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  • A Energia da Vida
    Este livro nos desafia a usarmos a energia da vida para a construção de fatores capazes de nos levar ao sucesso, à realização pessoal e empresarial.
    Nele abordamos o mundo individual e o mundo das partículas subatômicas, entrelaçando-os a fim de entender melhor essa relação.
    Extraindo lições para termos sucesso em cada uma dessas realidades. Com fé e com grande desejo, anseio poder contribuir para seu crescimento pessoal e profissional, em busca do aperfeiçoamento de sua liderança.

  • Livre Arbrítio
    Durante séculos, os filósofos têm debatido as origens de nossos pensamentos e a possibilidade da existência de uma mente metafísica, separada de nossos corpos físicos e cérebros. Conforme descrito neste livro, graças às pesquisas feitas pelos mais conhecidos e respeitados neurologistas, esse debate não é mais mera filosofia e especulação. Eles descobriram a parte do cérebro que se conecta com nossa mente metafísica.

  • Ciência e Fé: O Reencontro pela Física Quântica

  • Saúde, Beleza e Longevidade
    São o sonho dourado de toda esta geração atual. Não existe ninguém em nossa sociedade moderna que não almeje este estado de vida.
    O triângulo alimentação, exercícios e descanso é responsável pela vida, saúde e longevidade do ser humano.
    Não existe saúde sem o perfeito equilíbrio entre esses três elementos.

 

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Selo hebraico de 2.600 anos é encontrado perto do Muro das Lamentações

11 de setembro de 2019

Um selo de 2.600 anos com o nome hebraico foi descoberto em terra escavada desde 2013 perto do Muro das Lamentações, revelou o arqueólogo Eli Shukron nesta segunda-feira (9). Segundo informações do The Jerusalém Post, o selo traz a inscrição do nome de “Adenyahu Asher Al HaBayit”, que significa “Adenyahu por Nomeação da Casa”, o papel mais

Perguntas Frequentes

Estrelas de grande massa morrem de uma maneira peculiar: com uma gigantesca explosão chamada de nova ou supernova. Mas, porque uma explosão que ocorre justamente no fim da vida de uma estrela é chamada de “nova”?

Segundo o professor Kepler de Souza Oliveira Filho, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), essas explosões eram percebidas, antigamente, como novas estrelas.

“As supernovas chegavam a ser visíveis durante o dia por semanas, como aconteceu em 1054, 1572 e 1604. Somente depois dos cálculos dos modelos estelares a partir de 1939, foi possível compreender que na verdade não eram estrelas ‘novas’, e sim estrelas que explodiam quando acabava seu combustível nuclear”, diz o professor.

Assim como a maioria das galáxias, a Via Láctea está em um aglomerado de galáxias, sistemas que contêm dezenas ou centenas desses conjuntos de estrelas. Nesses aglomerados, podem acontecer choques entre galáxias. E a nossa? Pode colidir com uma vizinha.

Segundo Charles Bonatto, professor do Departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), a Via Láctea até já “engoliu” algumas galáxias anãs ao longo de seus cerca de 12 bilhões de anos. Mas não para por aí.

“Num prazo de cerca de 1 bilhão a 2 bilhões de anos, a Via Láctea irá se fundir com Andrômeda, outra galáxia espiral parecida com a nossa, mas maior e com mais massa. Quando isso ocorrer, as 2 galáxias modificarão suas estruturas – tornando-se provavelmente uma única galáxia elíptica”, diz o professor.

Mas, e num choque dessas proporções, entre duas grandes galáxias, o que pode ocorrer ao nosso planeta? “É difícil prever o que aconteceria na Terra, mas o mais provável é que o Sol alterasse sua órbita em torno do centro da Via Láctea, com poucos efeitos sobre nosso planeta. A probabilidade da colisão de 2 estrelas, ou mesmo uma grande aproximação, é muito pequena”, complementa Bonatto.

“Devido às grandes distâncias envolvidas, a grande maioria das estrelas são fracas demais para serem percebidas a olho nu. No entanto, aquelas estrelas cujo brilho supera a luminosidade do fundo do céu conseguem ser vistas”, diz Charles Bonatto, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs).

“Cidades produzem muita poluição luminosa, o que acaba por aumentar o nível de brilho do céu, e estrelas fracas não poderão ser vistas de dentro ou próximo a cidades. Evidentemente, regiões afastadas de cidades têm céus com níveis muito menores de poluição luminosa, o que permite que estrelas mais fracas, e em maior número, sejam percebidas a olho nu”, complementa.

Existe algo entre as galáxias?

O espaço é composto por estrelas e outros astros. E, entre eles, não existe nada? Errado. Segundo a Astronomia, há algo sim nesse enorme “vazio”.

Rogério Riffel, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), explica que o espaço entre galáxias e aglomerados de galáxias é chamado de “meio intergaláctico”. “A natureza exata do meio intergaláctico não é totalmente conhecida, mas é provável que contenha uma densidade relativamente pequena e seja um gás frio, basicamente hidrogênio”.

Segundo Riffel, acredita-se que a maior parte desse gás é extremamente fria, chegando a 2 K (kelvin), o equivalente a -271 °C. “Porém, recentes observações em raios-X sugerem que algumas regiões são extremamente quentes (temperaturas de milhões de kelvins) e ricas em outros elementos”, diz o professor.

“O estudo do meio intergaláctico é uma área ativa em pesquisa. Determinar a natureza deste meio é de extrema importância para entendermos como o universo começou, como as galáxias se formam e evoluem”, complementa.