maio 29, 2015

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Cientistas desenvolvem anticorpo para combater leucemia

Um anticorpo artificial demonstrou sua eficácia em ratos para eliminar células cancerosas, o que representa um avanço na imunoterapia para tratar a leucemia mieloide aguda, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira pela revista científica “Science Translational”.

O anticorpo MGD006 remaneja as células T para combater este tipo de leucemia, que é muito difícil de tratar e carece de um tratamento efetivo. As células T são um tipo de célula imunológica cuja função é reconhecer substâncias estranhas na superfície de outras células e matá-las, para o que produzem substâncias solúveis que têm efeitos sobre tumores e células infectadas com vírus.

A leucemia mieloide aguda é um tipo de câncer produzido nas células da linha mielóode dos leucócitos, que se caracteriza pela rápida proliferação de células anormais que se acumulam na medula óssea e interferem na produção de glóbulos vermelhos normais.

Trata-se do tipo de leucemia aguda mais comum em adultos e sua incidência aumenta com a idade, embora seja uma doença relativamente rara em nível global. As imunoterapias testadas até agora se centraram no antígeno CD123, com presença excessiva nesta leucemia e outros tipos de câncer.

O anticorpo MGD006, desenvolvido pelo pesquisador Gurunadh Chichili e sua equipe, funde fragmentos de dois anticorpos diferentes: um para o antígeno CD123 da leucemia e outro para o antígeno CD3 das células T.

Em uma semana de tratamento contínuo, o anticorpo eliminou as células com leucemia em ratos e, aplicado durante quatro semanas em macacos, os animais não experimentaram efeitos colaterais graves.

Fonte: Exame

maio 25, 2015

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Medicamento chinês que desacelera Alzheimer entrará em testes clínicos

Uma medicamento elaborado por cientistas chineses que conseguiu resultados positivos na desaceleração do avanço do Alzheimer em animais entrará em breve em fase de testes clínicos, anunciaram os responsáveis pelo projeto.

O fármaco, desenvolvido por pesquisadores do Instituto de Saúde e Biomedicina de Cantão da Academia Chinesa de Ciências, vem mostrando efetividade na melhora da memória e das habilidades cognitivas de animais, explicou o diretor da equipe responsável pelo projeto, Hu Wenhui, à agência estatal de notícias “Xinhua”.

Após uma bem-sucedida experiência em porcos da Guiné, foi decidido que na fase seguinte de desenvolvimento deste composto, chamado AD16, serão feitos testes com humanos.

O AD16 desacelera o avanço do Alzheimer, ao funcionar como um agente antineuroinflamatório que pode aliviar os danos causados pelas proteínas beta-amiloides nos neurônios.

Os fragmentos desta proteína são acumulados no cérebro das pessoas que sofrem de Alzheimer, formando depósitos que impedem que as células possam se conectar entre si e transmitir os impulsos nervosos, o que acaba afetando suas habilidades cognitivas e sua memória.

Fonte: Portal G1

maio 22, 2015

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Ciência elege top 10 das novas espécies descobertas em 2015

Um comitê de especialistas elegeu as dez novas espécies mais interessantes entre as mais de 18 mil descobertas nos últimos 12 meses no mundo.

A lista Top 10 das Novas Espécies é publicada desde 2008 pelo Suny College of Environmental Science and Forestry, uma das principais instituições voltadas para a ciência ambiental nos Estados Unidos.

Descoberto nos Estados Unidos, o Anzu wyliei, um dinossauro emplumado que ficou conhecido como Galinha do Inferno, era carnívoro, tinha 1,5 metro de altura e um bico semelhante ao dos papagaios. Nas Filipinas, o Balanophora coralliformis, uma planta parasita ameaçada de extinção, tem a aparência de um coral, mas vive a 1.500 metros de altitude. A aranha Cebrennus rechenbergi, encontrada nos desertos do Marrocos, destaca-se pela estratégia de defesa: quando o perigo aparece, ela escapa dando cambalhotas, que dobram a velocidade de sua fuga.

