fevereiro 27, 2015

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Cientista Gerald Schroeder fala em vídeo que agora pela ciência é possível saber que Deus existe de fato

Em um vídeo gravado em pouco mais de 5 minutos, o cientista americano Gerald Schroeder fala da intrínseca relação entre Deus e a ciência em que até os ateus da linha-dura dizem que parece que a ciência realmente descobriu Deus.

Schroeder explica que ao ser digitado Nasa, na internet, e depois digitar WMAP, é possível ver um diagrama que mostra o desenvolvimento do universo ao longo do tempo, a partir da criação, um linha do tempo.

No decorrer do vídeo, ele observa que há 50 anos atrás o parecer científico geral era de que o universo fosse eterno, de que não existia um começo, com isso a Bíblia estaria errada desde sua primeira frase. Mas da noite para o dia,  foi levantada a questão que a Bíblia tinha razão, o universo teve um início. “A definição bíblica de Deus é: Deus é anterior ao tempo, está fora do tempo. Deus não é algo físico.  É uma força que cria o universo”, destaca.

Em agosto de 2014, Schroeder participou na Itália do Seminário Ciência com Fé: A Gênesis do Universo, promovido pelo Instituto Hayah, liderado pelo Bispo Rodovalho. Na ocasião ele destacou: “É verdade que cada parte do Universo manifesta a Glória da Obra, de seu Criador ! A fé em Deus é boa, mas nós vamos além da fé e através do estudo da ciência podemos saber que Deus existe de fato, é essa foi a alegria que senti nesses dias.”

Confira o vídeo:

fevereiro 20, 2015

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5 experimentos que poderiam ter resultado na destruição total do Nosso Planeta

Para que a humanidade avance cientificamente, é claro que a realização de experimentos é inevitável. Afinal, não podemos viver apenas de teorias, não é mesmo? No entanto, apesar de nós, meros mortais, que não somos cientistas — muito menos malucos —, sabermos que existem substâncias e equipamentos com os quais ninguém deveria brincar, isso não significa que diversos testes altamente arriscados já não foram conduzidos por aí.

A seguir você pode conferir cinco exemplos de experimentos — o último deles em plena atividade — cujo resultado final era desconhecido e poderia ter resultado na destruição do nosso planeta. Veja:

1 – Poço Superprofundo de Kola

Coordenadas: 69° 23′ 46.39″ N, 30° 36′ 31.20″ E

Trata-se de um superburacão criado por cientistas soviéticos cuja perfuração teve início na década de 70 na Península de Kola, localizada no extremo norte da Rússia Europeia. Em 1989, o poço atingiu a marca de 12.262 metros profundidade, tornando-se o furo artificial mais fundo da Terra. O objetivo dos pesquisadores era atravessar a crosta terrestre e chegar até a camada mais externa do manto, embora ninguém soubesse o que poderia acontecer.

Entre os principais medos estavam o de que o poço poderia desencadear desastres sísmicos em todo o planeta — e até mesmo liberar demônios presos no inferno! —, mas nenhuma das previsões cataclísmicas foi confirmada. O projeto foi abandonado em 1994, devido à pressão e temperaturas (na ordem de 180° C) no fundo do buraco, fazendo com que as rochas se comportassem de forma mais plástica que sólida, fluindo e tapando a abertura, impedindo o progresso das perfurações.

2 – Experiência Trinity

Coordenadas: 33° 40′ 38.28″ N, 106° 28′ 31,44″ W

A Experiência Trinity consistiu na detonação do primeiro dispositivo nuclear da História, e foi conduzida pelo Exército dos EUA em meados de 1945, como parte do Projeto Manhattan. O desenvolvimento inicial da bomba foi atrasado por que Edward Teller, o cientista responsável pela iniciativa, tinha medo do que poderia acontecer durante ou como consequência do teste.

Teller temia que a bomba pudesse fazer com que a atmosfera terrestre entrasse em ignição — e incinerasse o planeta — por meio de uma fusão autossustentável produzida pela reação dos núcleos de nitrogênio. Cálculos posteriores demonstraram que a possibilidade de que isso ocorresse, embora não fosse nula, era muito pequena, e o projeto seguiu adiante.

A explosão resultante produziu uma explosão equivalente à detonação de 21 kilotons de TNT, levando J. Robert Oppenheimer — outro cientista envolvido no projeto — a citar a seguinte frase extraída de um texto hindu: “tornei-me a morte, a destruidora de mundos”.

