abril 27, 2018

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“Dizer que ciência e fé são incompatíveis é negar a história”, diz físico premiado

O físico Ian Hutchinson, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), participou recentemente do evento promovido pela Veritas Forum com o tema “A ciência pode explicar tudo?”. O encontro acadêmico foi realizado na Universidade Quinnipiac.

A afirmação de que ciência e religião são incompatíveis é um “mito” e “nega a história”, segundo Hutchinson, professor de Ciência e Engenharia Nuclear do MIT. Durante sua palestra, ele argumentou que a ideia corrente de que a ciência e a fé estão em conflito era incorreta e rejeitada pelos eruditos especializados em história da ciência.

 “Isso foi completamente desmentido pelos historiadores da ciência nos últimos 50 anos. Cristãos sérios, incluindo membros do clero foram determinantes no desenvolvimento da ciência moderna durante séculos”, lembrou o físico que possui vários prêmios. “Mas o mito ainda exerce poderosa influência tanto sobre os secularistas quanto sobre os cristãos. É sustentado por uma afirmação frequente de que não há evidências para o cristianismo, mas isso não é verdade.”
Segundo lembrou Hutchinson, embora ciência não possa “provar” todas as afirmações do cristianismo, ela também não pode responder a todas as questões sobre a existência. Para a surpresa de muitos dos presentes, disse que, durante sua carreira, não encontrou um ambiente acadêmico completamente ateu.

“Você pode pensar que o MIT, porque é um grande ‘templo’ da ciência e da tecnologia, seria um lugar sem Deus. Bem, não é. Há muitos cristãos e pessoas de diferentes crenças, tanto no corpo docente como entre os estudantes e funcionários”, continuou.

 Durante o evento da Veritas, Hutchinson anunciou que está lançando um livro sobre o assunto, chamado “Pode um cientista crer em milagres? Respondendo a perguntas sobre Deus e Ciência”. Ele reuniu o que considera os questionamentos mais comuns e procura mostrar na obra que ciência e cristianismo “se apoiam mutuamente e são intelectualmente consistentes”.

Pesquisa mostra que maioria discorda

A ideia de que ciência e religião são incompatíveis foi analisada em uma pesquisa da Rice University. Eles descobriram que apenas 15% concordavam com essa afirmação.

A socióloga Elaine Howard Ecklund, líder do estudo, afirmou que a maioria dos entrevistados acredita que a religião e a ciência “às vezes” entram em conflito.

“Nossa pesquisa descobriu que uma mesma pessoa pode ter visões diferentes, dependendo do assunto tratado. É muito importante dissipar o mito de que as pessoas acreditam que a religião e a ciência estão em conflito. Essa questão tem muitos pontos de vista distintos”, explicou. Com informações Christian Post

Fonte: guiame.com.br

abril 24, 2018

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Os cientistas finalmente percebem o que a tábula de 2.000 anos diz sobre Jesus, regozijam-se os cristãos

Em 2008, o Bedouin encontrou um conjunto de “páginas” metálicas mantidas juntas por uma pasta com anel. Foi descoberto na Jordânia e pode ser a primeira menção de Jesus Cristo, pois é provado que tem cerca de 2.000 anos de idade.

O trabalho sobre a primeira referência a Jesus Cristo é enorme. Não só prova aos cientistas e aos céticos que Jesus é real, existiu também no período que coincide com as datas escritas na Bíblia e outras informações antigas.

Enquanto as peças antigas de metal são interessantes, uma vez que os pesquisadores analisaram a liderança, descobriram que a idade das tabelas coincide com alguns anos do ministério de Jesus. Saiba mais sobre esta incrível descoberta abaixo!

Não só as datas coincidem, mas as inscrições nas “páginas” de liderança podem ser extremamente valiosas para não só cristãos, mas também os muçulmanos e judeus. Depois de enviar as tabelas às pessoas certas para traduzi-los, eles descobriram que as palavras correspondem ao nome de Jesus.