Na Austrália, a Dendrogramma enigmatica, encontrada no mar a mil metros de profundidade, é um animal multicelular parecido com um cogumelo, cujo corpo é uma haste de 8 milímetros, com uma extremidade em forma de um disco e uma boca na outra ponta. A vespa Deuteragenia ossarium, encontrada na China, tem uma estratégia sinistra para proteger sua prole: deposita aranhas mortas ao redor do ninho para alimentar os ovos e depois sela a entrada com formigas mortas.

Na Indonésia, a rã Limnonectes larvaepartus é uma notável exceção entre os anfíbios, porque, em vez de botar ovos, dá à luz girinos desenvolvidos, que são depositados diretamente na água. O Phryganistria tamdaoensis, descoberto no Vietnã, é uma nova espécie de bicho-pau gigante, que chega a 23 centímetros de comprimento.

Um dos mais belos animais da lista é uma lesma do mar encontrada no Japão – o Phyllodesmium acanthorhinum, considerado o elo perdido entre as lesmas que se alimentam de corais e as que comem outros invertebrados marinhos. Também no Japão foi descoberto o peixe Torquigener albomaculosus, que desenha, no fundo do mar, intrincados desenhos circulares com detalhes geométricos de dois metros de diâmetro. Os círculos, que intrigavam os cientistas antes da descoberta do novo peixe, são produzidos para atrair as fêmeas e servir como ninho.

A Tillandsia religiosa, uma bromélia de 1,5 metro de altura, é usada em algumas regiões do México para compor a construção de presépios no Natal, mas só agora os taxonomistas descobriram que se trata de uma espécie ainda não descrita pela ciência.

Fonte: O Estado de S.Paulo

maio 18, 2015

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Ministério da Saúde confirma 8 casos de zika vírus no RN e 8 na BA

O Ministério da Saúde confirmou a circulação do zika vírus no Brasil na manhã desta quarta-feira (14). Segundo o ministro Arthur Chioro, 8 amostras provenientes de Camaçari, na Bahia, e 8 doRio Grande do Norte são efetivamente da doença. Elas foram testadas pelo Instituto Evandro Chagas e pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).

Apesar da entrada do vírus no Brasil e de 1.200 suspeitas sendo investigadas no Nordeste, o ministro disse não haver motivo para preocupação. “O zika vírus não nos preocupa. Trata-se de uma doença benigna que tem uma evolução para cura. A febre é baixa, o maior incômodo é o prurido, manchas vermelhas. Requer muito pouco acesso dos pacientes ao prontos-socorros e serviços médicos. Toda a nossa preocupação é com a dengue, porque dengue mata.”

Zika vírus
O zika vírus foi isolado pela primeira vez em 1947 a partir de amostras em macacos Rhesus na floresta Zika, em Uganda. Ele é endêmico no leste e oeste africanos e, no continente americano, foi identificado na Ilha de Páscoa, território chileno, no início de 2014, segundo o ministério.

É uma doença viral que passa sozinha, em geral, após até sete dias. Ela se caracteriza por febre, dores musculares, manchas vermelhas no corpo, inchaço nas extremidades, e dor atrás dos olhos, que também podem ficar vermelhos. A transmissão se dá por meio da picada do mosquito Aedes Aegypti e há um período de incubação de cerca de quatro dias.

O tratamento é baseado no uso de paracetamol para febre e dor. Não há registros de óbitos causados pela doença. Também não há vacinas contra ela. As medidas de prevenção são semelhantes às da dengue e da chikungunya.

Fonte: Portal G1

maio 15, 2015

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Estudo diz por que abelhas vivem juntas

Qual é a receita capaz de transformar um inseto comum,  de vida solitária, numa criatura que habita vastas colmeia s, sacrificando sua reprodução e até a própria vida pelo grupo, como as abelhas domésticas?

Ao que parece, muitas receitas diferente funcionam, afirma um novo estudo, que analisou o genoma de dez espécies diferentes de abelhas (entre as cerca de 20 mil que existem no planeta) em busca de pistas sobre as origens de suas sociedades.

