maio 31, 2017

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NASA está prestes a anunciar nova sonda que vai “tocar o Sol”

NASA marcou para hoje, 31, o anúncio de uma sonda que promete “tocar o Sol”, de acordo com a própria agência. A nave vai precisar lidar com temperaturas altíssimas e radiação em um nível que nenhuma outra precisou lidar. A ideia é que ela traga informações que nos ajudem a prever tempestades solares e a revelar os segredos da nossa estrela mais próxima.

A nova sonda vai chegar mais perto do Sol do que a Helios 2, instrumento lançado em 1976, que chegou a 43 milhões de quilômetros da superfície da estrela. A missão Sonda Solar Plus, estimada em 1,5 milhão de dólares, deve ser lançada em agosto de 2018.

A pequena nave treinará na órbita de Vênus por sete anos antes de ficar a seis milhões de quilômetros da superfície do Sol. Parece meio longe, mas é o suficiente para rastrear os campos magnéticos e analisar algumas partículas solares sem derreter por completo.

Para Brad Tucker, da Universidade Nacional da Austrália, a grande novidade tecnológica da sonda está no escudo térmico. “Trata-se de um escudo feito de carbono com 11,5 centímetros de espessura, que pode aguentar temperaturas próximas de 1.400°C. O uso dos compostos de carbono estão nos permitindo fazer coisas muito complicadas”, informou o cientista ao Science Alert.

Segundo o cientista entender as atividades solares é fundamental para que os humanos comecem a explorar o Universo.

A NASA vai transmitir o anúncio oficial ao vivo hoje (31), às 12 horas, pela NASA TV

Fonte: revistagalileu.globo.com

maio 30, 2017

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Como a ciência trabalha para hackear o cérebro humano

O que a ciência tem feito para hackear a mente nos dias de hoje? Essa questão apareceu no website Quora, no qual os usuários fazem, editam e organizam perguntas e respostas, e foi respondida por Adam Piore, autor do livro “The Body Builder” (ainda sem edição no Brasil), que aborda o tema da bioengenharia.

Piore afirma que as pessoas tentam estudar a mente e corpo humano desde que a civilização existe. A diferença é que, agora, é possível saber por que algumas técnicas antigas ainda são muito eficazes.

Ao longo de sua carreira, Piore, muitas vezes, apoiou-se na cafeína e na nicotina. Segundo ele, as pessoas têm utilizado o fumo para conseguir foco desde, pelo menos, 600 a.C.. Enquanto a cafeína bloqueia uma substância química do cérebro chamada adenosina, que promove o sono e inibe estímulos, a nicotina imita a molécula neurotransmissora acetilcolina, que estimula o córtex sensorial e áreas envolvidas na atenção.

Em seu livro, o especialista detalha alguns esforços inovadores. Há um homem chamado Tim Tully, que tenta desenvolver uma “pílula de memorização”. Ele e sua equipe são financiados pelo bilionário Kenneth Dart, herdeiro do império da Dart Styrofoam, maior empresa de copos e embalagens de isopor. Eles estão atrás de indivíduos com alta capacidade de memorização. Quando acharem um número suficiente, a ideia é sequenciar seus genomas para ter ideias para possíveis drogas sintéticas. Piore conversou com um menino de 11 anos, descoberto por eles, que conseguiu contar o que fazia no dia do seu aniversário, nos últimos quatro anos.

Tully já foi bem-sucedido ao criar geneticamente moscas de frutas com memória fotográfica. Ele conseguiu isso ao manipular pequenas moléculas conhecidas como ativadores de CREB, um tipo de proteína.

Enquanto escrevia o livro, Piore conheceu ainda pessoas envolvidas em um projeto controverso para mapear todos os genes relacionados à inteligência, no intuito de descobrir maneiras alterá-la. É um grande desafio. Por isso, muitos não acreditam que esses pesquisadores serão bem-sucedidos.