As tabelas afirmam que Jesus não estava fundando sua própria religião. Ele estava simplesmente restaurando a tradição milenar da época do rei Davi. Por isso, ele estava tornando o Judaísmo excelente novamente.

O deus Jesus adorado era ambos masculino e feminino, de acordo com os comprimidos.

Nas tabelas, a idéia de que Jesus era adorado no Templo de Salomão, onde se achava que o próprio rosto de Deus era visto, é fundamental para a informação revelada nos textos antigos. Este é o mesmo lugar onde o episódio com os credores aconteceu na Bíblia.

 Uma dessas pastilhas jordanianas se assemelha ao Livro das Revelações porque descreve que tem sete selos.

Esses livros são chamados de códices. Estes são manuscritos. Entre essas tabelas, pensa-se que a imagem do próprio Jesus é encontrada.

Menos de um ano depois que essas páginas principais foram encontradas, os autores David e Jennifer Elkington fizeram campanha para que esses códices fossem genuinamente reconhecidos. Mas os cristãos evangélicos têm marcado esses documentos verdadeiros como falsos.

Esta primeira menção de Jesus foi encontrada por Hassan Saeda, um beduino israelense, que lhes foi dado por seu avô. Outros relatórios afirmam que ele os encontrou em uma inundação.

Os artefatos foram encontrados numa parte remota da Jordânia, onde os refugiados cristãos eram conhecidos por terem fugido depois que Jerusalém caiu em 70 DC.

“Embora possa haver variações de decaimento e corrosão que dependem das condições ambientais em que os objetos foram armazenados ou escondidos, há um tema forte sobre decadência dentro do metal”, disseram os pesquisadores em uma declaração de imprensa.

“Foi oxidado e destruído a nível atômico para reverter em seu estado natural. Isso nunca foi em objetos que existiam há vários séculos de idade e não era possível produzir por aceleração artificial (por exemplo, através de aquecimento). Isso fornece evidências muito fortes de que os objetos são de idade ótima, consistente com os estudos do texto e desenhos que sugerem uma idade de cerca de 2000 anos “.

Fonte: videostorypt.bles.com

abril 20, 2018

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Israel faz 70 anos, como “cumprimento da grande profecia”

Israel iniciou na quinta-feira (18), as celebrações de seu septuagésimo aniversário de independência. Em 14 de maio de 1948, David Ben Gurion anunciou o estabelecimento do Estado judeu. Quase dois mil anos depois de ter “desaparecido”, Israel voltar a tomar o seu lugar entre as nações.

O vice-ministro de Diplomacia Pública e historiador de Israel, Michael Oren, lembro que poucas horas depois de seu ressurgimento, seis nações árabes atacaram o país, inconformados com a decisão da ONU de permitir que os judeus reocupassem a terra de seus antepassados.

Ele aponta para os elementos da “Guerra da Independência”, que ocorreu entre maio de 1948 e janeiro de 1949. “Havia 600 mil pessoas aqui, mais ou menos do tamanho de uma cidade ocidental de porte médio. Eles tinham pouco armamento e combateram seis exércitos árabes ao mesmo tempo. Israel não tinha economia forte, nem aliados e parte de sua população eram sobreviventes vindos da Europa depois do Holocausto!”, destaca.
Após desse “batismo de fogo”, Israel não apenas sobreviveu, também prosperou muito. “Nossa economia tem uma das maiores taxas de crescimento do mundo. Temos um dos exércitos mais poderosos do mundo; somos líderes mundiais em tecnologia e Israel regularmente fica nas listas de países mais poderosos do mundo”, resume Oren.

Para ele, “Em perspectiva histórica, a situação de Israel não é menos que um milagre.”

O sentimento do primeiro primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu é o mesmo. Durante a Conferência de Mídia Cristã, em outubro de 2017, o premiê foi perguntado “por que Israel tenta ajudar tantas outras nações quando está cercado de inimigos por todos os lados?”