Entre os insetos cujo DNA foi estudado pelos cientistas está a Melipona quadrifasciata, mais conhecida como mandaçaia – são abelhas sem ferrão presentes em boa parte do território brasileiro.

“A vida social delas é tão complexa quanto a das abelhas domésticas, apesar das diferenças nos detalhes”, diz Zilá Simões, geneticista da USP de Ribeirão Preto.

Zilá e outros colegas do Brasil, como Klaus Hartfelder, também da USP, são coautores do estudo, em parte por causa da M.quadrifasciata, uma espécie importante para a análise, e porque os pesquisadores brasileiros já tinham participado de outros esforços para entender o DNA das abelhas, estudando o genoma da Apis mellifera (que produz a maior parte do nosso mel) e das mamangavas.

A pesquisadora explica que há uma diversidade enorme de estilos de vida enter as abelhas. Algumas são totalmente solitárias: constroem o ninho sozinhas, botam os ovos e vão embora.

Outras convivem em ninhos coletivos nos quais há pouca divisão de trabalho entre as moradoras. E há as de sociedades extremamente complexas, com uma única fêmea enorme se reproduzindo, no papel de rainha, e castas com outras funções.

A comparação dos genomas dos diferentes tipos de insetos revelou que o aumento da complexidade social está associado a alterações nas regiões do DNA às quais se ligam as moléculas responsáveis por ativar e desativar genes. Nas abelhas de vida social intensa, essas áreas conseguem controlar uma rede mais complexa e interconectada de genes, diz Hartfelder.

Já os genes propriamente ditos – ou seja, as partes do DNA que contém a receita para a produção de moléculas com papel ativo no organismo – variam relativamente menos. “Parece que o elemento mais importante é esse aumento da complexidade de redes de genes atuando juntos”, afirma ele.

O curioso é que, mesmo no caso das espécies com vida social igualmente complexa, as regiões do DNA ligadas a esse fenômeno variam bastante de um tipo de abelha para outra.

A descoberta levou os pesquisadores a citar uma ideia do influente paleontólogo americano Stephen Jay Gould, morto em 2002. Gould dizia que, se fosse possível assistir à evolução dos seres vivos de novo, como quem vê um filme pela segunda vez, dificilmente assistiríamos ao aparecimento de formas de vida parecidas com as que já conhecemos.

Ao menos no caso da vida social complexa dos insetos, talvez não seja bem assim, já que há muitos caminhos possíveis para chegar a ela.

As implicações do estudo não são apenas teóricas, porém. “Um ponto muito importante, na minha opinião, é que a gente não tem como preservar o que não conhece”, diz Zilá. “Esses dados nos ajudam a entender aspectos básicos da biologia das abelhas e vão facilitar o esforço de preservação.”

O que, aliás, é urgente – as colmeias estão sofrendo declínios consideráveis em várias partes do mundo, o que coloca em xeque o trabalho de polinização das lavouras, um dos principais benefícios proporcionados pelas abelhas à população humana.

Fonte: Folha de S.Paulo

maio 11, 2015

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Sistema permite que smartphone identifique parasitas

Especialistas em bioengenharia desenvolveram um sistema que permite que smartphones sejam usados para detectar a presença de parasitas no sangue.

O sistema, chamado CellScope, permite que um app analise o movimento em uma imagem de uma gota de sangue capturada pela câmara do celular, para buscar eventuais organismos estranhos.

Os sistema foi testado com sucesso em Camarões, na África, e os resultados foram divulgados na publicação científica “Science Translational Medicine”.

Especialistas dizem que a técnica marca um avanço fundamental no combate a doenças tropicais.

Verme no olho

Nos testes em Camarões, o sistema foi usado para detectar larvas de Loa Loa. Níveis altos deste parasita — que pode chegar até o olho — tornam arriscado o uso de ivermectina, um remédio comum contra vermes e parasitas, amplamente usado na África para tratar doenças como a oncocercose, também conhecida como “cegueira dos rios”, e a elefantíase.