Segundo o especialista, outros cientistas também experimentam estimulação cerebral profunda (DBS), que promove a implantação de uma espécie de marcapasso no cérebro para gerar estímulos, com o objetivo de desenvolver uma nova geração de dispositivos que podem não apenas mudar os padrões de queima de neurônios com pulsos de eletricidade, mas monitorar a atividade cerebral. Se bem-sucedidos, eles irão conseguir detectar quando algo está errado (como no caso de um ataque de pânico ou um estado cerebral que precede um episódio de depressão ou mesmo psicótico) e colocar o cérebro de volta ao modo normal de funcionamento.

Fonte: forbes.com.br

maio 26, 2017

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Astronautas da Nasa concluem caminhada espacial de emergência

A caminhada espacial de emergência da comandante Peggy Whitson e do engenheiro Jack Fischer pela parte de fora da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) foi concluída com sucesso, informou a Nasa. Durante a missão, que estava programada para a manhã de de terça-feira, 23, os astronautas americanos deixaram o interior da ISS para reparar um computador que estava apresentado falhas desde a manhã de sábado. A missão durou, no total, duas horas e 46 minutos. Enquanto Whitson trocava as peças defeituosas do aparelho, Fischer instalava um par de antenas na estação, que devem melhorar a comunicação por internet sem fio nas próximas missões.

A saída foi a décima caminhada espacial de Whitson, considerada a primeira mulher a comandar a estação espacial, a astronauta dos EUA com mais idade a ir ao espaço e, mais recentemente, a mulher americana a passar mais tempo fora da Terra. Para Fischer, foi sua segunda missão do tipo. Somando essa a outras caminhadas que partiram da ISS, os astronautas totalizaram 1.250 horas e 41 minutos trabalhando fora do laboratório em órbita para mantê-lo funcionando corretamente, afirmou a Nasa, em comunicado.

 Com o feito da manhã desta terça-feira, Whitson está perto de quebrar mais um recorde. Ela acaba de somar 60 horas e 21 minutos fora da estação espacial, se tornando a mulher com mais tempo cumulativo de caminhadas espaciais da história – e avançando para o terceiro posto no ranking geral.

Computador com falhas

A caminhada espacial foi convocada com urgência após um dos dois computadores que controlam os sistemas dos Estados Unidos no posto, ter parado de funcionar sem alerta prévio.

O aparelho é responsável por comandar a operação de energia solar, radiadores, sistema de arrefecimento e outros equipamentos. Após o defeito, o computador deixou o laboratório espacial, de 100 bilhões de dólares (equivalente a 325,51 bilhões de reais), funcionando com um sistema substituto.

A última caminhada de emergência realizada por fora da ISS foi em dezembro de 2015, quando dois astronautas americanos deixaram a base para liberar o freio do transportador móvel de um braço robótico.

Fonte: veja.abril.com.br

maio 23, 2017

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Estudo aponta região do cérebro ligada a religiosidade

Durante muitos anos cientistas cogitaram a existência de um “ponto de Deus” no cérebro, uma área em específico, que fosse responsável pelas crenças religiosas.

 Conforme um novo estudo realizado pela Northwestern University, em Illinois, nos Estados Unidos, a região do córtex pré-frontal do cérebro está associada a diversas funções, como a capacidade de planejamento e de percepção. Anteriormente, essa estrutura cerebral já foi relacionada a experiências religiosas.

O estudo analisou 119 pessoas que sofreram alguma lesão cerebral durante a guerra do Vietnam e outros 30 veteranos normais. Foi solicitado que os participantes respondessem a afirmações como “Para levar uma vida melhor e mais significativa, uma pessoa deve seguir a única religião verdadeira”.

 Os pesquisadores descobriram que os veteranos lesionados no córtex pré-frontal tinham níveis mais altos de conservadorismo religioso do que os outros. “Crenças humanas, e nesse caso crenças religiosas, são um dos conhecimentos sociais e cognitivos que nos diferenciam das outras espécies”, apontou o coautor da pesquisa, Jordan Grafman, ao PsyPost.

A pesquisa liga diretamente a região estudada com a religiosidade, pois foi possível perceber suas interações no cérebro. “Precisamos entender quão distintas as crenças religiosas são das crenças morais, legais, políticas e econômicas em suas representações no cérebro”, destacou Grafman.