Tikun Olam – a reparação do mundo

Netanyahu disse à plateia: “Porque somos uma luz para as nações. É o cumprimento dessa grande profecia. Na verdade, é isso que Israel está fazendo. Vocês podem ver isso acontecendo em lugares como Haiti, Filipinas ou México”.

Ele deu vários exemplos, destacando que, quando Israel enviou ajuda ao México após o recente terremoto devastador no ano passado, os mexicanos os aplaudiram nas ruas.

Terremoto no México

“Eles simplesmente amam Israel e você vê isso em muitos lugares ao redor do mundo. As pessoas dizem, o que vocês estão fazendo? A resposta é: Estamos cumprindo nossos valores mais profundos, Israel é uma luz para as nações”, assegurou.

Mas há outra profecia que está se cumprindo: Israel não está apenas indo para as nações, mas agora as nações estão vindo para Israel.

Isso aconteceu de diferentes maneiras. A recente convenção Our Crowd atraiu para Jerusalém 10.000 pessoas, de 90 países de todo o mundo. Era um encontro de inovação e investimento de alta tecnologia.

Jonathan Medved, o fundador da Our Crowd, explicou que o que está acontecendo hoje é um reflexo do que aconteceu em Israel por 4.000 anos. “Nós somos chamados de a nação startup. Sempre fomos sonhadores aqui em Israel, desde o tempo de Abraão e dos profetas, sempre houve notícias incríveis vindo deste país”, afirma.

Shahar Shilo, consultora do Museu da Torre de Davi, na entrada da Cidade Velha de Jerusalém. Ele lembra que muitos acreditam que o espaço fazia parte do palácio do Rei Herodes onde, há dois mil anos, ocorreu o julgamento de Jesus.

O especialista assegura que, desde a sua fundação, Israel preservou os locais históricos e bíblicos, escavou seu antigo passado e abriu suas portas para pessoas de todas as religiões. Ele diz que essa é uma das missões especiais de Israel.

“O turismo é muito mais do que apenas ganhar dinheiro. O turismo é fazer amigos. Pelo turismo criamos parceria com pessoa de todo o mundo. Estamos sempre dizendo, antes de vir para Israel quando você lê a Bíblia, você só imagina. Quando visita Israel, cada história, seja sobre Paulo, Pedro, Maria ou Jesus. Tudo é vívido e vibrante, eu diria em full HD ou 4k. Algo acontece em sua alma e você nunca mais será o mesmo”, descreve, entusiasmado.

Seja ajudando o mundo através do alcance humanitário, trazendo inovação para os investidores globais ou sendo administrando os lugares bíblicos, muitos acreditam que estes são simplesmente um cumprimento da missão de Israel para o mundo – Tikun Olam – o princípio judaico de reparar o mundo. Como o profeta hebreu Isaías escreveu há quase 2.700 anos, ser, de fato, uma luz para as nações. Com informações de CBN

Fonte: gospelprime.com.br

abril 17, 2018

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Ondas de calor marinhas estão mais quentes, mais longas e mais frequentes

As ondas de calor marinhas aumentaram ao longo do século, em duração e intensidade, segundo um estudo de pesquisadores do ARC Centre of Excellence for Climate Extremes (CLEX) e do Institute of Marine and Antarctic Studies (IMAS). A pesquisa, publicada na revista especializada Nature Communications, mostra que o extremo climático de calor nos sistemas atmosféricos e oceânicos têm impactos devastadores e de longo prazo nos ecossistemas.