Em geral, os pacientes precisam passar por exames para analisar a quantidade de larvas Loa Loa que têm no corpo, o que custa tempo e requer equipamento de laboratório.

Por conta disso, o professor de bioengenharia da Universidade da Califórnia Daniel Fletcher desenvolveu uma espécie de microscópio portátil para o smartphone, capaz de identificar a Loa Loa em uma gota de sangue.

O sangue é colhido e, a partir daí, fica tudo por conta do celular. A gota é colocada no pequeno microscópio adaptado para iPhone e aí, com o uso da câmera, o smartphone consegue examinar o material e dar o resultado do exame em três minutos.

“Com um toque na tela, o aparelho mexe a amostra, capta imagens e automaticamente analisa todas elas”, disse Fletcher.

O software utilizado no celular não tenta desvendar o formato da larva, mas sim qual é o movimento dela.

Com isso, ele consegue identificar o número de parasitas Loa Loa no sangue e diz aos cientistas se eles estão aptos a receber o tratamento com o remédio ou não.

Isso significa que é preciso pouco treinamento para utilizar o programa do smartphone, enquanto os procedimentos atuais para o exame requerem profissionais especializados para analisar a amostra de sangue.

A ideia agora é testar o software em 40 mil pessoas. “Estou animado, isso oferece uma abordagem de alta tecnologia para lidar com problemas de baixíssima tecnologia”, afirmou Fletcher.

Os cientistas esperam que a mesma ideia possa ser adaptada para examinar outros tipos de infecção, como tuberculose e malária, e outras doenças de parasitas transmitida pelo solo, como a lombriga.

O professor Simon Brooker, da London School of Hygiene & Tropical Medicine, comentou que essa descoberta representa um grande avanço na luta contra doenças tropicais.

“Acho que é um dos avanços mais fundamentais que fizemos em muito tempo contra doenças tropicais negligenciadas”, disse.

“No século 21, estamos usando tecnologia do século 20 para diagnosticar essas infecções, agora isso nos traz para o mundo moderno.”

maio 8, 2015

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Destroços de nave ‘descontrolada’ devem cair na Terra hoje

A nave de carga russa Progress M-27M, que está descontrolada desde a última semana, quando apresentou problemas na tentativa de alcançar a Estação Espacial Internacional, deve entrar na atmosfera terrestre na próxima hoje (8), segundo a agência Roscosmos.

Apenas destroços devem atingir a superfície da Terra, mas o local da queda ainda é incerto.

Segundo a EFE, citando a “RIA Novosti”, uma fonte do setor aeroespacial disse que “até 24 horas antes [da queda], o lugar só poderá ser determinado com uma grande margem de erro”.

Além disso, a fonte tranquilizou sobre o potencial perigo representado pela queda do cargueiro de fabricação russa, que sofreu sua primeira avaria em quatro décadas. “Todos os fragmentos que podem representar uma ameaça não chegarão (à Terra), já que se desintegrarão nas camadas densas da atmosfera”, disse.

De acordo com o Comando Americano de Defesa Aeroespacial (Norad, na sigla em inglês), a nave espacial russa cairá em nosso planeta na sexta-feira e em águas do oceano Pacífico, perto do litoral americano, por volta das 10h30, hora de Brasília.

A corporação espacial Energuia, fabricante dos cargueiros, previu desde o primeiro momento que a Progress cairia entre 5 e 7 de maio, mas insistiu que ela não representa risco, já que a maioria de suas partes serão queimadas ao entrarem em contato com a atmosfera.

Problema na telemetria
A Roscosmos afirma que o voo desde o Cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, até o espaço, ocorreu normalmente. Porém, 1,5 segundo antes da separação da nave do veículo lançador, houve perda de dados do sistema de telemetria (responsável por enviar informações para a Terra).