3 – Grande Colisor de Hádrons

Coordenadas: 46° 14′ N, 06° 03′ E

Embora o famoso acelerador de partículas da CERN esteja em pleno uso, quando foi “inaugurado” em 2008, muita gente pensou que o Grande Colisor de Hádrons iria destruir o planeta. O laboratório de US$ 6 bilhões — ou cerca de R$ 13,4 bilhões — foi projetado para acelerar feixes de prótons ao longo de um túnel de pouco mais de 27 quilômetros de circunferência para que essas partículas se choquem.

Um dos objetivos iniciais dos experimentos era o de simular os micro buracos negros que se formaram logo após o Big Bang. Contudo, não faltou quem especulasse que estes pequenos buracos pudessem crescer e engolir a Terra, apesar de as estimativas dos cientistas apontassem que esses monstrinhos formados durante as colisões se evaporariam devido a um fenômeno conhecido como Radiação Hawking.

4 – Projeto Starfish Prime

Coordenadas: 16° 28’ N, 169° 38’ W

Se você acompanha as notícias sobre as ejeções coronais que ocorrem no Sol, sabe que a magnetosfera é uma importante camada de partículas carregadas eletricamente que protege a atmosfera da ação dos ventos solares. Pois em 1962, os EUA decidiram por em prática o projeto Starfish Prime, que consistiu na detonação de uma bomba nuclear nessa região para ver o que poderia acontecer.

Bem, na verdade, o objetivo do projeto era o de encontrar formas de desativar o sistema de mísseis soviético e, para isso, os norte-americanos detonaram uma bomba termonuclear de 1,4 megatons a cerca de 400 quilômetros de altitude sobre a Ilha Johnston, localizada no Oceano Pacífico.

A explosão pode ser vista no Havaí — a mais de 1,4 mil quilômetros de distância —, e o pulso eletromagnético resultante chegou a provocar danos em linhas telefônicas e na iluminação de rua. Além disso, a explosão criou um cinturão de radiação artificial ao redor da Terra que durou 5 anos e danificou um terço dos satélites que se encontravam em baixa órbita.

5 – SETI

A sigla acima — de Search for Extraterrestial Intelligence — se refere a um número de esforços relacionados com a busca de vida alienígena inteligente, e a iniciativa que está por aí desde muito tempo. Em 1896, por exemplo, Nikola Tesla sugeriu que ondas de rádio poderiam ser utilizadas para contatar extraterrestres e, em 1899, o cientista captou sinais que ele acreditava virem de Marte.

Isso levou os EUA a decretar o “Dia Nacional do Rádio” em 1924 — entre os dias 21 e 23 de agosto — para que os cientistas pudessem captar as transmissões oriundas do Planeta Vermelho. Hoje em dia, os estudos contam com o suporte de telescópios espaciais e terrestres, além de muitos outros equipamentos. Contudo, há quem acredite que todos esses esforços possam atrair alienígenas hostis que podem destruir a nossa civilização.

Um dos cientistas que já demonstraram sua preocupação é ninguém menos do que Stephen Hawking, que baseia seu temor na própria História da humanidade, e na forma como nós — seres inteligentes — tratamos outros povos que não são avançadas tecnologicamente.

Fonte: Blog Onda Filosofal

fevereiro 13, 2015

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Terra está cercada por material invisível que intriga cientistas

A matéria escura foi originalmente descoberta pelo efeito gravitacional que provocava em estrelas nas bordas das galáxias. Mas agora um trio de cientistas encontrou evidências de que ela também existe em quantidade apreciável na região interna da Via Láctea, a nossa galáxia.

O achado pode nos dar novas pistas do que é e de como detectar essa misteriosa substância, que aparentemente só interage com a matéria normal por meio da gravidade.

É essa baixa interatividade que lhe rendeu o apelido de matéria escura – e também é o que explica a dificuldade em identificá-la.

Achado Astronômico

As primeiras sugestões de que algo estava errado com a descrição tradicional da composição do Universo na década de 1930, quando pesquisadores começaram a estudar o movimento de aglomerados de galáxias.

A evidência só se tornou contundente, contudo, quando no fim da década de 1960 a astrofísica Vera Rubin fez a descoberta crucial: ela notou que as estrelas na periferia nas galáxias orbitavam em torno do centro galáctico mais rápido do que deveriam.