Os pesquisadores usaram uma variedade de conjuntos de dados de observação para revelar a tendência de aumento das ondas de calor marinhas, combinando dados de satélite com um conjunto de dados longo do século, retirados de navios e várias estações de medição terrestres.
De 1925 a 2016, a frequência de ondas de calor marinhas aumentou em média 34% e a duração de cada onda de calor aumentou em 17%. Juntos, isso levou a um aumento de 54% no número de dias de ondas de calor marinhas a cada ano, em todo o planeta.
A explicação para o fenômeno é que as correntes oceânicas movem a água ao redor do oceano e algumas delas – incluindo a Corrente do Golfo e a Corrente do Leste da Austrália – transportam água quente para regiões mais frias. Se essas correntes ficam mais fortes que o normal, acumulam água quente em uma determinada região e disparam uma onda de calor marinha.
“Da mesma forma, se a atmosfera é muito quente e – em particular – se há céu limpo e ventos fracos, as camadas superiores do oceano podem aquecer muito rapidamente, provocando também uma onda de calor marinha”, explica a pesquisa.
O estudo também calculou a contribuição separada de diferentes fontes de variabilidade natural nos oceanos – como o El Niño – Oscilação Sul (ENOS), Oscilação Multidecadal Atlântica e Oscilação Decadal do Pacífico. Enquanto eles descobriram que os fenômenos naturais desempenhavam um papel na probabilidade de onda de calor na escala regional, eles não afetavam as tendências crescentes de longo prazo.

Pouca atenção em noticiários

Assim como as ondas de calor em terra, as ondas de calor marinha são um período prolongado de temperaturas anormalmente altas, causando impactos consideráveis no ambiente marinho. Os pesquisadores relataram que o tema tem recebido pouca atenção nos notíciarios, o que prejudica ainda mais a execução de planos de ação para reduzir os danos aos ecossistemas marinhos.
Eles citam como exemplo a Grande Barreira de Corais, que viu quatro eventos massivos de branqueamento de corais nos últimos anos causados pela exposição prolongada a altas temperaturas da superfície do mar. A onda de calor marinha mudou o ecossistema de dominado por algas marinhas kelp para ser dominado por macroalgas marinhas (Seaweed), causando desequilíbrio em outras espécies. “Essa mudança permaneceu mesmo depois que a temperatura da água voltou ao normal”, afirmou o estudo.
Em 2012, uma onda de calor marinha no Golfo do Maine levou a um aumento de lagostas, mas, também, a uma queda nos preços que prejudicou seriamente os lucros do setor. As águas quentes persistentes no Pacífico Norte, de 2014 a 2016, levaram ao fechamento de pescarias, ao encalhe em massa de mamíferos marinhos e à proliferação de algas nocivas ao longo das costas. Essa onda de calor até mudou os padrões climáticos de grande escala no noroeste do Pacífico.

Definição de onda recentemente aprovada

O estudo quantifica, pela primeira vez, as mudanças a longo prazo na frequência e no comprimento das ondas de calor marítimas à medida que o clima se aquece. Foi usada uma definição de onda de calor marítima que foi recentemente aprovada por um grupo de trabalho internacional, como explicou o principal autor do estudo , Dr. Eric Oliver , professor assistente em Oceanografia Física na Universidade de Dalhousie, no Canadá.

 

abril 13, 2018

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Ficar muito tempo sentado pode prejudicar a memória, diz estudo

Ficar sentado é o novo fumar. Um novo estudo publicado nesta quinta-feira (12) mostra que não sair do sofá ou da cadeira por muito tempo pode afetar uma área do cérebro que é fundamental para a memória.

Em janeiro, os cientistas já haviam demonstrado que ficar sentado por longos períodos pode aumentar o risco de doenças vasculares, assim como o de problemas cardíacos.

Nesta nova pesquisa, os professores da Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) recrutaram 35 pessoas com idades entre 45 e 75 anos. Eles perguntaram a frequência com que praticavam atividades físicas e o número de horas que costumavam ficar sentados por dia.

Cada um dos participantes faz uma ressonância magnética de alta resolução, que mostra uma visão detalhada do lobo temporal medial – região afetada quando as pessoas têm amnésia e envolvida na formação de novas memórias.

Jovens fazem exercícios físicos durante o entardecer na costa do Mar mediterrâneo em Ashkelon, Israel (Foto: Amir Cohen/Reuters)Jovens fazem exercícios físicos durante o entardecer na costa do Mar mediterrâneo em Ashkelon, Israel (Foto: Amir Cohen/Reuters)

Jovens fazem exercícios físicos durante o entardecer na costa do Mar mediterrâneo em Ashkelon, Israel (Foto: Amir Cohen/Reuters)

Os cientistas descobriram que o comportamento sedentário é um fator significativo de desgaste do lobo temporal medial. A prática de atividade física, mesmo que em níveis elevados, não é suficiente para repor esses efeitos de ficar sentado por longos períodos.