 Grafman também acredita que por mais que a pesquisa evidencie que o córtex pré-frontal está conectado com a espiritualidade, existem outros fatores que determinam o quão religiosa uma pessoa é.

“Enquanto crenças religiosas ou não podem ser estudadas seletivamente e independentes de outros processos cognitivos e sociais, sua dependência e interação com outros processos do cérebro será uma importante área de pesquisa nas próximas décadas”, encerrou.

Fonte: gospelprime.com.br com informações do site Ultimo Segundo

maio 19, 2017

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É Hoje! Conferência Internacional Ciência e Fé – A física e metafísica iluminando a existência

Hoje e amanhã acontece  a 4ª Conferência Internacional Ciência e Fé, em Brasilia, promovida pelo Instituto Hayah, ligado à Sara Nossa Terra. Este ano, o tema será  A Física e a Metafísica Iluminando a Existência.  O foco dos debates serão os fenômenos por trás dos grandes acontecimentos bíblicos, bem como os efeitos da física quântica no cotidiano das pessoas. Respostas a indagações humanas como os fenômenos e milagres da Bíblia, informações que formaram o universo e outros temas serão debatidos por célebres palestrantes como Robson Rodovalho, PHD em física Quântica pela Florida Christian University – FCU, e especializado em ressonância eletro magnética nuclear, professor e bispo evangélico. Gerald Schroeder, PHD em Física Nuclear e Ciências da Terra e do Planeta pelo MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts – Estados Unidos. Cientista com mais de cinquenta anos de experiência na área da pesquisa e ensino. Professor rabino no Instituto Weizmann de Ciência, no Instituto de Pesquisa Volcani, tendo também um laboratório da Universidade Hebraica.

Ainda estão presentes o mestre e doutor em Direito Comercial pela PUC-SP, professor da Universidade de Sorbonne – França, Coordena a disciplina de Direito Econômico e Direito Quântico na PUC, Ricardo Sayeg. Antônio Delson, Pós-doutor em Detritos Espaciais pelo Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione na Itália, mestre em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Temas: 

– Efeito Antrópico: Por que existe vida na terra?

– Como as informações do universo formaram a vida?

– Como aconteceram os milagres na Bíblia, como a abertura do Mar Vermelho?

– Quem irá dirigir o futuro da humanidade?

– Quais os efeitos da teoria quântica no direito e no judiciário?

Programação e demais informações você encontra em www.bisporodovalho.com.br

Confira o cronograma 

Serviço:

Conferência Internacional Ciência e Fé – A física e metafísica iluminando a existência

Data: 19 e 20 de Maio

Local: Embaixada Sara Nossa Terra – Brasília

Endereço:  QMSW 04 LTS. 07/08 – Sudoeste – Brasília

Telefone: (61) 3022-9875

Inscrições:

* Valor – R$ 100 por pessoa / para os dois dias

* Cada inscrição dá direito a um exemplar do livro: Código do Universo

* Inscrições pelo site bisporodovalho.com.br ou presencial (no local do evento)

maio 16, 2017

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Cientistas criam dispositivo que transforma poluição em energia

Uma equipe de cientistas da Universidade de Antuérpia, na Bélgica, conseguiu criar um dispositivo capaz de converter gases poluentes em um combustivel limpo. O aparelho capta poluentes orgânicos presentes no ar, gerando no processo gás hidrogênio (H2), segundo o artigo publicado pelos pesquisadores.

O dispositivo é uma célula fotoeletroquímica, que causa reações usando a luz do sol para deslocar elétrons entre um pólo de óxido de titânio e outro de platina. Os dois polos são separados por uma membrana feita de nanomateriais especiais.

Nela, poluentes como o metanol são decompostos em gás carbônico (CO2), e gás hidrogênio é gerado no processo. O hidrogênio gerado pode ser usado como combustível limpo para outras utilidades, incluindo até mesmo mover trens e ônibus urbanos.

