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  • A Energia da Vida
    Este livro nos desafia a usarmos a energia da vida para a construção de fatores capazes de nos levar ao sucesso, à realização pessoal e empresarial.
    Nele abordamos o mundo individual e o mundo das partículas subatômicas, entrelaçando-os a fim de entender melhor essa relação.
    Extraindo lições para termos sucesso em cada uma dessas realidades. Com fé e com grande desejo, anseio poder contribuir para seu crescimento pessoal e profissional, em busca do aperfeiçoamento de sua liderança.

  • Livre Arbrítio
    Durante séculos, os filósofos têm debatido as origens de nossos pensamentos e a possibilidade da existência de uma mente metafísica, separada de nossos corpos físicos e cérebros. Conforme descrito neste livro, graças às pesquisas feitas pelos mais conhecidos e respeitados neurologistas, esse debate não é mais mera filosofia e especulação. Eles descobriram a parte do cérebro que se conecta com nossa mente metafísica.

  • Ciência e Fé: O Reencontro pela Física Quântica

  • Saúde, Beleza e Longevidade
    São o sonho dourado de toda esta geração atual. Não existe ninguém em nossa sociedade moderna que não almeje este estado de vida.
    O triângulo alimentação, exercícios e descanso é responsável pela vida, saúde e longevidade do ser humano.
    Não existe saúde sem o perfeito equilíbrio entre esses três elementos.

 

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Mosaicos do século III são encontrados em sinagoga

10 de dezembro de 2019

Pesquisadores da Universidade de Haifa descobriram fragmentos de mosaicos coloridos no local de uma rara sinagoga nas Colinas de Golã. Pela má preservação do espaço não é possível identificar os desenhos que representam as pernas de vários animais e pássaros. A descoberta é importante por indicar a presença judaica em Golã ainda que não haja

Perguntas Frequentes

Estrelas de grande massa morrem de uma maneira peculiar: com uma gigantesca explosão chamada de nova ou supernova. Mas, porque uma explosão que ocorre justamente no fim da vida de uma estrela é chamada de “nova”?

Segundo o professor Kepler de Souza Oliveira Filho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), essas explosões eram percebidas, antigamente, como novas estrelas.

“As supernovas chegavam a ser visíveis durante o dia por semanas, como aconteceu em 1054, 1572 e 1604. Somente depois dos cálculos dos modelos estelares a partir de 1939, foi possível compreender que na verdade não eram estrelas ‘novas’, e sim estrelas que explodiam quando acabava seu combustível nuclear”, diz o professor.

Assim como a maioria das galáxias, a Via Láctea está em um aglomerado de galáxias, sistemas que contêm dezenas ou centenas desses conjuntos de estrelas. Nesses aglomerados, podem acontecer choques entre galáxias. E a nossa? Pode colidir com uma vizinha.

Segundo Charles Bonatto, professor do Departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Via Láctea até já “engoliu” algumas galáxias anãs ao longo de seus cerca de 12 bilhões de anos. Mas não para por aí.

“Num prazo de cerca de 1 bilhão a 2 bilhões de anos, a Via Láctea irá se fundir com Andrômeda, outra galáxia espiral parecida com a nossa, mas maior e com mais massa. Quando isso ocorrer, as 2 galáxias modificarão suas estruturas – tornando-se provavelmente uma única galáxia elíptica”, diz o professor.

Mas, e num choque dessas proporções, entre duas grandes galáxias, o que pode ocorrer ao nosso planeta? “É difícil prever o que aconteceria na Terra, mas o mais provável é que o Sol alterasse sua órbita em torno do centro da Via Láctea, com poucos efeitos sobre nosso planeta. A probabilidade da colisão de 2 estrelas, ou mesmo uma grande aproximação, é muito pequena”, complementa Bonatto.

“Devido às grandes distâncias envolvidas, a grande maioria das estrelas são fracas demais para serem percebidas a olho nu. No entanto, aquelas estrelas cujo brilho supera a luminosidade do fundo do céu conseguem ser vistas”, diz Charles Bonatto, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

“Cidades produzem muita poluição luminosa, o que acaba por aumentar o nível de brilho do céu, e estrelas fracas não poderão ser vistas de dentro ou próximo a cidades. Evidentemente, regiões afastadas de cidades têm céus com níveis muito menores de poluição luminosa, o que permite que estrelas mais fracas, e em maior número, sejam percebidas a olho nu”, complementa.

Existe algo entre as galáxias?

O espaço é composto por estrelas e outros astros. E, entre eles, não existe nada? Errado. Segundo a Astronomia, há algo sim nesse enorme “vazio”.

Rogério Riffel, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), explica que o espaço entre galáxias e aglomerados de galáxias é chamado de “meio intergaláctico”. “A natureza exata do meio intergaláctico não é totalmente conhecida, mas é provável que contenha uma densidade relativamente pequena e seja um gás frio, basicamente hidrogênio”.

Segundo Riffel, acredita-se que a maior parte desse gás é extremamente fria, chegando a 2 K (kelvin), o equivalente a -271 °C. “Porém, recentes observações em raios-X sugerem que algumas regiões são extremamente quentes (temperaturas de milhões de kelvins) e ricas em outros elementos”, diz o professor.

“O estudo do meio intergaláctico é uma área ativa em pesquisa. Determinar a natureza deste meio é de extrema importância para entendermos como o universo começou, como as galáxias se formam e evoluem”, complementa.