação falou sobre a cientificidade da fé, mostrando que a Bíblia pode se tornar um livro científico. “A dificuldade de termos a nossa fé, a espiritualidade, a religiosidade ou a Bíblia com o viés científico é porque só pode ser considerado científico aquilo que passa pelo crivo do métodos científico e para isso, qualquer fenômeno precisa, primeiro, ser considerado um fenômeno e se de fato for um fenômeno e for sujeito a um método científico tem que ser repetido várias vezes”.

Destacando dez razões pelas quais o Novo Testamento tem credibilidade comprovada com viés científico, não submetido aos métodos científicos, ma a certos critérios da arqueologia, da história Rodovalho pontuou.”Ainda que a mente humana demanda lógica, coerência, o ser humano não quer que a fé sobrepuja a inteligência e não precisa disso,  porque a verdade e a revelação de Deus é tão maior que é capaz de satisfazer a mente, as curiosidades e ir além porque Deus não precisa de uma fé ignorante. O cristianismo passou pelo crivo da verdade e isso se deve aos primeiros apóstolos que pagaram um preço de vida e de morte. E esse mesmo cristianismo inverteu a lógica que existia, o domínio do forte, mas mostrou Jesus que prevaleceu mesmo sendo fraco, mostrando que o perdão é mais forte que o ódio”.

Dando seguimento, o pastor americano Pepe Ramnath falou sobre a aparição física de Jesus de acordo com relatos do historiador Tácito, comprovando coisas que aconteceram com o Messias, uma pessoa baixa e escura, que não tinha nenhuma beleza, mas que ao abrir a sua boca, confundiu o mundo inteiro. “Esse homem preenche os critérios de um homem inteligente e quando abre a sua boca o mundo inteiro começa a tremer.Ele era um homem incrível. Até esse dia já existiu muitas comprovações de suas ideias. Nero e Constantino decidiram descrever as pessoas que seguiam a Jesus e eles deram a essas pessoas o nome de cristãos, mas esse é um nome muito pobre para descrever quem somos, porque isso nos limita”.

Destacou ainda que existe uma música no universo que mantém tudo em harmonia. “As Escrituras dizem que existem algumas estrelas no céu que são anjos.Nós estamos cercados pela glória de Deus e a minha missão é passar para as pessoas que existem mais dos sons de Deus nesse universo do que sons do demônio. As pessoas perecem por falta de conhecimento. Nós estamos operando na frequencia errada, nós temos os resultados errados. Se nós louvarmos em espírito e não em verdade, não adianta. Deus só vai receber de você aquilo que Ele te receitou”.

Confira fotos:

Crédito das fotos: Gabriel de Souza

maio 4, 2018

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V Conferência Ciência e Fé recebe Gerald Schroeder e Pepe Ramnath, em Brasília

Ao som de Hélio Borges com a música “ninguém explica Deus”, a V Conferência Ciência e Fé teve início na Embaixada Sara Nossa Terra, em Brasília. Bispo Rodovalho saudou aos presentes e falou da programação do evento.

Na sequência, o rabino e PHD em física Nuclear, Gerald Schroeder falou sobre as sabedorias que a Bíblia oferece, dentre elas,  o poder da imposição das mãos. “ Ao longo de toda Bíblia Deus nos diz constantemente para impormos as nossas mãos.” Exemplificou sua palestra com a passagem de Gênesis 48:14 e disse que “quando você se conecta com Deus aprende as coisas, ainda que não saiba como elas funcionam.”

O preletor explicou também que o poder de Deus sobre as mãos é tão grande que mesmo sem tocar pode ser transferido. “A ciência nos deu chaves para entender o que acontece quando impomos as mãos, Deus explica para nós e com as suas matemáticas para a vida de forma leiga e simples, a ciência vem e explica de forma técnica. A verdade de Deus vem em palavras e a ciência nos traz a verdade de Deus na natureza. Se nós obedecermos, nós vamos colher os benefícios”.

Com o tema a ciência da saúde no louvor, o pastor americano Pepe Ramnath ensinou que tudo aquilo que Deus diz e ordenou na sua lei é fundamental para a existência humana. “Em alguns dias da semana ficamos mais leves, em outros mais pesados. Existem diferentes tipos de descanso durante os dias, eles são diferentes durante a semana e fim de semana, isso os cientistas chamam de genes supressores. Se nos submetermos a prescrição de Deus imediatamente começaremos a ter uma vida mais saudável”.

Pepe Ramnath destacou também que se nós comermos de forma apropriada e fizermos exercícios, podemos fazer com que os telômeros (extremidades dos cromossomos, as estruturas das células onde fica empacotado o DNA) cresçam. “Se comer muitas frutas vermelhas e roxas, elas tem um nutriente que vai direto para os telômeros. Deus nos dá uma dieta sagrada no livro de Levítico, o que devemos ou não comer, para que tenhamos dias longos e saudáveis nesse planeta”.

Confira fotos:

Crédito das fotos: Gustavo Cantarino

maio 4, 2018

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Acontece neste fim de semana a 5ª Conferência Internacional Ciência e Fé em Brasília

Pesquisadores e estudantes que querem mergulhar no mundo da física quântica, dos ministérios da astronomia, sobre as lendas e verdades da relação histórica entre ciência e fé, não podem deixar de participar da 5ª Conferência Internacional Ciência e Fé, que neste ano traz o tema Por que a Bíblia tem Comprovação Científica?

O evento acontece nesta sexta-feira, 04, e sábado 05 de maio na Embaixada Sara Nossa Terra, em Brasília.Promovido pelo Instituto Hayah, ligado à Igreja Evangélica Sara Nossa Terra.

Teólogo, graduado em filosofia e PhD em Física Quântica e Espiritualidade pela Universidade Cristã da Flórida, o Bispo Robson Rodovalho, presidente da Sara Nossa Terra e do Instituto Hayah, é o idealizador da conferência e anfitrião dos palestrantes convidados.

Estão confirmadas as presenças de Gerald Schroeder, PhD em Física Nuclear e Ciências Terrestres e Planetárias pelo MIT, professor da Faculdade e Seminário Judaico Aish HaTorah; Pepe Ramnath, PHD em microscopia ambiental, doutor em teologia e liderança cristã, em filosofia e mestre em ciências ambientais e em micrologia médica.

O evento conta ainda com a presença do palestrante Antônio Delson de Jesus, Doutor em Mecânica Espacial e Controle pelo INPE,  pós-doutorado em Detritos Espaciais pelo Insituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione A Faedo e professor titular da Universidade Federal de Feira de Santana (BA).

Evento: Acontece neste fim de semana a 5ª Conferência Internacional Ciência e Fé em Brasília

Data: 04 e 05 de Maio

Local: Embaixada Sara Nossa Terra

Inscrições:

* Valor – R$ 100 por pessoa / para os dois dias

* Pelo site conferenciasbrasil.com.br ou presencial