Segundo o The Next Web, o processo é muito parecido com a reação que ocorre nas células que geram energia solar hoje em dia. Isso porque o dispositivo opera automaticamente quando é exposto à luz do sol. A principal diferença é que enquanto as células solares geram energia diretamente em si mesmas, esse novo aparelho gera energia na forma do gás hidrogênio

Por outro lado, os pesquisadores afirmam que a tecnologia ainda está em suas fases iniciais. Segundo o professor Sammy Verbruggen, um dos pesquisadores da equipe, “atualmente estamos trabalhando na escala de apenas alguns centímetros quadrados, mas no longo prazo pretendemos escalar nosso processo para torná-lo aplicável em escala industrial”.

Fonte: olhardigital.uol.com.br

maio 12, 2017

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Bispo Rodovalho convida para a 4ª Conferência Ciência e Fé, em Brasília

Pesquisadores que buscam uma teoria, a um só tempo, científica e religiosa para a origem da vida estarão reunidos em Brasília nos dias 19 e 20 de maio na 4ª Conferência Internacional Ciência e Fé, que neste ano traz o tema A Física e a Metafísica Iluminando a Existência.

Promovido pelo Instituto Hayah, ligado à Igreja Evangélica Sara Nossa Terra, o evento será realizado na Embaixada Sara Nossa Terra, localizada no Sudoeste, em Brasília. O foco dos debates serão os elementos bíblicos e científicos que sustentam a tese da criação do universo.

Conferencistas: 

Robson Rodovalho: PHD em física Quântica pela Florida Christian University – FCU, e especializado em ressonância eletro magnética nuclear, professor e bispo evangélico.

Gerald Schroeder: PHD em Física Nuclear e Ciências da Terra e do Planeta pelo MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts – Estados Unidos. Cientista com mais de cinquenta anos de experiência na área da pesquisa e ensino. Professor rabino no Instituto Weizmann de Ciência, no Instituto de Pesquisa Volcani, tendo também um laboratório da Universidade Hebraica.

Ricardo Sayeg: Mestre e Doutor em Direito Comercial pela PUC-SP, professor da Universidade de Sorbonne – França, Coordena a disciplina de Direito Econômico e Direito Quântico na PUC.

Antônio Delson: Pós-doutor em Detritos Espaciais pelo Istituto di Scienza e Tecnologie dell’Informazione na Itália, mestre em Física pela Universidade Federal de Pernambuco e professor Pleno da Universidade Estadual de Feira de Santana.

Confira o convite do Bispo Rodovalho, o anfitrião do evento:

maio 9, 2017

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Arqueólogos acham novas evidências da Torre de Babel

Uma tabuleta de pedra, com mais de 2.500 anos, que fala sobre a Torre de Babel foi encontrada no Iraque. Ela faz parte de uma coleção particular, pertence ao empresário norueguês Martin Schøyen, que possui um acervo de mais de 13.000 manuscritos e peças antigas.

O professor Andrew George, do Instituto Smithsonian, uma das instituições mais respeitadas do mundo no estudo de antiguidades, apresentou esta semana o material pela primeira vez. O arqueólogo escreveu em 2011 o livro “Inscrições Cuneiformes dos Reis”, onde analisa o material da coleção de Schøyen. A tabuleta contém um desenho do rei Nabucodonosor II, que governou Babilônia há 2.500 anos, ao lado de um enorme zigurate – estrutura piramidal, que era dedicada ao deus Marduk.

O texto que acompanha a figura menciona a “torre”, que os estudiosos acreditam ser uma referência inequívoca à Torre de Babel descrita na Bíblia. O mais provável é que Nabucodonosor II tenha restaurado ou reconstruído uma torre com os sete andares mostrados no desenho e uma grande escadaria. No topo, um local usado para observação das estrelas e realização de cerimônias religiosas.

Essa representação de Nabucodonosor é uma das quatro únicas no mundo. O professor George explica que as outros estão esculpidas em falésias no Líbano, em Wadi Brisa e em Shir es-Sanam. Destaca também que, dentre todas, a representação mais nítida está na tabuleta. As ruínas de Babel se encontram em Hillah, no Iraque, cerca de 100 quilômetros ao sul de Bagdá. Há um sítio arqueológico que inclui um grande número de estruturas de edifícios. Foi encontrado o alicerce de um gigantesco zigurate.
Desenho da tabuleta de pedra.