Os autores dizem, no entanto, que essa pesquisa ainda não é uma prova definitiva de que ficar sentado por bastante tempo é a causa do “afinamento” de alguns áreas do lobo temporal medial. Eles pretendem expandir o número de pessoas e aumentar o tempo de acompanhamento para entender mais profundamente a questão, além de levar em consideração outros fatores, como raça, gênero e peso.

Fonte: g1.globo.com

abril 10, 2018

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Evidências apontam uma inteligência por trás do universo, reconhece cientista da Nasa

Ciência e fé podem caminhar juntas e também se complementar, segundo uma analista de dados de astronomia da Nasa, agência espacial dos Estados Unidos.

“A criação fala do seu Criador assim como uma obra de arte reflete o gosto, talento e personalidade de um artista. Através da ciência podemos ver evidências que fortemente apontam para uma super inteligência por trás da arquitetura do universo. Estas evidências são tão convincentes que vários cientistas seculares mencionam esta super inteligência”, disse Gladys Kober ao G1.

Kober observa que embora muitos cientistas não acreditem na existência de um poder sobrenatural, muitos cientistas de alto nível com prêmios Nobel expressaram sua crença em Deus — como o físico alemão Albert Einstein.

“Por exemplo, Einstein escreveu: A harmonia das leis naturais revela uma Inteligência de tal superioridade que, comparada a ela, todo o pensamento sistemático e ações dos seres humanos são uma reflexão totalmente insignificante”, destaca.

O rabino Jacques Cukierkon, que auxilia na doutrina da Congregação Judaica de Piracicaba (CJP), lembra que Einsten era judeu. Ele acrescenta que as descobertas e os prêmios de outros cientistas judeus comprovam que a ciência e a fé podem coexistir. “Ciência e fé caminham juntas sim”, disse o rabino.

O pastor Carlos Eduardo Aranha Neto, líder da Igreja Presbiteriana de Campinas (SP), também concorda que ciência e fé podem caminhar lado a lado.

“É uma das coisas que a gente sempre considera no estudo da teologia. As duas coisas podem ser vistas combinadas. Até mesmo nesta forma de entender as coisas de Deus. A gente tem que pensar que Ele mesmo é o criador da própria ciência. No nosso conceito, a fé não descarta a ciência e também a ciência não descarta a fé”, ele afirma.

A disputa entre fé e razão teve início no final do século XVIII, quando os primeiros cientistas passaram a afirmar que a ciência era capaz de salvar a humanidade. “E aí surgiu esta briga entre fé e razão. Na verdade, não deveria existir”, esclarece o Pároco da Catedral Metropolitana de Campinas, o monsenhor Rafael Capelato.

“Os primeiros cientistas disseram que a fé trouxe prejuízos para a humanidade porque inventou a inquisição, mortes por causa de dogmas, mas a ciência moderna também inventou as armas e a técnica da guerra. Criou armas químicas. Então, as duas coisas, a fé e a razão precisam uma da outra para ajudar o ser humano a crescer e a se desenvolver”, avalia.

“Não tem como arrancar do ser humano a sua capacidade de inteligência, assim como não tem como arrancar do ser humano a sua capacidade de crer, a fé. É, neste sentido, que uma coopera com a outra”, o monsenhor acrescenta.

Fonte: guiame.com.br

abril 6, 2018

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“Corpo de Jesus” é reconstruído em 3D a partir do Santo Sudário

Um estudioso conseguiu criar uma imagem tridimensional de como seria o corpo de Jesus a partir do Santo Sudário. “Consideramos que finalmente estamos diante de uma imagem precisa de como era Jesus nesta terra. A partir de agora não será mais possível retratá-lo sem levar em conta este trabalho”, explica Giulio Fanti, professor de medições mecânicas e térmicas na Universidade de Pádua, na Itália.