“Quando os dados foram recuperados, o tempo para a separação já havia passado”, explicou a agência, que tentou ancorar de forma segura a nave não-tripulada na Estação Espacial, mas o plano foi descartado por apresentar riscos.

As naves Progress, usadas há 35 anos, estão entre os grandes orgulhos da indústria aeroespacial russa, com um histórico praticamente imaculado: até agora só tinham sofrido um acidente, em agosto de 2011, por uma falha do foguete portador.

Um relatório será elaborado até 13 de maio e nele estará a conclusão sobre o que provocou a falha em um dos processos do lançamento.

Com 2,5 toneladas de suprimentos, a nave deveria chegar à plataforma internacional seis horas depois de sua decolagem. Ela carrega combustível, oxigênio, alimentos, equipamentos científicos para os astronautas. Após a perda, cujo custo é estimado em até US$ 90 milhões, o próximo cargueiro em direção à ISS sairá da Terra no 3º trimestre deste ano.

De qualquer forma, os astronautas têm provisões suficientes para continuar com sua vida no espaço, apesar do incidente com a Progress.

Fonte: g1.globo.com

maio 4, 2015

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Brasil registra incidência de casos de dengue assustador

O Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (4) que o país registrou 745,9 mil casos de dengue entre 1º de janeiro e 18 de abril deste ano. O total é 234,2% maior em relação ao mesmo período do ano passado e 48,6% menor em comparação com 2013, quando na mesma época foram notificadas 1,4 milhão de ocorrências da doença.

Em 2015, foram confirmadas 229 mortes causadas pela doença nas 15 primeiras semanas do ano, um aumento de 44,9% em relação ao mesmo período de 2014, quando foram registradas 158. Em relação a 2013, quando houve 379 óbitos, há uma queda de 39,6%.

A incidência de casos no Brasil para cada grupo de 100 mil habitantes é de 367,8, índice que para a Organização Mundial da Saúde (OMS) representa situação de epidemia (a classificação mínima de epidemia é de 300/100 mil habitantes)

Levando-se em conta esta informação, sete estados estão em situação epidêmica: Acre (1064,8/100 mil), Tocantins (439,9/100 mil), Rio Grande do Norte (363,6/100 mil), São Paulo (911,9/100 mil), Paraná (362,8/100 mil), Mato Grosso do Sul (462,8/100 mil) e Goiás (968,9/100 mil).

No balanço anterior ao desta segunda, divulgado em 13 de abril e que referia-se até 28 de março, o país tinha índice de 227,1/100 mil e apenas quatro estados estavam em situação de epidemia.

É comum que o número de casos de dengue oscile ao longo dos anos. Em alguns há um número muito grande de notificações e, em outros, um número menor. Depende muito dos sorotipos que estão circulando, o que varia de região para região.

Óbitos
Das 229 mortes registradas nas 15 primeiras semanas de 2015, 169 foram no estado de São Paulo – é o maior número. Goiás vem em seguida, com 15, além de Paraná e Minas Gerais, com 8 cada.

Até 18 de abril houve 404 casos graves, elevação de 49,6% na comparação com 2014, quando foram registradas 270 notificações do tipo. Segundo o ministério, não é possível comparar ao total de 2013 porque houve mudanças no processo de classificação da dengue.

Reconheça os sintomas
Diagnosticar a dengue com rapidez é uma das chaves para combater a doença com maior eficácia. O primeiro passo para isso é conhecer como a infecção se manifesta.

Se os sintomas forem reconhecidos, é fundamental procurar um médico o mais rápido possível. Em geral, a doença tem evolução rápida.

Por isso, saber antes pode fazer a diferença entre a ocorrência de um mal menor e consequências mais graves, principalmente no caso de crianças.

Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa só pode ter dengue quatro vezes.

70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante, levando à morte.

Os principais “sinais de alerta” da doença são dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.

Diagnóstico precoce
É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue.

A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.

O exame de sangue, por si só, não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente.

O período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento. Esse poder ser um problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente.