Contudo, os relatos por escrito sobre o local são raros. A tabuleta apresentada por Andrew George é a única conhecida com uma representação gráfica. Durante muito tempo pesquisadores usaram esse argumento para afirmar que o relato bíblico seria apenas uma “lenda”.

Contudo, uma tabuleta de argila com escrita cuneiforme –  datada de 2500 a. C. – foi encontrada no Iraque e traduzida em 1872. Ela traz um relato controvertido que parece ser um paralelo à história bíblica da Torre de Babel: “…seu coração se tornou mal… Babilônia submeteu os pequenos e os grandes. Ele (uma divindade) confundiu seus idiomas… o seu lugar forte, que por muitos dias eles edificaram, numa só noite ele trouxe abaixo.”

Outro texto cuneiforme, produzido em cerca de 2200 a. C. e publicado em 1968, faz menção de uma época em que havia “harmonia de idiomas em toda Suméria” e os cidadãos “adoravam ao deus Enlil numa só língua… o deus Enki, senhor da abundância… e o líder dos deuses… mudou a linguagem na sua boca e trouxe confusão a eles. Até então, a linguagem dos homens era apenas uma.”

O texto de Gênesis 11 fala sobre uma torre construída pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar seus nomes. Sua pretensão é que ela fosse tão alta que alcançasse o céu.

Isso foi visto como uma afronta por Deus que, para castigá-los, confundiu as suas línguas e os espalhou por toda a Terra.

Fonte: gospelprime.com.br

maio 5, 2017

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Brasil lança satélite que permitirá acesso à banda larga em áreas remotas

O governo brasileiro lançou, por volta das 18h50 desta quinta-feira (4), o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). O satélite será usado para as comunicações, principalmente para oferta de banda larga em áreas remotas, e será integralmente controlado pelo Brasil.

O lançamento ocorreu na base de Kourou, na Guiana Francesa. O satélite foi enviado dentro do foguete Ariane 5, que também lançou ao espaço outro satélite, o KOREASAT-7, da operadora sul-coreana Ktsat.

Com o satélite, o Brasil deixará de alugar satélite de empresas privadas. O lançamento do satélite estava inicialmente prevista para o dia 21 de março, mas foi adiado por causa da greve geral na Guiana Francesa.

Após o lançamento, o presidente Michel Temer, que acompanhou o evento, afirmou que o satélite ajudará o país a “democratizar” o sistema digital.

“Vamos democratizar o fenômeno digital do Brasil, já que a banda larga vai atingir todos os recantos do nosso país. Democratizando o sistema digital no nosso país. É um grande momento para o nosso governo”, afirmou o presidente.

Segundo o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, o satélite terá uso civil e militar e exigiu R$ 2,784 bilhões em investimentos. A vida útil do satélite é de 18 anos.

Além de ampliar a capacidade de telecomunicações e a cobertura de serviços de internet banda larga no Brasil, com foco em áreas de difícil acesso, o SGDC fornecerá um meio seguro para transferência de informações civis e militares que envolvam a segurança nacional.

Atualmente o governo aluga o sinal de satélites privados. O projeto do satélite é resultado de uma parceria entre a Telebras e o Ministério da Defesa.

O uso militar do satélite na chamada banda X começará na metade do mês de junho, mas o uso para oferta de banda larga só deve começar a partir de setembro.

O ministro das Comunicações, Gilberto Kassab, afirmou que apesar da crise financeira, o presidente Temer decidiu manter os investimentos no satélite.

“Poderíamos ter prorrogado esse programa, mas o presidente definiu que apesar da magnitude do investimento, era um investimento que não poderia ser prorrogado. […] O Brasil entra definitivamente na era digital”, disse.

Kassab afirmou ainda que o presidente Michel Temer determinou que o Brasil mantenha os estudos para ampliar sua frota de satélite.

“Agora estamos conquistando tecnologia. Dezenas de profissionais passaram meses na Franca se capacitando para que o Brasil, em algumas décadas, alcance soberania tecnológica”, disse.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que além da independência da soberania, por ser o primeiro satélite totalmente operado por brasileiros, o satélite vai acabar com o apartheid digital.