A partir de técnicas avançadas, ele fez a reconstituição em 3D a partir das marcas na peça de pano que para os católicos seria a mortalha usada para envolver Jesus depois de sua morte na cruz. Fanti revelou à imprensa sua obra esta semana, dizendo que trata-se de uma imagem “em tamanho natural, feita com base em medidas milimétricas tomadas do pano em que o corpo de Cristo foi envolvido após a crucificação”.

O professor diz que “Segundo os nossos estudos, Jesus era um homem longilíneo, mas muito robusto, tinha 1m80 de altura, quando a altura média naquele tempo era de cerca de 1m65. E tinha uma expressão real e majestosa”.

Etapas do Jesus Cristo em 3D
Etapas do Jesus Cristo em 3D

Através de seus estudos e a sofisticada projeção tridimensional, também foi possível computar as numerosas feridas no corpo a partir das marcas no Sudário. “São 370 feridas de açoites, sem considerar as laterais, que o pano não revela porque envolveu apenas a parte anterior e a posterior do corpo. Mas podemos supor pelo menos 600 golpes. Além disso, a reconstrução em 3D nos permite observar que, na hora da morte, ele pendeu para a direita, porque o ombro direito foi deslocado de modo tão grave que lesou os nervos”, ressaltou.

Mortalha

Testes de datação por carbono foram realizados no Sudário em 1988, apontando que sua origem seria na Idade Média, mas muitas pessoas, incluindo Fanti, acreditam que os resultados foram equivocados por casa da contaminação de laboratório e que o pedaço de pano usado tinha sido restaurado em um estágio posterior.

O “Santo Sudário” ou “Sudário de Turim” é visto pela Igreja Católica e muitos outros cristãos como o pano em que Jesus foi enterrado após a crucificação. Acredita-se que a relíquia tenha sido levada de Jerusalém para o que hoje é a Turquia por um dos discípulos. Só apareceu em registros históricos por volta de 1360 na diocese de Troyes, França, antes de ser transferido para a Catedral de Turim, no norte da Itália, em 1578.

Fonte: gospelprime

abril 3, 2018

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Cientistas descobrem proteína capaz de recuperar a memória e a aprendizagem

Complicações neurais desencadeadas por problemas como concussões e por doenças neurodegenerativas desafiam médicos e pacientes devido à escassez de tratamento e à prevenção limitada. Com o objetivo de mudar esse cenário, cientistas dos Estados Unidos trabalham no desenvolvimento de uma droga que tem se mostrado promissora quanto à estimulação cerebral. Análises feitas em ratos renderam resultados positivos, e os pesquisadores também conseguiram observar minuciosamente a ação da molécula no órgão das cobaias. Segundo eles, as informações obtidas poderão ajudar na criação de um composto que servirá de base para uma droga a ser usada contra o Alzheimer e outras enfermidades do tipo. Os achados da pesquisa foram divulgados na edição desta semana da revista Science.
A droga testada — o inibidor de resposta ao estresse integrado (ISRIB) — foi descoberta em 2013, após uma extensa triagem de substâncias capazes de alterar a resposta ao estresse no corpo humano, evitando, dessa forma, o surgimento de problemas cognitivos. “O ISRIB foi isolado num rastreio de uma biblioteca de cerca de 100 mil compostos. Ele foi uma das 28 moléculas em potencial selecionadas pela nossa equipe”, conta ao Correio Peter Walter, bioquímico da Universidade da Califórnia e principal autor do estudo. Nos testes, o ISRIB não se dissolveu bem em soluções aquosas, e isso fez com que os pesquisadores acreditassem que ele não seria um medicamento viável. Porém, após observações mais minuciosas, a equipe percebeu que a molécula teve ação mil vezes mais potente que muitas das outras opções testadas. Durante análises laboratoriais in vitro, mesmo a pequena quantidade de ISRIB que conseguiu penetrar nas células foi suficiente para provocar uma resposta ao estresse.
Com tantos dados animadores, os cientistas partiram para testes em animais. Em experimentos, observaram que o ISRIB melhorou a aprendizagem e a memória em camundongos e, por meio de uma técnica avançada de análise, a microscopia crioeletrônica, conseguiram perceber em detalhes como esses benefícios ocorreram. Segundo os cientistas, uma ligação do ISRIB a oito componentes da proteína eIF2B foi a responsável pela otimização cognitiva dos ratos.
A molécula, que tem a forma de uma hélice, se posiciona dentro da eIF2B e atua como um grampo, unindo subcomplexos idênticos da proteína. “Vemos que o ISRIB mantém o complexo eIF2B em conjunto, e isso pode ser suficiente para estabilizar a proteína e aumentar a sua atividade”, diz Walter. Em resumo, os pesquisadores mostram que o ISRIB previne a resposta ao estresse celular ao estabilizar a eIF2B. “Podemos ver com resolução quase atômica onde a droga se liga à proteína. É realmente incrível ver uma pequena molécula sob um microscópio”, ressalta Walter.