Isso só podia significar que havia um halo de matéria em torno da galáxia, além das últimas estrelas. Mas, ao observar essas regiões, não havia nada lá. Nada detectável, pelo menos. Era matéria escura.

Agora, o que dizer da presença dessa misteriosa substância no interior das galáxias, o que incluir a Terra?

O novo estudo, liderado pelo italiano Fabio Iocco, astrofísico do Instituto Sul-Americano de Pesquisa Fundamental e do Instituto de Física Teórica da Unesp (Universidade Estadual Paulista) em São Paulo, explica essa questão.

Ponto de Vista

O que os cientistas fizeram foi comparar as observações reais sobre o movimento das estrelas com o que se esperava delas tendo em mente somente a influência gravitacional da matéria visível ao seu redor.

A diferença entre trajetória esperada e real pode ser atribuída à influência da matéria escura. A conclusão é inescapável: também deve haver matéria escura neste pedaço do Universo, inclusive na região do nosso planeta.

“Nosso resultado é um passo firme: dizemos pela primeira vez  com toda certeza, ‘ela está lá'”, disse à Folha Iocco, cujo trabalho foi publicado online nesta segunda-feira, 9, pela revista científica “Nature Physics”.

Modelos teóricos já sugeriam que esse era mesmo o caso, e a confirmação é um primeiro passo importante para finalmente desvendar o enigma da matéria escura.

“O próximo passo, já em andamento, é fazer análises mais precisas da distribuição e do total de matéria escura por toda a Via Láctea”, afirma Iocco.

Outro ponto importante é que a revelação aumenta a chance de detectarmos algum sinal da matéria escura na pesquisa de raios cósmicos. Já há alguns resultados sugestivos, mas de modo algum conclusivos, nesse sentido.

Os cientistas estão tentando, por exemplo, buscar sinais de aniquilação de partículas de matéria escura emanados do espaço. Um experimento a bordo da Estação Espacial Internacional tem registrado partículas que podem ser resultado disso.

“Pelo menos mostramos que a condição zero [para que se possa observar tal fenômeno], a presença da matéria-prima, está garantida”, diz Iocco. “Mas, claro, isso não garante que os sinais que estão sendo observados sejam mesmo de matéria escura. Isso depende da natureza da matéria escura, que é basicamente desconhecida.”

Fonte: Ciência – Folha de São Paulo

fevereiro 13, 2015

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Nasa lança satélite para medir a umidade do solo

A Nasa lançou neste sábado (31) um novo satélite de observação terrestre para proporcionar mapas de alta resolução a cientistas que mostram a umidade no solo, com o objetivo de melhorar as previsões climáticas.

O observatório SMAP (Soil Moisture Active Passive) decolou com um foguete United Launch Alliance Delta II da base de Vandenberg, na Califórnia, às 6h22 locais (12h22 de Brasília), informou a agência espacial.

Os mapas de alta resolução que serão enviados aos cientistas devem ajudar nas previsões futuras, já que eles projetam secas severas e tempestades mais frequentes. Eles darão aos especialistas melhores ferramentas para prever como a vegetação e os cultivos se transformarão com o aquecimento do planeta.

A umidade do solo, assim como a do ar, tem um papel importante na previsão do tempo e no conhecimento dos ciclos da água e da dinâmica da mudança climática, segundo os cientistas da Nasa.

“O receptor de bordo do satélite é extremamente sensível”, disse Jeff Piepmeier, chefe do radiômetro Goddard Space Flight Center da NASA em Greenbelt, Maryland.

O SMAP é uma missão de US$ 916 milhões que durará pelo menos três anos. É parte de um programa mais amplo de projetos científicos da Terra no espaço para compreender melhor a mudança climática e o aumento do nível do mar e o estado das reservas de água doce no planeta, explicou a chefe da missão da Nasa.

Fonte: Portal Uol

fevereiro 9, 2015

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Brasil lança pequeno satélite 100% desenvolvido no país

O primeiro satélite de pequeno porte totalmente desenvolvido no Brasil, foi lançado na última quinta-feira (5) com sucesso, às 10h50 (horário de Brasília), a partir da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês). O satélite recebeu o nome de cubesat AESP-14, e no momento do lançamento, o laboratório científico estava nas proximidades do continente africano. A colocação do AESP-14 no espaço foi realizada por meio do dispositivo japonês JEM Small Satellite Orbital Deployer (J-SSOD), um lançador desenvolvido para satélites de pequeno porte.