Satélite brasileito foi lançado nesta quinta-feira (4) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Satélite brasileiro foi lançado quinta-feira (4) (Foto: Reprodução/TV Globo)

Transferência de tecnologia

O satélite foi comprado da França, mas o acordo envolveu a transferência de tecnologia, com o envio de 50 profissionais brasileiros para as instalações onde foi construído o satélite.

Serão esses os profissionais responsáveis por operar o equipamento. Toda a operação será feita a partir do 6º Comando Aéreo Regional (VI Comar) da Aeronáutica, em Brasília, e da Estação de Rádio da Marinha, no Rio de Janeiro.

A empresas responsável pelo projeto é a Visiona, uma joint-venture entre Embraer e Telebras criada para estimular o setor espacial do país.

‘Estacionado’

O satélite geoestacionário gira na mesma velocidade da Terra e fica “estacionado” sobre um mesmo ponto do planeta. Pesando 5,8 toneladas e com 5 metros de altura, ele vai ficar posicionado a 36 mil quilômetros da Terra e cobrirá todo o território brasileiro, além do oceano Atlântico. A previsão de vida útil do satélite é de 18 anos.

A construção do satélite foi feita em Cannes e Toulouse, na França, pela empresa aeroespacial Thales Alenia Space, e durou 2 anos. O projeto foi supervisionado pela Visiona Tecnologia Espacial, parceria entre Embraer e Telebras.

De acordo com o Ministério da Defesa, o processo envolveu transferência de tecnologia e intercâmbios entre profissionais brasileiros dessas empresas e da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

 Brasil lança satélite que permitirá acesso à banda larga em áreas remotas (Foto: Reprodução/NBR)

Brasil lança satélite que permitirá acesso à banda larga em áreas remotas (Foto: Reprodução/NBR)

Alcântara

Segundo informações das Forças Armadas, a escolha da Guiana Francesa para o lançamento deve-se a sua posição geográfica., por estar mais próximo da linha do Equador.

O Brasil tem a base de Alcântara, que fica em uma posição ainda mais vantajosa, mas a base não tem capacidade para lançamentos de foguetes do tamanho do que foi usado para o lançamento do satélite.

Foguete Ariane 5 (Foto: Reprodução/Twitter/@Arianespace)
Foguete Ariane 5 (Foto: Reprodução/Twitter/@Arianespace)

maio 2, 2017

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Brasileiro lança livro com interpretação científica do Apocalipse

interpretacoes-cientificas-do-apocalipse-lazaro-wagner-282x400O autor Lazaro Vagner decidiu escrever sobre um dos assuntos mais controversos da Bíblia por entender que pode ajudar os cristãos a entender melhor o significado de Apocalipse. Segundo ele, João em sua visão descreve fatos muito avançados para a sua época, mas que podem ser explicados de maneira científica, sem que isso anule o aspecto sobrenatural da revelação.

Estudioso do assunto, ele afirma que usou a perspectiva interdisciplinar, ou seja, além da teologia usou argumentos de diversas áreas cientificas, incluindo física, química, astronomia, história, geografia, psicologia, medicina, arqueologia e atualidades.

Procurando usar uma linguagem acessível, Lazaro explica que decidiu elaborar um material  que abordasse as dificuldades cotidianas do cristão numa sociedade materialista. “Realizei pesquisas em diversas áreas para comprovar se essas ideias realmente procediam e o resultado foi um livro decifrado e fundamentado do começo ao fim”, assegura.

A intenção declarada do autor é mostrar que o livro do Apocalipse necessita de uma interpretação que leve em consideração a Bíblia como um todo, acrescida do que a ciência já consegue explicar no século 21.

De fato, com a sequências de eventos que se desenrolam em nossos dias e o crescente número de teorias sobre o que está para acontecer no cenário profético que se desenha, o conhecimento do livro de Apocalipse tem se mostrado de suma importância para  a igreja brasileira.

O primeiro capítulo de “Interpretações Científicas do Apocalipse” pode ser lido gratuitamente no site Clube dos Autores. O livro está disponível em formato impresso e ebook.

Fonte: Gospel Prime