Fonte: g1.globo.com

maio 2, 2015

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Cientistas palestram no segundo dia de Conferência Ciência e Fé que a ciência aponta para existência de Deus

Livre Arbítrio, experimentos científicos que apontam para a espiritualidade, Ciência e Fé, Partícula de Deus, esses foram alguns temas trabalhados no segundo dia da Conferência Ciência e Fé, em Brasília, que aconteceu neste sábado, 02.  Promovida pelo Instituto Hayah, a programação teve início às 9h30 e se estendeu para além das 16h. A primeira preleção foi do professor e físico norte-americado Gerald Schroeder que levou o público a um vasto conhecimento do livre arbítrio. “As percepções que temos podem estar completamente erradas, cuidado com as suas. Talvez o livre arbítrio seja apenas uma uma percepção, não uma realidade”, disse.

As palestras instigaram o público presente e acendeu luz para temas tão divergentes como a ciência e a fé. Aliás, a Conferência trouxe como mote principal que a vida humana engloba ciência e espiritualidade, em construir pensamentos organizados sobre como a ciência chegou a transcendência.

O segundo dia de Conferência Ciência e Fé trouxe ainda o renomado físico e professor Antônio Delson que ressaltou que a mente humana tem poder criador. Começou falando sobre experimentos científicos que apontam para a espiritualidade e usou pensadores para exemplificar seus argumentos. Logo após a pausa do almoço, Bispo Robson ministrou que a vida humana engloba ciência e espiritualidade. “A ciência chegou a transcendência e nossa fé ganhou viés científico. Isso há 10 anos parecia loucura, hoje já é uma realidade.”

O PhD formado pelo Massachussets Institute of Technology, Gerald, encerrou o evento palestrando sobre a Partícula de Deus e ressaltou que realmente a ciência aponta para a existência de Deus,aonde mostrou argumentos e estudos para tal colocação. “Deus não é algo físico, mas uma força que cria o universo”.  O professor lançou ainda no evento o seu mais novo livro: O Livre Arbítrio – A Mente por Trás do Universo, à venda nas lojas Sara Brasil.

 

maio 2, 2015

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Será que a ciência explica Deus? Primeiro dia da Conferência Ciência e Fé abordou esse e outros temas

A II Conferência Ciência e Fé, promovida pelo Instituto Hayah, que aconteceu neste Dia do Trabalho, 01, na Embaixada Sara Nossa Terra, em Brasília, reuniu nomes de peso no primeiro dia de
evento como o físico Gerald Schroeder e o psiquiatra e renoado escritor Augusto Cury. Bispo Rodovalho, anfitrião do evento, junto com sua esposa, Bispa Lúcia, mediou as palestras focadas em conhecimento sobre  a relação da ciência e a existência de Deus e como elas se  complementam.

Como os cientistas podem acreditar em Deus? Será que a ciência realmente descobriu o Deus da Bíblia? Esses foram alguns dos questionamentos apresentados por Gerald, primeiro palestrante que falou sobre a Idade do Universo. Explicou como os números da ciência, com os apresentados na Bíblia sobre a criação do homem se encaixam e levou o público presente à grandes reflexões da ciência moderna e dos comentários bíblicos. “Não há como negar que os céus ditam a glória de Deus”, disse.

No segundo momento da Conferência o psiquiatra e um dos escritos mais renomados do mundo, Augusto Cury, chegou perguntando: Qual instrumento básico para amar, rejeitar e excluir? Durante cerca de 1h30, o doutor abordou questões da mente humana e ensinou de maneira prática meios para o homem chegar a níveis mais tranquilos, com qualidade de vida. “Você constroi o seu próprio inimigo. Uma pessoa madura respeita os que pensam diferente. Seja qual for a sua religião, respeite a opinião do outro”, ensinou.

O preletor disse ainda que a solidão é a mãe da criatividade e é fundamental que o homem tenha um caso de amor com sua qualidade de vida. “Gastamos muito energia em coisas inúteis. As pessoas que se cobram demais acabam gerando desgate sem precedentes. Só você protege suas emoções”.