Com as dimensões de um cubo com 10 centímetros de e pesando quase um quilo, o satélite é resultado de uma parceria entre o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), ambos em São José dos Campos (SP). Sua missão é validar subsistemas desenvolvidos por alunos de graduação e pós-graduação do ITA.

Para cumprir a tarefa, um modem a bordo foi ativado cerca de 30 minutos após o lançamento. O mecanismo transmitirá informações de cientistas brasileiros na frequência de rádio amador. O modem tem potência de 500 mW operando na frequência de 437.600 MHz. O cubesat transmitirá informações com uma taxa de 9600 bps padrão G3RUH na modulação GFSK.

A Agência Espacial Brasileira (AEB) investiu R$ 250 mil no desenvolvimento do satélite, cabendo ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) o aporte de R$ 150 mil em bolsas para pesquisas. A AEB ainda financiou US$ 555 mil para os lançamentos do AESP-14, do Sistema Espacial para a Realização de Pesquisa e Experimentos com Nanossatélites (Serpens) e do Tancredo-1, este dois últimos programados para lançamento ainda este ano.

Fonte: uol.com.br

fevereiro 2, 2015

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Astrônomos encontram planeta com anéis gigantes

Astrônomos holandeses e americanos afirmam ter descoberto um planeta com um sistema de anéis gigantesco, 200 vezes maior do que os anéis de Saturno.

Segundo os pesquisadores, esta é a primeira estrutura deste tipo detectada em volta de um planeta fora do Sistema Solar.

Os cientistas afirmam que o sistema provavelmente tem mais de 30 anéis, cada um medindo milhões de quilômetros de diâmetro.

Espaços detectados no sistema de anéis também sugerem que parte do material em volta do planeta pode estar se unindo para formar luas – um fenômeno que pode ser observado nos anéis de Saturno.

“Você pode pensar nisto (neste sistema) como um tipo de super-Saturno”, disse o professor Eric Mamajek, da Universidade de Rochester, nos Estados Unidos.

Exoplanetas

Os anéis foram encontrados graças a dados levantados pelo observatório SuperWASP, que pode detectar exoplanetas quando estes cruzam em frente às estrelas em volta das quais orbitam – provocando um enfraquecimento da luz emanada por estas.

Neste caso, os astrônomos observaram uma série complexa de eclipses profundos que durou 56 dias. Eles acreditam que este fenômeno foi causado por um planeta com um sistema de anéis gigante que bloqueou a luz enquanto passava em frente da estrela J1407.

“A curvatura da luz, de ponta a ponta, levou cerca de dois meses, mas podíamos ver mudanças rápidas no espaço de uma noite”, disse à BBC o líder da pesquisa Matthew Kenworthy, da Universidade de Leiden, na Holanda.

“Durante o período entre meia e uma hora, a (luz da) estrela podia diminuir entre 30 ou 40%”, acrescentou.

Se os anéis de Saturno fossem do mesmo tamanho dos observados neste planeta, eles seriam visíveis da Terra durante a noite e muito maiores do que a Lua cheia.

No ano passado os astrônomos tentaram encontrar o planeta, olhar diretamente para o corpo celeste e não apenas para os eclipses, mas não conseguiram.

Mesmo assim, Kenworthy acredita que a única coisa que poderia manter estes anéis unidos “é um planeta”.

A equipe de pesquisadores acredita que o planeta provavelmente é um gigante de gás, como Júpiter, mas entre dez e 40 vezes maior.

Amadores

O planeta distante, batizado de J1407b, também poderá dar pistas sobre o processo que levou à formação de luas em volta de gigantes gasosos em nosso Sistema Solar.

“A comunidade de ciência planetária cria teorias há décadas, (especulando) se Júpiter e Saturno teriam, em um estágio inicial, discos em volta deles que levaram à formação de satélites, disse Eric Mamajek.

Os astrônomos encontraram pelo menos uma falha na estrutura dos anéis.

“Uma explicação óbvia (para esta falha) é que um satélite se formou e abriu esta falha. A massa do satélite poderia ser algo entre a Terra e Marte”, disse Kenworthy.

Os pesquisadores estão incentivando astrônonomos amadores a co-monitorar o sistema da estrela J1407, para ajudar a detectar o próximo eclipse dos anéis.

As observações da J1407 podem ser relatadas à Associação Americana de Observadores de Variações de Estrelas (AAVSO, na sigla em inglês).

Fonte: uol.com.br