Uso ampliado

Para a equipe de cientistas, a ação desencadeada por ISRIB nas cobaias mostra o quanto a molécula tem potencial para se tornar um medicamento contra a neurodegeneração em humanos. “Como o ISRIB aumenta a cognição na aprendizagem espacial, espera-se que ele, ou algum derivado de atuação semelhante, seja útil para aliviar ou retardar algumas das disfunções cognitivas em pacientes com Alzheimer e em pacientes com outros distúrbios neurodegenerativos”, explica Walter. “Eu acredito que o ISRIB poderá ser uma terapia para muitos distúrbios cognitivos.”
Amauri Araújo Godinho, neurocirurgião do Hospital Santa Lúcia e membro titular da Sociedade Brasileira de Neurologia (SBN), acredita que os resultados da pesquisa americana são positivos para a área médica. “É interessante eles terem observado que essa droga promove o aprendizado e restabelece a memória em ratos que já tinham um tipo de lesão.  É uma grande esperança.  Se você consegue usar essa droga em um paciente com trauma encefálico, você poderá reduzir as sequelas”, ilustra.
O neurologista aponta outras possíveis aplicações para o medicamento. “Eu até extrapolo um pouco, mas, se pensarmos que essa ação pode ocorrer em qualquer célula nervosa, ela poderia ser usada de forma mais ampla. Temos casos de pacientes, como atletas, que, quando entram em coma, apresentam o que chamamos de catabolismo, que destrói a musculatura.  Para evitar isso, usamos anabolizantes. Poderíamos evitar essa perda com essa proteína”, detalha.
Godinho pondera que a pesquisa precisa ter continuidade, a fim de que os efeitos sejam observados com mais cuidado e a eficácia em humanos, avaliada. “Outro ponto que deve ser visto são possíveis efeitos negativos. A expressão de genes responsáveis pela produção de proteínas está ligada ao câncer, é importante ter certeza de que não estamos estimulando o crescimento de um tumor, por exemplo”, sugere.
A próxima etapa do estudo consiste em destrinchar ainda mais a molécula estudada e a proteína à qual ela se liga, segundo Walter. “Trabalhamos para determinar estruturas de eIF2B com ISRIB a fim de aprender sobre suas atividades. Nós também estamos procurando um metabólito natural que possa ter atividade semelhante ao ISRIB”, adianta. Os investigadores acreditam que será possível adaptar os experimentos para testes clínicos, em humanos, já que, até agora, a molécula não parece ser tóxica.

“É uma grande esperança.  Se você consegue usar essa droga em um paciente com trauma encefálico, você poderá reduzir as sequelas”
Amauri Araújo Godinho, neurocirurgião do Hospital Santa Lúcia e membro titular da Sociedade Brasileira de Neurologia

Fonte: correiobraziliense.com.br